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9 de agosto de 2021 / carlostrapp

Dr. Luiz Ovando pede que líderes cristãos combatam manipulações contra Bolsonaro

Com o aumento das críticas e ataques da oposição ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal, Dr. Luiz Ovando (PSL), está pedindo apoio de líderes religiosos para combater manipulações e distorções que têm o propósito de atingir o go-verno.

“Este é meu recado para pastores, padres, evangelistas ou teólogos. O presidente Bolsonaro representa a volta dos valores e princípios, como o respeito a Deus e à religião, respeito à identidade e à cultura do povo brasileiro, defesa da vida, da legítima defesa, da família e da infância”, afirma, em vídeo publicado em suas redes sociais.

Ovando diz que, ao ser apeada do poder, a esquerda não aceitou que o país fosse comandado por um presidente conservador, que defende valores e princípios da família, em contraposição ao PT, por exemplo, que segundo ele, quer liberar o aborto e atacar outros pontos que afetam princípios cristãos.

Afirma ser importante que líderes cristãos esclareçam aos fiéis sobre as reais intenções da oposição.

“Precisamos esclarecer a população sobre o risco que corremos com todas essas manipulações e distorções que entram em nossos lares diariamente”, reforça o parlamentar, que é médico há 46 anos.

Ao avaliar os dois anos e meio de governo, o deputado destaca o fechamento das torneiras por onde jorrava dinheiro para sindicatos, entidades e ONGs com viés ideológico.

“Com Bolsonaro, o repasse de recursos passou a ser feito de forma criteriosa, o que afetou o faturamento de quem vivia à custa do poder público”, diz.

Também cita o fato de as estatais começarem a dar lucro, enquanto em governos anteriores os prejuízos colocavam em risco a sobrevivência dessas empresas, sem aporte governamental.

“Mesmo com pandemia e muitas adversidades, tem havido recordes de produção, exportação, arrecadação e geração de empregos”, des-taca.

Ovando entende que é preciso que igrejas promovam debates sobre o perigo que ronda as famílias brasileiras. “Que os mal intencionados sejam retirados do nosso meio com a transformação do Brasil em mensageiro mundial do projeto libertador de Deus”, defende o deputado, que é professor da Escola Bíblica na Terceira Igreja Batista de Campo Grande.

Assessoria de comunicação

9 de agosto de 2021 / carlostrapp

Os desafios que encontramos pela vida

Quando olhamos à nossa volta, quando pensamos no futuro, vemos quantos desafios que podemos encontrar.
Tenho como desafio as minhas tarefas que são fazer o jornal mensalmente, mas também realizar o trabalho com a Sociedade Bíblica do Brasil com o Projeto Semeador, só para citar as atividades normais.
Mas eu também tenho res-ponsabilidades com a igreja, com a distribuição de folhetos, através dos quais procuro pregar o evangelho, que não devo ficar devendo para ninguém.
Falando em pregar o evangelho, nós temos hoje as redes sociais, onde podemos compartilhar vídeos, músicas, textos, enfim, temos muitas ferramentas para difundir o evangelho de Jesus Cristo.
Lembro que fui alcançado pelo evangelho através de uma literatura que meu tio enviou do RS, pelo Correio, que ele recebeu da Alemanha. Por isso, eu tenho essa queda pela literatura para evangelizar.
Agora, no campo político, quase que diariamente surgem novos desafios, dentre os quais vou citar alguns:
Voto impresso e auditável: Há um empenho considerável nesse sentido por causa da sua importância.
Hoje cedo, inclusive, ao assistir um programa noticioso pela TV, vi a fala de um parlamentar, se manifestando contra o voto impresso.
Logo peguei meu celular e mandei a seguinte mensagem para ele, na qual também abordei alguns outros assuntos:
Bom dia, Deputado!
Obrigado pelo diálogo!
Corrupção? Só se for a inventada por alguns difamadores da CPI, pois nada foi comprado!
Acabei de assistir sua mani-festação contra o voto impresso e auditável, que já conhecia!
Sua postura já é demonstrada aqui no WhatsApp ao desabi-litar os pauzinhos, não falando se leu ou não a mensagem, nem coloca foto no perfil.
Por que essa falta de amor pela transparência? Não te-nho como dizer outra coisa.
Há mil e um motivos para desconfiar das urnas: a própria postura do ministro Barroso, que deveria ser neutra, além da soltura do Lula.
Nas eleições municipais, houve um “apagão” gerando uma revolta de muitos.
E se podemos ter trans-parência quanto aos votos, por que nos opor?
Você recebe um comprovante de que votou; de que fez uma compra.
Quando nasce, casa, falece emite-se um documento que comprovam isso.
Fico realmente aborrecido com sua postura, que não contribui com a qualidade, a transparência da eleição.
Na igreja, no condomínio, na prefeitura, na empresa, enfim, em todo lugar se deve prestar contas.
Aqui em casa, só tem um caixa e eu e minha esposa prestamos conta um ao outro.
Confiança não se exige; se conquista.
Ainda acrescentei: Veja o que acontece na política brasileira: Não querem que você se oponha à prática homossexual, que está dentro da liberdade religiosa (crime de opinião), mas pode praticar o assassinato de um bebê no ventre materno, que muitos advogam.

Temos também diante de nós a questão da Covid-19, que tem ceifado vidas, até pelo fato de ter sido politizada.
Há poucos dias, perdi um irmão na fé, que era alguém próximo de nós. Ele foi várias vezes ao posto de saúde e lhe deram dipirona e mandaram para casa.
Em vez de entrar com o tratamento precoce, lhe deram dipirona.
Também entendo que postos de saúde não deveriam exigir testes, pois esses somente retardam o tratamento, e a Ciência nos diz que quanto mais antes tratamos de uma doença, mais certa é a recuperação.
Ainda quanto à Covid, fico triste quando vejo pessoas usando máscaras desnecessariamente. Se saio para passear com um animal de estimação, não preciso usar máscara, nem quando saio de bicicleta. Tudo deve ser feito com inteligêcia.

Outro desafio que vejo é em relação às redes sociais. Primeiro, quero destacar a grande utilidade que as mesmas tem. Por outro lado, tem o mau uso. Um deles é no campo do uso do WhatsApp, pois há pessoas que desabilitam os chamados pauzinhos que se habilitados lhe dizem se a pessoa leu ou ouviu a sua mensagem.
Essa é uma atitude louvável, pois é uma opção pela verdade, pela transparência.
Outro ponto negativo é um certo egoísmo, pois já ouvi comentários de pessoas que saíram de grupos simplesmente porque não estão inte-ressados em contribuir com o grupo, mas apenas em receber coisas boas.
Outro detalhe são os bloqueios. Eu nunca bloquei ninguém dos contatos pessoais. Se entendo que está me enviando coisas inconvenientes eu falo com a pessoa, que é muito mais elegante do que bloqueá-la.
A questão do bloqueio também deve valer quanto às listas de transmissão, pois é sempre melhor falar do que bloquear as mensagens da pessoa.

Outro desafio é o exercício da cidadania.
Falando nisso, ano que vem, se Deus quiser, tem eleições, e é bom que estejamos atentos “no andar da carruagem”, para ter os devidos subsídios, visando uma escolha adequada.
Que Deus nos ajude a vencer os desafios!

Pr. Carlos Trapp

8 de janeiro de 2021 / carlostrapp

Eleições municipais 2020

No dia 15 de novembro, tivemos as eleições para o Legislativo e Executivo Municipal, sendo reeleitos e eleitos os novos vereadores, sendo que a Câmara teve 58% de renovação. O prefeito Marcos Trad foi reeleito, em primeiro turno, com 52,58% dos votos válidos.
Em segundo lugar, ficou Sérgio Harfouche, Avante, com 11,58% (esses votos acabaram sendo anulados); em terceiro, ficou Pedro Kemp, PT, com 8,32%, e em quarto, Vinícius Siqueira, PSL, com 8,20%; em quinto, Sidneia Tobias, Podemos, com 4,60%; em sexto, Márcio Fernandes, MDB, com 3,01%; em sétimo, Esacheu Nascimento, PP, com 2,45%; em oitavo, João Henrique Catan, PL, com 2,44%; em nono, Marcelo Miglioli, SD, com 1,90%; em décimo, Dagoberto Nogueira, PDT, com 1,57%; em décimo primeiro, Guto Scarpanti, Novo, com 1,16%; em décimo segundo, Cris Duarte, Psol, com 1,11%; em décimo terceiro, Marcelo Bluma, PV, com 0,64%; em décimo quarto, Paulo Matos, PSC, com 0,45%.
É preciso considerar também o índice de abstenção, que foi alto, ou seja, 25,14% (154.003). Os votos brancos foram 5,51% (25.241) e os nulos, 4,46% (20.447). Enfim, os que não aproveitaram a oportunidade de votar, que não se interessaram, foram 35,11%, ou seja, os que se abstiveram, anularam o voto ou votaram em branco, somaram um total de 199.691 eleitores.
Esse número é preocupante, pois somente se participarmos com o nosso voto podemos mudar os rumos de uma sociedade. Portanto, fica o apelo para que todos votem e expressem a sua vontade, nas futuras eleições.
Os vereadores eleitos foram:

  • Tiago Vargas, PSD;
  • Carlão, PSB;
  • Zé da Farmácia, Podemos;
  • João César Mattogrosso, PSDB;
  • Prof. Juari, PSDB;
  • Gilmar da Cruz, Republicanos;
  • Prof. João Rocha, PSDB;
  • Sílvio Pitu, DEM;
  • Prof. Riverton, DEM;
  • Valdir Gomes, PSD;
  • Otávio Trad, PSD;
  • Beto Avelar, PSD;
  • Júnior Coringa, PSD;
  • William Macksoud, PTB;
  • Betinho, Republicanos;
  • Camila Jara, PT;
  • Dr. Jamal, MDB;
  • Papy, Solidariedade;
  • Edu Miranda, Patriota;
  • Clodoilson Pires, Podemos;
  • Dr. Sandro Benites, Patriota;
  • Dr. Loester, MDB;
  • Marcos Tabosa, PDT;
  • Airton de Araújo, PT;
  • Dr. Victor Rocha, PP;
  • Ronilço Guerreiro, Podemos;
  • Coronel Alírio Villasanti, PSL;-
  • Prof. André, Rede;
  • Dharleng Campos, MDB

Agora, quero falar um pouco sobre os candidatos batistas que disputaram as eleições municipais, em Campo Grande, MS, citando nome de urna, partido, número de votos e igreja.

  • Kriegel Nascimento, PT, 108, IB Jd. Tarumã;
  • Luiz C. Zaparolli, Avante, 133, IB Centenário do Povo;
  • Josué dos Anjos, PV, 139, TIB;
  • Karina Ketty, SDD, 151, IB Janelas do Céu;
  • Enf. Sumaira, PSB, 184, IB Ágape;
  • Paulo Amaral, Republicanos. 241, Ágape;
  • Josafá Coquinho, PSC, 252, MB Noroeste (QIB);
  • Marcos Rogério Cabeleireiro, Patriota, 266, IB Coronel Antonino;
  • Rodrigues Cartório, Patriota, 274, IB Guanandi;
  • Carlinhos Senador, Avante, 300, IB Filadélfia;
  • Ubirajara, PP, 332, PIB;
  • Victória Peixoto, Novo, 332, PIB;
  • Edil, PV, 338, IB Vila Célia;
  • Coronel Trindade, MDB, 340, IB Boas Novas;
  • Martinha, PSD, 347, IB Redenção;
  • Demontiê, SDD, 352, PIB;
  • Carlos Trapp, PSL, 381, IB Nova Jerusalém;
  • Eduardo Carvalho, PTB, 384, TIB;
  • Sgto. Viana, Podemos, 569, IB Guanandi;
  • Marcos Silva, PSL, 591 PIB;
  • Enf. Soninha, Patriota, 829, IB Jd. Tarumã;
  • Denis Pereira, SDD, 1.622, IB Reconciliação;
  • Edu Miranda, Patriota, 2.986, IB Memorial (único eleito);
  • Veterinário Francisco, PSB, 4.223, TIB.
    Já fiz a média dos candidatos eleitos, que é de 3.407 votos.
    Vamos ver quantos batistas poderiam ter sido eleitos. Esses 24 candidatos batistas fizeram 15.674 votos.
    Com a média de 3.407 votos, poderiam ter sido eleitos seis vereadores, com sobra de cerca de 1.800 votos.
    Outra, com menos candidatos, mais votos teriam sido conquistados, pois o eleitor adquire mais confiança. Com muitos, geralmente, raciocina de que há muita pulverização e pouca chance de se eleger, acabando em votar em outro.
    Há cerca de 20 mil batistas em Campo Grande, enfim, um enorme potencial, que pode e deve ser melhor aproveitado, bastando um estudo e orientação nesse sentido.
    Peço a devida compreensão do leitor por ter abordado esse segmento da população campo-grandense, pelo fato de ter dados sobre os mesmos.
    Que Deus abençoe os eleitos!
  • Pr. Carlos Trapp
8 de janeiro de 2021 / carlostrapp

Separação entre Igreja e Estado

Este item amplia a liberdade da igreja. Ela não está subordinada ao Estado e ela e o Estado têm esferas diferentes. A igreja é cidadã deste mundo e sujeita-se a leis de justiça e de bom senso. Mas deve dizer: “Mas Pedro e João, respondendo, lhes disseram: Julgai vós se é justo diante de Deus ouvir-nos antes a vós do que a Deus” (At 4.19). A lealdade última da igreja é para com Deus e sua Palavra. Sua pátria mais amada é a celestial. O Estado também está sob a lei da justiça divina. No Antigo Testamento, Iahweh escolheu Israel, mas é Senhor de todas as nações e toda a terra. Devemos nos lembrar disto.
Na Escandinávia, os pastores luteranos são pagos pelo Estado. No Brasil, constantemente, verbas públicas são usadas para recuperar igrejas católicas, sob desculpa de patrimônio arquitetônico ou cultural. Mas são lugares de cultos. Isto é contra nosso princípio de um Estado leigo, que não deve investir em nenhuma religião nem beneficiar nenhum culto.
Diferentemente de grupos anabatistas e outros radicais do século 16, os batistas não questionam o Estado por ser Estado. Mas não o sacralizam. O Apocalipse mostra o Cordeiro contra um Estado que deseja ser Deus. Nosso compromisso é com a justiça, com a honestidade e com a dignidade humana.
Podemos nos rejubilar de termos em nossa história um Prêmio Nobel da Paz, o Pr. Martin Luther King Jr, assim agraciado pela sua luta pelos direitos dos negros norte-americanos.
Uma igreja batista não é da direita nem da esquerda nem mesmo do centro. É de cima. Seus valores são espirituais e celestiais. Uma igreja batista faz parte da igreja de Cristo, que é multirracial, multi-étnica, multigeográfica. Sou brasileiro e não me envergonho disto. Digo como Fernando Pessoa: “minha pátria é a língua portuguesa”, ou seja, tenho uma identidade linguística. Amo meu idioma, dizendo como Olavo Bilac: “em que da voz materna ouvi: ‘meu filho’”. Foi na língua portuguesa, no Brasil, que ouvi minha mãe, Nelya Werdan, uma filha de suíços, me chamar de “filho”. Foi neste país, o Brasil, que duas famílias estrangeiras, os portugueses Gomes Coelho e os suíços Werdan Suhett me deram origem. Mas, mais que brasileiro e descendente de portugueses e suíços, sou cidadão do reino do céu. Os princípios do reino celestial devem reger minha vida.
Deus não é brasileiro nem tem nacionalidade alguma. Devemos ser patriotas, mas devemos discordar do Estado quando este invade área que não é sua. Não lhe compete nos ditar fé ou perspectivas religiosas.
Pagamos impostos, servimos ao exército, damos nossa parcela para este país. Mas não o sacralizamos nem o deificamos. O culto ao Estado produziu a aberração chamada “Cristãos Alemães”, que queria uma igreja germânica, de raça pura. Mas não admitimos a ingerência do Estado em nossa vida. Nem transigimos nossos padrões por causa do Estado. As casas de prostituição pagam taxas e são estabelecidas legalmente, mas a prostituição é pecado. O que é legal nem sempre é moral. O casamento de homossexuais pode ser tolerado civilmente, mas é pecado. Um batista deve dizer como Lutero: sua consciência é cativa da Palavra de Deus.
Somos cidadãos como todos os demais e não devemos esperar tratamento especial. É errado igrejas batistas pedirem ônibus às prefeituras e órgãos públicos para fa-zerem piqueniques. Se não têm dinheiro para alugar um ônibus, não andem de ônibus! Vão a pé ou não façam piquenique! Se nos incomoda ver dinheiro público sendo usado para levantar estátuas a Iemanjá em cidades da orla marítima, deveria nos incomodar também o uso de dinheiro público para monumentos à Bíblia. O poder civil não pode patrocinar nenhuma religião! Nem a nossa!
Nunca fomos subversivos. Mas não podemos ser coniventes com um Estado desumano, corrupto, desvalorizador do homem. Nosso norte são os valores da Palavra de Deus. Olhamos para eles e seguimos nossa jornada. O que se desvia deles, isso recriminamos. Não é se nos beneficia, mas se é um princípio bíblico.

Preparado pelo Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho (1948-2013),

para um congresso doutrinário em Altamira, Pará, novembro de 2009

7 de outubro de 2020 / carlostrapp

Carlos Trapp, candidato a vereador pelo PSL, sob número 17.237.

Biografia

Primeiro, destaco que sou cristão (batista), conservador e bolsonarista, com independência

Nasci em Selbach, RS, em 06 de outubro de 1955, onde fiz o primário, que, à época, tinha cinco séries.

Em 1970, minha família mudou-se para Santa Helena, no Extremo Oeste Paranaense, onde terminei o Primeiro Grau, na Escola Verônica Zimmermann, de São Clemente e fiz o Segundo Grau, no Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, de Santa Helena (Assistente de Administração).

Em 1987, entrei no Seminário Batista Ana Wollerman de Dourados, MS, e fiz o Bacharelado em Teologia, concluído em 1990.

Em 1991, vim para Campo Grande, MS. Fiz o curso Pós-Graduação em Novo Testamento, no Seminário Teológico Batista da Oeste do Brasil e Mestrado em Teologia (incompleto) pelo Seminário Sul Americano, de Londrina, PR.

Aqui, casei com Simone Nogueira de Moraes, em 2001, e organizei o Grupo Evangélico de Ação Política (Geap) e compilei dois livros: Evangélicos em Campo Grande – Origens e Desenvolvimento, em 1999, por ocasião do Centenário de Campo Grande e Urbieta & Sherwood – Pioneiros na obra de evangelização em terras mato-grossenses, por ocasião do Centenário dos Batistas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, ocorrido em 2011.

Também sou jornalista e tenho atuado nesse campo há mais de 20 anos, primeiro, no jornal O Batista Sul-Mato-Grossense, e depois, através do jornal Cidadão Evangélico.

Já fui candidato a vereador por duas ocasiões: 2008 e 2016. Esta é a terceira vez, portanto, que procuro conquistar uma vaga na Câmara Municipal, para o qual conto com a bênção de Deus e o seu apoio e voto.

Propostas:

Fiscalização: Um dos principais papéis do vereador é fiscalizar o poder público, pois esse trabalha com bilhões de reais, provenientes de nossos impostos. Há setores como o tratamento do esgoto, transporte urbano, Flex Park (estacionamento), saúde, merenda escolar, entre outras áreas que precisam ser acompanhadas. Enfim, a corrupção deve ser combatida, com muito empenho.

Conselhos Regionais: Ficam próximos da população e levantam os problemas da Região Urbana, e levam as mesmas para a administração municipal, para a devida solução.

Recursos públicos: Não devem ser aplicados para grupos, como: carnaval, parada gay, Marcha para Jesus, pois eles devem se autossustentar. Dinheiro público deve ser para questões de interesse geral, como: saúde, educação, segurança, cultura.

Material reciclável: Primeiro, não deve ser chamado de lixo, pois pode ser aproveitado. Vou me empenhar para que seja reciclado e reaproveitado. Isso pode acontecer com material produzido nas casas, em condomínios, escolas. Com material eletrônico, com locais para coletas. Com galhos de árvores, que podem ser triturados e servir de adubo. Com entulhos, que podem ser moídos e reaproveitados.

Terceira Idade: A expectativa de vida da nossa população está aumentando, e são necessário cuidados mais amplos quanto à saúde, ao lazer, à cultura, aos exercícios físicos, exposição ao sol, à leitura, visando o bem-estar do idoso.

Proteção à família: Que envolve a proteção à vida, desde a concepção. O cuidado quanto à amamentação, à saúde, e a presença marcante dos pais na vida da criança, providenciando, desde os cuidados básicos, a disciplina, a instrução e a realização de pequenos trabalhos, adequados à criança. Envolve também o conceito conservador da família, composto de pai, mãe e filhos.

Prevenção: Pode acontecer tanto na saúde, quanto a quedas, queimaduras, acidentes, consumo de drogas, suicídios, etc. Podem ser feitas campanhas de prevenção, nesse sentido.

Cristolândia: É um trabalho que visa resgatar pessoas em estado de vulnerabilidade, que se encontram nas ruas de nossa Capital. Não basta dar alimentos, roupas e calçados para essas pessoas, pois elas precisam sair dessa situação e voltar ao lar, ao trabalho.

Audiências públicas: Há um texto na Bíblia que diz: “Com os que se aconselham se acha a sabedoria” (Provérbios 13.10b). Então, em casos que geram polêmica, a população deve ser ouvida, pois assim se age com sabedoria e se valoriza o cidadão campo-grandense.

Educação: Muitos se preocupam com a sala de aula, com a formação do professor, com salários, com a forma de ensinar, mas entendo que uma das questões importantes está sendo esquecida, que é a importância do conhecimento, do saber. Já vi muitos alunos se contentarem com nota mínimo, em quantas faltas poderiam ter, enfim, demonstravam pouco interesse no saber. Também quero fomentar as escolas cívico-militares.

BR 163: Alguém pode dizer que não é da alçada do município de Campo Grande, mas posso, até junto com outros vereadores, lutar para que ela seja concluída o mais breve possível, pois ajudará no progresso de nossa Capital e na redução de acidentes, na salvação de vidas.

Comércio dos bairros: Valorização do pequeno comerciante, pois ele está próximo do morador, dá emprego e gera renda.

Segurança: É fundamental para todo o serviço, inclusive para o turismo. As pessoas precisam se sentir seguras para trabalhar e para investir. Sou a favor da posse e porte de armar por pessoas de bem, para se defender, para inibir agressões. O policial também usa arma, que é para defender a população, e não, para agredi-la.

Sensibilidade: Não posso colocar todos os desafios que tem na Cidade Morena, por isso devo lembrar que a marca do vereador deve ser a sensibilidade, ou seja, ver o problema e se ocupar com o mesmo. A Bíblia diz: “Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber” (Provérbios 29.7).

Apoio da esposa, Simone: Em breve, devo publicar o projeto que ela pretende realizar, em benefício da população.

Eleitor, você pode dar sugestões quanto às propostas, e sugerir outras. Fazer questionamentos, também.

Por fim, peço o seu voto e o seu apoio.

Qualquer dúvida, estou à disposição!

Você também pode acessar e compartilhar minhas redes sociais:

facebook.com/carlostrapp

facebook.com/carlostrappoficial

instagram.com/carlostrapp_oficial

O candidato a prefeito é Vinícius Siqueira, número 17, do PSL.

Para conhecê-lo melhor, bem como suas propostas, você pode acessar seu Facebook, neste endereço:

facebook.com/viniciusdesiqueirabrasil

O candidato a vice-prefeito é Rhiad Abdulahad, PSL

Para conhecê-lo melhor, você pode acessar seu Facebook, neste endereço:

facebook.com/rhiad.abdulahad

20 de setembro de 2020 / carlostrapp

Revolução Farroupilha – Dia do Gaúcho

Nasci no Rio Grande do Sul em 06 de outubro de 1955. Portanto, sou gaúcho!
E para saber um pouco de História em torno da data, trago algumas informações extraídas do site calendarr.com, que traz as seguintes informações:

“20 de setembro, conhecido como o Dia do Gaúcho, é feriado no estado do Rio Grande do Sul. A data recorda o dia em que teve início a Revolução Farroupilha, ou Guerra dos Farrapos, que teve início nessa data, em 1835.
Para o Brasil, marca a revolta civil mais longa da sua história, que durante cerca de 10 anos – conhecido como o Decênio Heroico (1835-1845) – teve como cenário o Rio Grande do Sul, sendo por isso a data mais importante do calendário desse estado.
Assim, o Dia do Gaúcho consiste numa homenagem a um dos episódios históricos mais importantes para a comunidade gaúcha.
A data ganhou maior destaque e comemoração a partir do momento em que foi decretado feriado no Rio Grande do Sul, de acordo com o decreto estadual 36.180, de 18 de setembro de 1995.

O que foi a Revolução Farroupilha?
A Revolução Farroupilha foi uma revolta regional contra o Governo Imperial do Brasil, na qual os revoltosos queriam se separar do Império do Brasil. Recebeu este nome por conta dos farrapos que seus participantes vestiam. Após ser feito um acordo de paz entre as partes envolvidas, a revolução chegou ao fim em 1º de maio de 1845.

Semana Farroupilha
O Dia do Gaúcho está incluído na Semana Farroupilha, uma celebração da cultura e das tradições gaúchas, que ocorre anualmente entre 14 e 20 de setembro, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul.
Tradicionalmente, durante o Dia do Gaúcho, são organizadas festas nos CTG’s (Centros de Tradição Gaúcha) que ressaltam os costumes típicos deste povo, como a culinária, vestimentas, danças e apresentações musicais”.
Os gaúchos se espalharam por todo o Brasil, levando seus costumes e tradições. Portanto, em boa parte do país se encontram churrascarias, CTGs, músicas, vestimentas, poesias, lá dos pampas, sem esquecer o “gauchês”, um linguajar especial do gaúcho.
Parabéns a todos os gaúchos, com votos das mais ricas bênçãos celestiais!

Carlos Trapp, pastor batista (OPBB/MS) e jornalista (DRT/MS, 928).

11 de agosto de 2020 / carlostrapp

Esclarecimentos a respeito da Covid-19

Visando esclarecer determinados fatos, nem sempre colocados com clareza pela grande mídia, um grupo de pessoas, infra qualificados, resolveu vir a público, dar a sua parcela de contribuição, relacionados ao novo coronavírus, conhecido como Covid-19.

Desde o final do ano passado, com origem em Wuhan, na China, o vírus supracitado, tem se espalhado pelo mundo, fazendo as suas vítimas. Autoridades, infectologistas, imprensa e o povo em geral tem se preocupado com isso, sendo declarado como pandemia em 11 de março de 2020, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Infelizmente, em muitos setores o assunto foi politizado, dificultando um tratamento adequado para debelar o mal.

Mas em meio a esse caos que se instaurou, há autoridades e médicos, com bom senso, que adotaram remédios existentes, como a Ivermectina, como tratamento preventivo, além da Cloroquina, da Hidroxicloroquina como fármacos para serem usados no início do surgimento dos primeiros sintomas.

E isso o grupo quer destacar, ou seja, a existência desses remédios, bem como sua eficácia e, consequente, confiabilidade. Por isso, cada cidadão brasileiro, pode procurar o Posto de Saúde, ou seu médico, para que lhe sejam prescritos, pois só devem ser usados sob prescrição médica.

É necessário destacar que medidas como as que são adotadas por muitos prefeitos e governadores (fechamento do comércio, máscaras, etc), não detém o vírus; apenas protelam a resolução do problema. Por isso, até convém que os mais jovens e sadios se exponham ao vírus, para formar uma barreira imunológica, porém, zelando para que pessoas idosas, com comorbidades, tenham o devido cuidado, tomando, inclusive, os remédios supracitados, sob recomendação médica.

O nosso objetivo com a divulgação dessas informações é levar ao conhecimento da população, o caminho que se pode seguir, para que possamos nos ver livres dessa pandemia. Além disso, alertamos as pessoas para que não se deixem levar por setores da imprensa que tratam do assunto de modo tendencioso, até desaconselhando os remédios e os devidos tratamentos.

Aproveitamos para dizer que esse é um tempo para analisar a nossa conduta, a fim de optar, se ainda não o fizemos, de um estilo de vida salutar, com boa alimentação, exercícios físicos, exposição ao sol, evitando vícios, a preocupação e a ansiedade, tendo um “espírito firme” (Pv 18.14).

Ainda lembramos que esse não é momento para farmácias tirarem proveito da situação, majorando grandemente os preços dos remédios; é tempo de solidariedade. Também lembramos às autoridades que é possível cuidar da saúde e da economia, e assim esperamos que o façam.

Dirigimo-nos, em especial, às lideranças religiosas para que levem ao conhecimento, das pessoas que estão sob seus cuidados, o teor dessa Nota de Esclarecimento, pois visamos repassar boas informações, que lhes poderão ser muito úteis.

Por fim, declaramos que, além das informações dadas, devemos interceder por todas as autoridades, para que tratem com honestidade a questão, e não a politizem; que os cientistas sejam iluminados por Deus para que aprimorem os remédios existentes; que o povo se mantenha sereno, zeloso e confiante em Deus.

Campo Grande, 31 de julho de 2020

Dr. Luiz Ovando: Deputado Federal (PSL/MS), médico, clínico e cardiologista. Membro da Terceira Igreja Batista de Campo Grande, MS.

Dr. Marcelo Vilela: Médico Urologista com Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Urologia; Doutor em Medicina na Área de Urologia pela Unifesp, SP; Pós-Doctoral Fellow, pela UCSF-EUA, área de Urologia Pediátrica; Professor Adjunto de Medicina da UFMS; Atual Diretor da Famed/UFMS; Ex-Secretário de Saúde de Campo Grande, MS, 2017 e 2018, até março 2019. Membro da Primeira Igreja Batista de Campo Grande.

Carlos Trapp: pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928). Membro da Igreja Batista Nova Jerusalém, de Campo Grande, MS.

Sérgio Nogueira, pastor batista (OPBB/1156) e vereador (PSDB, Dourados, MS). Membro da Igreja Batista Boas Novas de Dourados, MS.

8 de junho de 2020 / carlostrapp

Minha luta com uma emissora de TV

Quando vão falar aos telespectadores como podem aumentar a imunidade? Quando vão falar que tomar sol e se movimentar faz bem à saúde?
Será que não estão vendo os exageros que cometem, pois além das máscaras ainda querem o distanciamento. Só a máscara basta nos ônibus. Também mais gente pode ficar em pé.
Querem tratar o povo de um modo ditatorial, interferindo na vida das pessoas, de modo indevido. Isso vocês deveriam denunciar em vez de fomentar.
Da parte de vocês também há preocupação desproporcional entre a economia e o vírus da China. A economia parece que não interessa, ou interessa bem pouco.
É bom que agora estão falando sobre as pessoas que foram curadas. Mas não dizem como isso aconteceu, que remédio tomaram, ou se não tomaram nem um remédio.
Que coisa triste não deixarem as pessoas terem seu lazer saudável neste final de semana na Lagoa Itatiaia, nos Altos da Afonso Pena e no Mirante do Aeroporto!
Ficou esquisito o uso de máscaras pelos repórteres e pelos entrevistados. Vocês são mestres do exagero, pois é necessário apenas uma coisa: máscara ou distanciamento; não é máscara e distanciamento.
Por favor, não me causem constrangimento!
O uso de máscaras por parte dos repórteres ficou ruim, pois até dificulta a audição. Não sei porque esse exagero.
Com o uso de máscaras inspiramos boa parte do gás carbônico que expiramos. Devemos respirar ar puro e com máscara isso não acontece.
Máscara somente em caso de aglomerações. E assim que sair da aglomeração, tire a máscara.
Querem saúde? Então, precisam falar sobre isso.
Pessoas ficam deprimidas, enfim, ficam doentes por causa de falta de sol, de mobilidade, de sociabilidade.
Estultícia mata!
Insisto em que repórteres e entrevistados não usem máscara, pois é um exagero, enfim, algo nocivo, pois a observação da distância é suficiente.
(nome), você acabou de contar uma mentira dizendo que vocês “ouvem os dois lados”. Repito que é mentira.
As provas estão aí porque não disseram nada sobre o lado nocivo das máscaras, que a gente deve tomar sol, se movimentar, fazer caminhadas, e não ficar só em casa.
Vejam o que sempre estamos falando: é uma falácia essa questão do confinamento. Vejam o que o prefeito de NY diz.
A máscara também é nociva à saúde e deve ser usada somente quando estritamente necessário, pois você respira seu próprio ar que seu corpo descartou, cheio de gás carbônico. Não é possível que a pessoa seja tão estulta e não veja isso!
Você sabe que nem todo cientista pensa como você propala, de ficar somente em casa.
Outra, você já pensou nos milhões de informais que precisam sair de casa para buscar o pão cotidiano?
Vocês simplesmente são terríveis. E duvido que façam o que o (nome) falou ontem de que “ouvem os dois lados”.
Vocês até agora não falaram sobre como aumentar a imunidade. Por que?
Deixa a gente aborrecido, (nome) com as críticas que você faz ao governo Bolsonaro com a “enrolação”. Ora, ele deve agir com responsabilidade, dar o passo conforme a perna.
E nenhum elogio à vinda do recurso. Ingratidão! Jornalismo reprovável!
Felizmente já vi muita condenação moral em relação à conduta de vocês.
Vocês tem consciência de que a máscara faz mal e que deve ser usada somente quando estritamente necessário, pois com a máscara se inala ar quente, carregado de gás carbônico, que é nocivo à saúde.
As consequências vamos colocar na conta de vocês.
Essas políticas restritivas só vão protelar a saída da pandemia, agravando, em muito, o problema econômico.
Ficou ruim dos repórteres com máscara. Que motivo teria o (nome) para usar máscara, lá no interior, em campo aberto? Será que vocês não veem que é algo totalmente desnecessário?
Não tem ninguém em volta da (nome) e por que, então, usar máscara, que dificulta até a audição?
Máscara faz você inalar gás carbônico. Então, máscara somente em aglomerações. No mais, respira-se ar puro.
Sensatez sempre!
Tomar sol é algo essencial Fazer caminhadas, também. Sou diabético e preciso me movimentar.
Outra, as atividades das igrejas foi decidido que seriam vistos como serviços essenciais. Fica-se com a impressão de que estamos num país socialista.
Onde fica o direito de ir e vir, pois é possível ter uma vida normal com os devidos cuidados.
E os milhares de informais que precisam sair de casa diariamente para ganhar o pão cotidiano.
É só isolar as funcionárias e deixar o frigorífico atuando. Cada estultícia! Por isso o Brasil, com toda riqueza que tem, é tão pobre.
“Sair do sedentarismo em casa”. Pode? E tomar sol?
Essa política do fique em casa vai trazer danos muito graves como depressão, irritação, tédio e até suicídios, sem falar da miséria.
Gripe? O que eu faço? Eu me cuido e não tomo vacina, que pode ter reações violentas. Resultado: não pego gripe, nem os efeitos colaterais que a vacina pode gerar, nem dou despesas para o po-der público.
Ações no condomínio devem ser tomadas em Assembleia, e não, apenas no Conselho. Estamos virando uma ditadura?
Aos domingos tem que ficar em casa? Ora, os cultos foram declarados serviços essenciais. E como fica isso? São coisas conflitantes. É uma perseguição velada. Estamos de olho!
Será que vocês pensam nos milhares de informais quando dizem fique em casa, sendo que estes tem que sair de casa para ganhar o pão cotidiano? E não digam que os R$ 600,00 são suficientes.
Repito que vocês poderiam combater o fumo, pois afeta o pulmão, que torna a pessoa mais vulnerável quanto ao vírus da China. Também poderiam trazer informações de como aumentar a imunidade.

Carlos Trapp

13 de maio de 2020 / carlostrapp

Deus preparou pessoas para a perdição?

O texto de Romanos 9 é um dos mais controversos da Bíblia. Algumas afirmações parecem mostrar um Deus demasiadamente humano, tratando as pessoas de acordo com seu capricho particular. O que quer dizer afirmações como: “Amei a Jacó, e odiei a Esaú” (v. 13), e: “Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer” (v. 18). Mas nenhum verso do capítulo é mais inquietante do que o 22b, no qual o apóstolo fala dos “vasos da ira, preparados para a perdição”. Será que Deus preparou pessoas para a perdição?
O espaço impede um tratamento cuidadoso do capítulo e, consequentemente, dos versículos mencionados. Por isso, vamos focar na última citação. A comparação com o verso seguinte é bastante elucidativa. Neste, Paulo fala de “vasos de misericórdia, que para a glória já dantes preparou”. A conjugação verbal exige o pronome “Ele” elíptico: “que para a glória [Ele, Deus] já dantes preparou”. Mas o verso anterior não diz por quem os vasos de ira foram preparados para a perdição. Isso somado ao fato de que o verbo, na língua grega, pode ser compreendido na voz média: “preparados por si mesmos para a perdição”.
O próprio contexto fortalece essa ideia: Por que Deus diria que “suportou com muita paciência os vasos da ira” (v. 22) se Ele mesmo os tinha preparado para a perdição?
Que sentido faria falar da grande paciência divina para com pecadores que o próprio Deus havia determinado que agissem contra a Sua vontade? Nenhuma.
Por isso, é evidente que o texto fala de pecadores que, através dos seus pecados, haviam se preparado para receber o juízo de Deus, e não de um Deus que arbitrariamente havia escolhido uma porção da humanidade para receber a condenação.

Thiago Titillo é pastor batista, professor e escritor.

6 de maio de 2020 / carlostrapp

O que é possível fazer para aumentar a imunidade?

A pandemia do Covid-19 (coronavírus) despertou a atenção das pessoas para um cuidado essencial em relação à saúde: a manutenção da imunidade em níveis elevados, de modo a fornecer uma proteção adequada contra os agentes nocivos que podem causar doenças

O sistema imunológico é um conjunto de estruturas responsáveis por garantir a defesa e por manter o corpo funcionando livre de doenças.
Compreende todos os mecanismos pelos quais nosso organismo se defende de invasores como bactérias, vírus e parasitas.
O sistema imunológico também é responsável pela limpeza do organismo, ou seja, a retirada de células mortas, a renovação de determinadas estruturas, rejeição de enxertos, além de memória imunológica. Também é ativo contra células alteradas que diaria-mente surgem no nosso corpo como resultado de mitoses anormais: essas células, se não forem destruídas, podem dar origem a tumores.
Para reforçar a imunidade é preciso alguns cuidados, a serem cultivados diariamente, como:

Alimentar-se bem: A melhor forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável.

Praticar exercício físicos: Os exercícios físicos devem ser feitos pelo menos três vezes por semana, por um tempo médio de 30 a 40 minutos.

Higiene das mãos: Man-ter as mãos sempre adequada-mente limpas e evitar colocá-las na boca.

Higiene bucal: Cultivar hábitos de higiene bucal, como escovar os dentes após as refeições e usar sempre fio dental.

Ambiente salubre: Manter os ambientes sempre limpos, arejados e, especialmente, banhados de sol.

Alimentos que contribuem para a melhoria dos níveis de imunidade:

A receita básica é: alimente-se sempre com um prato de comida bem equilibrado com va- riedade de itens. Dê preferência a alimentos frescos e naturais, que são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico.

Alguns exemplos:

Alho e cebola: Excelentes para o sistema imunológico.
Contêm substâncias que estimulam enzimas e inibem o crescimento bacteriano.

Tomate: Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.

Cenoura e brócolis: Ambos são ricos em vitamina A. A deficiência dessa vitamina provoca uma redução no número de linfócitos, aumentando a probabilidade de infec-ções bacterianas, virais ou parasitárias.

Laranja, manga, morango e pimentão: Ricos em vitamina C, aumentam a produção de leucócitos, células de defesa que estimulam a resistência.

Castanha do Pará, amêndoas, nozes, e as folhas verdes: Contêm selênio, vitaminas e atuam como antioxidantes. Protegem as membranas celulares contra substâncias tóxicas, radiação e os temíveis radicais livres, que são liberados nas reações químicas naturais do organismo.

Carne, leite, peixes, aves, feijão e cereais integrais: Como esses alimentos contêm zinco e selênio, a deficiência pode causar diversas doenças imunológicas.

Ômega 3 (azeite e salmão): Auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.

Chocolate meio amargo e linhaça: Contêm antioxidantes e propriedades que defendem o organismo.

Jornal Novas, março/2020

27 de abril de 2020 / carlostrapp

Bolsonaro e os valores de nosso Brasil

Com tristeza vejo a decisão tomada por Moro de expor situações com as quais ele tinha concordado. Nesses 30 anos de Ministério Público e mais 27 como filho de Juiz, aprendi que o pior caráter é aquele que entrega os outros por atitudes que até um dia atrás lhes eram convenientes. Não custaria nada a ninguém sair de cabeça erguida e em silêncio.

Vou mandar duas mensagens muito importantes para os eleitores de Bolsonaro. Ou para quem votou e se arrependeu.

A primeira mensagem: Resumindo o cenário atual, apesar das calúnias, difamações, do pessimismo e dos discursos negativos da oposição, o Brasil estava indo muito bem, o PIB aumentou, os juros tiveram queda histórica, a bolsa de valores teve altas históricas, a criminalidade e o desemprego diminuíram, o salário aumentou, a economia cresceu, empresas e indústrias abrindo, promessas e posicionamentos políticos se cumprindo, e muito mais.

De repente, veio uma pandemia que trouxe uma crise de saúde, que gerou uma crise econômica, que está gerando uma crise política. O cenário perfeito para a oposição deitar e rolar. Se antes eles criavam caso com um simples espirro agora uma exoneração de um ministro virou um escândalo nacional. Lembrando que nos governos anteriores ninguém sabia nem o que era um ministro, muito menos quem eles eram. Esses cargos sempre foram ocupados com politicagem, às escondidas e ninguém nunca reclamou de nada. Agora pela pressão da mídia e da oposição qualquer coisa que acontece no governo é transformada em um fim de mundo.

Nesses últimos dias aconteceu o escândalo sobre a mudança do ministro da saúde, agora o escândalo sobre a mudança do diretor da PF e a demissão do Ministro da Justiça. Lembrando que a oposição nunca elogiou o presidente por ter nomeado nenhum desses ministros, muito menos elogiou algum desses ministros ou suas competências, pelo contrário, todos os ministros do governo eram taxados de loucos e incompetentes pela oposição. Sobre o diretor da PF nem se fala, ninguém nem sabe quem é nem nunca ouviu falar, mas agora virou a bola da vez. Ou seja, para a oposição nenhum membro do governo, nunca prestou, mas somente depois que qualquer um deles deixam o governo, de repente eles viram santos.

Para a oposição, ainda ontem Moro era o golpista que prendeu o dito cujo inocente, mas a partir do momento que Moro deixou o cargo virou um herói; a mesma coisa aconteceu com o Mandetta. Ou seja, a oposição sempre vai ser do contra, eles sempre vão criar um discurso para tentar destruir Bolsonaro.

Esses discursos hipócritas e tendenciosos da oposição já são esperados, mas vale à pena chamar atenção, então, não se deixe enganar por quem perdeu as eleições e perdeu o poder para Bolsonaro, pois já é de se esperar que eles façam de tudo para destruir Bolsonaro com o objetivo de voltar ao poder. Portanto, não se deixem enganar, o ideal é nem dar ouvidos as enganações da oposição; lembre-se que o objetivo deles é apenas destruir o atual governo, na intenção de voltar ao poder.

A segunda mensagem: Vou tentar resumir um livro em uma página: Nunca esqueça os motivos que fizeram você votar em Bolsonaro. Eu digo para você eleitor, que o escolheu principalmente pelas suas ideologias políticas. Vou citar algumas ideologias políticas dos candidatos da oposição que Bolsonaro veio para combater: A oposição é a favor do aborto, das drogas, da ideologia de gênero para crianças, a favor da causa LGBT, como foi visto nos últimos anos e a disseminação dessas ideias, até mesmo usando dinheiro público para promover parada gay e produzir material didático infantil através do MEC, para doutrinação homossexual de crianças. Nesse meio existem até mesmo políticas em defesa da pedofilia, querendo descaracterizar como crime, e colocar apenas um desvio psicológico. A oposição é contra a família tradicional, e nos últimos anos já conseguiram mudar a constituição e já descaracterizaram a família tradicional, pois antes era homem, mulher e sua prole, pai e mãe; agora família é qualquer coisa, e até os conceitos de pai e mãe eles querem destruir.

Eles promovem lutas de classes, brancos contra negros, heteros contra gays, ricos contra pobres, homens contra mulheres (vide feminismo), e muitas outras coisas; é o “nós contra eles”. Também usam o povo como massa de manobra, pondo uns contra os outros com a estratégia de dividir para conquistar (vide marxismo). Eles são contra os valores tradicionais da sociedade, contra valores religiosos cristãos que é crença da maioria dos brasileiros.

A oposição é contra polícia que é generalizada e taxada como agressora, corrupta e incompetente. A oposição defende políticas a favor de bandidos, que são taxados como vítimas da sociedade; são a favor de políticas de desencarceramento, diminuição de pena, audiências de custódia para liberar bandidos até mesmo no ato da prisão, é o “prende e solta”. A oposição é a favor de políticas de desarmamento da população, só bandidos podem andar armados, o cidadão não tem o direito de defesa da sua própria vida ou de defesa da sua família.

A oposição é a favor da censura da mídia e da internet, contra a liberdade de expressão, através do marco civil da internet e propostas de campanha que incluíam regulação da mídia.

A oposição não respeita o direito de propriedade privada (vide MST e MTST). A oposição é contra o capitalismo a favor do comunismo e socialismo; eles são contra o livre comércio. Eles são inimigos dos Estados Unidos e amigos de ditaduras esquerdistas como Cuba e Venezuela; são parceiros políticos dessas ditaduras e tem esses países, de quinta categoria, como referência para reproduzirem suas políticas no Brasil.

Enfim, existem muitas outras coisas que poderiam ser ditas e o texto ficaria ainda maior, mas basta dizer que Bolsonaro tem uma ideologia política totalmente contrária a toda essa patifaria, sendo que ele veio para acabar com a festa dessa corja, por isso que eles estão tão empenhados em destruir Bolsonaro a todo custo para voltar ao poder.

Eles são capazes de falar e de fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos mesquinhos na tentativa de voltar ao poder.

Nunca se esqueça dos ideais políticos que Bolsonaro representa, e não caia na lábia da oposição que vai falar e fazer de tudo para destruir a imagem do nosso presidente eleito democraticamente.

Eles perderam as eleições, e agora estão tentando virar o jogo. Então, não entre no jogo deles. E por mais que Bolsonaro erre, porque ele é humano e falho como qualquer outra pessoa, por mais que ele erre feio, muito feio mesmo, não entre no jogo deles. Na pior das hipóteses se Bolsonaro for tudo de ruim que eles dizem, mesmo assim seria menos pior do que todas essas ideologias nefastas que eles defendem e que tem destruído nossa nação.

Lembre-se que tudo é importante, porém o mais importante no final das contas é a ideologia política que cada candidato defende. Uma ideologia política ruim pode tirar seu direito a liberdade de expressão, pode tirar seu direito de defesa da própria vida, pode até mesmo tirar a sua vida ou a vida de outros inocentes. Uma ideologia política ruim pode te alienar, te escravizar, pode tirar suas posses, tirar sua saúde, pode destruir a educação, a inocência e o futuro dos seus filhos, pode perseguir sua fé, seus ideais e sua liberdade de ir e vir. Uma ideologia política ruim pode fazer tudo isso e muito mais, por isso antes de cair na lábia da oposição e pensar em abandonar Bolsonaro, não se esqueça que outro vai ter que ocupar o lugar dele, e quem será? Pode ter certeza que os mesmos que lhe enganaram e lhe colocaram contra Bolsonaro, vão estar prontos para voltar ao poder, e dessa vez com ódio e sede de vingança para nunca mais sair do poder.

Nunca se deixe enganar por eles, as consequências podem ser muito graves. Vamos permanecer sóbrios, analisar as coisas com calma; então, não se deixar levar pelas emoções e pelos enganos, precisamos permanecer atentos e conscientes. Está dado o recado. Que Deus abençoe a todos!

Lembrando que essa mensagem é somente para os eleitores de Bolsonaro. Portanto, não dê espaço para que a oposição, mais uma vez, se aproveite para vomitar suas difamações e discursos de ódio aqui também. Dessa vez não entre em debates vãos.

Pelo bem do nosso país, marque pelo menos cinco amigos que vão ler esse texto. Repassem essa mensagem, divulguem nas redes sociais.

BRENO LINTZ, promotor de Uberlândia, MG

 

20 de maio de 2018 / carlostrapp

Os valores e princípios cristãos imprescindíveis para o sucesso de uma nação

Neste ano, estamos diante de uma eleição para presidente, senadores, governador, deputados federais e estaduais, fato que nos leva a pensar em melhorias para o nosso país, afetado pelos mais variados problemas. E para visualizar isto, cito um texto extraído do site do Fórum Evangélico Nacional Social e Político (Fenasp), que trata de valores e princípios necessários para o desenvolvimento de um país, e fazer um breve comentário após. Eis o texto:

“Há cerca de oito anos, o mundo recebeu a notícia que, o sucesso ou fracasso das nações, não dependia de suas economias ou recursos naturais, mas sim de suas instituições. Essa informação foi a conclusão de uma profunda pesquisa feita através da história comparada das nações, por Douglas North, dos Estados Unidos, que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Economia.

‘Instituições’, segundo North, não se resumem apenas às estruturas jurídicas-legais ou aos sistemas de governos, mas sim aos seus valores, crenças e culturas consensualmente aceitas pela sociedade. É aí que nós entramos.

Como se forma o conjunto de princípios que constituem esta ‘cultura’ de valores? Quem lhes dá forma? De onde vem o ‘jeito’ de viver, de se comprometer, de acreditar em si e nos outros? São forças quase invisíveis que compõem esse quadro, até há pouco tido como inofensivo e sem valor substancial à nação.

A chamada cultura popular é sim a base de desenvolvimento de um país, pois nela se sustentam as demais relações da vida, como mostra North.

Na entrevista dada à revista Veja, ele menciona acreditar serem essas as bases para o desenvolvimento dos países nórdicos, chamados de ‘Ética protestante’.

É nesta seara, nos meandros da sociedade, que trabalham todos os dias, semanas, meses e anos, um exército de pastores, líderes e igrejas em todas as camadas sociais do país. Dos mais ricos bairros a mais carente favela brasileira e até mesmo, nas penitenciárias e casas de detenções.

O quadro desenhado por North a respeito do ambiente necessário ao sucesso de um povo, é no mínimo intrigante e coincide com a interpretação que damos à vida e ao evangelho para o homem comum.

Segundo North, ‘Instituições positivas’ são traduzidas por confiança mútua, ética no trabalho, senso comunitário, valorização social do mérito e do esforço individual, cumprimento dos compromissos. São, por ele, enumeradas como valores que levam um povo à maturidade, ao progresso e à prosperidade.

‘Instituições negativas’ como desconfiança do próximo, valorização do mínimo esforço, esperteza, malícia, a cultura do ‘levar vantagem em tudo’, cobiça da propriedade alheia, falta de compromisso com a palavra dada e contratos, levam à desagregação, aos conflitos sociais permanentes, de onde nascem à corrupção generalizada e o desinteresse ao empreendimento, tanto individual como coletivo.

As verdades do evangelho são mais atuais e necessárias que se podia imaginar. Vemos que a igreja hoje é fundamental e imprescindível em qualquer sociedade, por ser a agência que deve, prioritariamente, propagar e difundir tais valores.

Sem Deus o homem está sem rumo, sem destino, sem referencial, sem valores. É a instituição negativa onde cada um tenta sobreviver por si próprio, tirar vantagem de tudo e de todos. Parece que vivemos este filme aqui no Brasil. Infelizmente!”

O texto nos fala que a igreja cristã tem um papel importante na difusão de valores dos quais a sociedade não pode abrir mão, caso queira se desenvolver. E aí entram alguns questionamentos: Será que a igreja está cumprindo esse papel, ou está se preocupando apenas com os seus membros? A igreja está preocupada em ser a “consciência da sociedade”, ou ela está praticamente alienada do que acontece além das quatro paredes? Será que a igreja está instruindo os membros a serem bons cidadãos? Será que se ora constantemente pelas autoridades constituídas?

Deixo estas perguntas para que analisemos nossa atuação na sociedade, para ver se estamos cumprindo o nosso dever para que os princípios e valores supracitados sejam inculcados em nossa sociedade, e para que alcancemos mais desenvolvimento e tranquilidade em nosso querido Brasil.

Para finalizar, chamo a atenção para as eleições deste ano, solicitando aos eleitores para que sejamos criteriosos, a fim de eleger candidatos comprometidos com os princípios esposados pela Bíblia.

Pr. Carlos Trapp

25 de agosto de 2017 / carlostrapp

Eu e a Globo

Eu, como me costumo identificar, sou pastor batista e jornalista. Também digo que nasci no RS e resido em Campo Grande, desde 1991, e sou casado com Simone Nogueira de Moraes Trapp. Já a Globo (estou falando da TV aberta, pois não tenho TV a cabo) é a maior emissora de televisão do Brasil.

Costumo assistir os telejornais da Globo, na medida do possível. Mas também procuro observar sua programação, embora superficialmente.

As novelas eu não assisto, mas pela propaganda que se faz delas já consigo ter uma noção de que são carregadas de intrigas, traições, conflitos, enganos, e assim por diante. Diz-se que as mesmas retratam a realidade brasileira. Confesso que em nosso país há muitos problemas, mas também há famílias bem estruturadas, cristãs, com as quais, nem de longe, as novelas se identificam.

A Globo poderia aproveitar as novelas para serem um referencial aos brasileiros, em questão de apresentar famílias ordeiras, com filhos bem educados; com os pais, cada um cumprindo o seu papel, com o homem sendo o provedor do lar e a mulher a Rainha do Lar. E repito: com filhos bem educados, nutridos e instruídos, pois esta é a maior contribuição que os pais podem dar à sociedade.

Outro fato que chama a atenção nessa emissora de TV é a sua postura em relação aos evangélicos. Outras emissoras (canais abertos), de madrugada, apresentam programas cristãos, mas a Globo, não.

No campo político, a Globo, às vezes de forma velada, em outra situação, de modo mais explícito, demonstra sua preferência. No caso da política americana, em relação à última eleição presidencial, demonstrou sua clara preferência pela Hillary Clinton, do partido Democrata, que é o PT norte-americano. Essa preferência continua com as contínuas críticas ao presidente Donald J. Trump.

Mais um detalhe, um tanto quanto sutil, é que várias apresentadoras dos telejornais estão usando, ultimamente, roupas mais decotadas. Isso traz um questionamento em relação à próxima “ousadia” da emissora.

Como há a possibilidade de a gente interagir através do WhatsApp, mandei uma mensagem hoje cedo (dia 23 de agosto) falando que a emissora não dá espaço a um religioso (padre ou pastor) para opinar em situações como stress (o assunto no Bom dia, MS era esse).

Também sugeri que em caso de conflitos entre casais não há necessidade de logo se partir para uma demanda, uma denúncia, mas a busca de solução de conflitos, e isso também com o contato com um religioso. Mas também não deram atenção para isso, quando estavam tratando da Lei Maria da Penha!

Como podem ver, eu e a Globo temos nossas divergências. E o que eu quero deixar para o leitor é que devemos ver o mundo ao nosso redor com olhos críticos e reagir em relação ao que está errado e propor o que é certo, destacando que a imprensa tem uma influência muito grande na sociedade!

Eu e a Globo: Pouco a ver!

Carlos Osmar Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928).

17 de outubro de 2021 / carlostrapp

Ecos do contexto

Já passamos a primeira quinzena do mês de setembro.
Já tivemos as manifestações gigantes do Dia da Independência, onde o povo manifestou o seu desejo de liberdade, contra as arbitrariedades praticadas por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), entre as quais a ingerência no Poder Legislativo e no Executivo.
Há pessoas presas por “crime de opinião”; houve reuniões de integrantes do STF com representantes políticos, quanto à questão do voto impresso e contagem pública de votos, o que é interferência nos poderes; o STF já tomou decisões que eram de competência do Congresso, como foi o caso da equiparação da tal “homofobia” em relação ao crime de racismo, que são coisas bem distintas.
Então, nada mais plausível do que o povo reagir e mostrar a sua contrariedade em relação a esses fatos, se manifestando pacificamente, como aconteceu.

Datas importantes: Os presbiterianos comemo-raram no dia 12 de agosto a chegada do primeiro missionário ao Brasil. Trata-se do Rev. Ashbel Green Simonton. Embora já em 1558 um grupo de cristãos huguenotes havia chegado ao Brasil, mas que foram martirizados à época, fato que ficou conhecido como A tragédia da Guanabara.
Mas a vinda de Simonton, embora tenha falecido precocemente, teve a felicidade de ver seu trabalho frutificando, tendo hoje cerca de 650 mil membros, em mais de 6 mil igrejas e congregações, distribuídos em 362 presbitérios, agrupados em 87 sínodos.

Já os batistas tiveram duas datas importantes: A primeira foi no dia 20 de agosto, quando foram lembrados os 110 anos desde a organização da primeira igreja batista em solo mato-grossense (Estado indiviso).
No início, o trabalho foi dificil por causa das perseguições que os primeiros cristãos sofreram, mas a persistência fez com que chegassem a todos os municípios de nosso Estado.
Hoje, temos em todo o Estado, 296 igrejas e congregações, divididas em seis associações, com 37 mil membros, e cerca de 400 pastores.
Há, inclusive, igrejas que tem atividades religiosas fora da Brasil, levando o evangelho além-mar.
Que Deus abençoe o tra-balho evangelístico e missio-nário de todos os cristãos, para que todos sejam alcançados pelo evangelho (Mc 16.15,16).
Já no dia 10 de setembro, comemoraram 150 anos da organização primeira igreja batista em solo brasileiro, mais precisamente em Santa Bárbara do Oeste, SP.
Hoje, os batistas estão em todos os estados brasileiros, divididos em 33 convenções estaduais, com 13 mil igrejas e congregações, com cerca de 15 mil pastores, e contando com cerca de três milhões e meio de membros.
Possuem três seminários institucionais, fora os que pertencem a convenções estaduais, associações e igrejas. Além disso, possuem duas juntas missionárias: Uma que abrange o país e outra que visa alcançar o mundo, cujos endereços eletrônicos são os seguintes: missoesnacionais.org.com e missoesmundiais.com.br

Quanto à pandemia, temos visto, graças a Deus, um arrefecimento da incidência, e amanhã, dia 20, devem ser liberadas mais atividades.
Espero em Deus que em breve estejamos totalmente livre desse incômodo.

Ligado à pandemia temos o passaporte sanitário que visa exigir o uso da cartei-rinha de vacinação para a entrada em certos recintos.
Entendo que isso é algo inconstitucional, pois obriga a pessoa a se deixar vacinar.
Lembro que ninguém deve ser obrigado a se vacianar. Com isso não estou estimulando a pessoa a fugir da vacina, apenas lembrando da não obrigatoriedade, até porque existem formas de a pessoa se proteger contra o vírus. Por exemplo, eu tomo dois antivirais, procuro observar o distanciamento, lavar as mãos, uso de máscara em ambientes fechados, observar Provérbios 18.14, e assim por diante.
Acabei de ver num grupo de WhatsApp, a seguinte mensagem:
Cada ser humano escolhe o que deseja, não é? Ao menos é que o almejamos num País Democrático.
O cidadão decide, mesmo com todas as propagandas advertindo o mal que causa a saúde:
• Fumar cigarro ou maconha ou não fumar!
• Injetar drogas em seu próprio corpo ou não injetar!
• Ingerir bebidas alcoólicas ou não ingerir!
Quanto as prevenções de saúde, cada cidadão decide:
• Vacinar contra H1N1 ou não vacinar!
• Vacinar contra Pneumonia ou não vacinar! (Neste dois casos acima, as vacinas encontram-se disponíveis gratuitamente para pequenos “grupos de risco” da sociedade).
Não pode ser diferente com essa pandemia – Covid 19.
Cada cidadão deve ter a livre escolha de:
• Fazer uso de medicamento precoce ou não fazer.
• Vacinar com vacinas experimentais ou não vacinar.
É preciso garantir o direito de escolha, assim como se escolhe um candidato a um cargo público, o futuro cônjuge, e assim por diante!
Nota: O foco não é o certo ou errado, mas a liberdade de escolha. Você não deve obrigar alguém a ser cristão, por exemplo: Se não for cristão não entra aqui!

Pr. Carlos Trapp

11 de outubro de 2021 / carlostrapp

Ecos do contexto

Já passamos a primeira quinzena do mês de setembro.
Já tivemos as manifestações gigantes do Dia da Independência, onde o povo manifestou o seu desejo de liberdade, contra as arbitrariedades praticadas por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), entre as quais a ingerência no Poder Legislativo e no Executivo.
Há pessoas presas por “crime de opinião”; houve reuniões de integrantes do STF com representantes políticos, quanto à questão do voto impresso e contagem pública de votos, o que é interferência nos poderes; o STF já tomou decisões que eram de competência do Congresso, como foi o caso da equiparação da tal “homofobia” em relação ao crime de racismo, que são coisas bem distintas.
Então, nada mais plausível do que o povo reagir e mostrar a sua contrariedade em relação a esses fatos, se manifestando pacificamente, como aconteceu.

Datas importantes: Os presbiterianos comemo-raram no dia 12 de agosto a chegada do primeiro missionário ao Brasil. Trata-se do Rev. Ashbel Green Simonton. Embora já em 1558 um grupo de cristãos huguenotes havia chegado ao Brasil, mas que foram martirizados à época, fato que ficou conhecido como A tragédia da Guanabara.
Mas a vinda de Simonton, embora tenha falecido precocemente, teve a felicidade de ver seu trabalho frutificando, tendo hoje cerca de 650 mil membros, em mais de 6 mil igrejas e congregações, distribuídos em 362 presbitérios, agrupados em 87 sínodos.

Já os batistas tiveram duas datas importantes: A primeira foi no dia 20 de agosto, quando foram lembrados os 110 anos desde a organização da primeira igreja batista em solo mato-grossense (Estado indiviso).
No início, o trabalho foi dificil por causa das perseguições que os primeiros cristãos sofreram, mas a persistência fez com que chegassem a todos os municípios de nosso Estado.
Hoje, temos em todo o Estado, 296 igrejas e congregações, divididas em seis associações, com 37 mil membros, e cerca de 400 pastores.
Há, inclusive, igrejas que tem atividades religiosas fora da Brasil, levando o evangelho além-mar.
Que Deus abençoe o tra-balho evangelístico e missio-nário de todos os cristãos, para que todos sejam alcançados pelo evangelho (Mc 16.15,16).
Já no dia 10 de setembro, comemoraram 150 anos da organização primeira igreja batista em solo brasileiro, mais precisamente em Santa Bárbara do Oeste, SP.
Hoje, os batistas estão em todos os estados brasileiros, divididos em 33 convenções estaduais, com 13 mil igrejas e congregações, com cerca de 15 mil pastores, e contando com cerca de três milhões e meio de membros.
Possuem três seminários institucionais, fora os que pertencem a convenções estaduais, associações e igrejas. Além disso, possuem duas juntas missionárias: Uma que abrange o país e outra que visa alcançar o mundo, cujos endereços eletrônicos são os seguintes: missoesnacionais.org.com e missoesmundiais.com.br

Quanto à pandemia, temos visto, graças a Deus, um arrefecimento da incidência, e amanhã, dia 20, devem ser liberadas mais atividades.
Espero em Deus que em breve estejamos totalmente livre desse incômodo.

Ligado à pandemia temos o passaporte sanitário que visa exigir o uso da cartei-rinha de vacinação para a entrada em certos recintos.
Entendo que isso é algo inconstitucional, pois obriga a pessoa a se deixar vacinar.
Lembro que ninguém deve ser obrigado a se vacinar. Com isso não estou estimulando a pessoa a fugir da vacina, apenas lembrando da não obrigatoriedade, até porque existem formas de a pessoa se proteger contra o vírus. Por exemplo, eu tomo dois antivirais, procuro observar o distanciamento, lavar as mãos, uso de máscara em ambientes fechados, observar Provérbios 18.14, e assim por diante.
Acabei de ver num grupo de WhatsApp, a seguinte mensagem:
Cada ser humano escolhe o que deseja, não é? Ao menos é que o almejamos num País Democrático.
O cidadão decide, mesmo com todas as propagandas advertindo o mal que causa a saúde:
• Fumar cigarro ou maconha ou não fumar!
• Injetar drogas em seu próprio corpo ou não injetar!
• Ingerir bebidas alcoólicas ou não ingerir!
Quanto as prevenções de saúde, cada cidadão decide:
• Vacinar contra H1N1 ou não vacinar!
• Vacinar contra Pneumonia ou não vacinar! (Neste dois casos acima, as vacinas encontram-se disponíveis gratuitamente para pequenos “grupos de risco” da sociedade).
Não pode ser diferente com essa pandemia – Covid 19.
Cada cidadão deve ter a livre escolha de:
• Fazer uso de medicamento precoce ou não fazer.
• Vacinar com vacinas experimentais ou não vacinar.
É preciso garantir o direito de escolha, assim como se escolhe um candidato a um cargo público, o futuro cônjuge, e assim por diante!
Nota: O foco não é o certo ou errado, mas a liberdade de escolha. Você não deve obrigar alguém a ser cristão, por exemplo: Se não for cristão não entra aqui!

Pr. Carlos Trapp

16 de setembro de 2021 / carlostrapp

Há 162 anos, uma semente foi plantada eaté hoje a árvore cresce frondosa

A primeira mensagem da fé cristã de tradição reformada foi proclamada em terras brasileiras, ainda muito cedo, no longínquo ano de 1558, quando um grupo de huguenotes franceses, chegados ao Brasil um ano antes, foi martirizado na então “França Antártica” (hoje Rio de Janeiro), no episódio que ficou conhecido como “A Tragédia da Guanabara”, que deu origem à Confissão de Fé da Guanabara, o primeiro escrito pro-testante redigido no Brasil e de todo o Continente Americano.
A Fé Reformada voltou ao Brasil no século XVII, sendo pregada pelos holandeses na Região Nordeste aos nativos. No auge do trabalho reformado, existiam 22 igrejas instituídas, organizadas em dois presbitérios e um sínodo regional. As Igrejas Reformadas realizaram muitos trabalhos missionários nas aldeias dos indígenas, usando uma tradução em tupi do Catecismo de Heidelberg, o que levou a conversão de indígenas e até mesmo a ordenação de mi-nistros nativos para as igrejas locais, formados na Universidade de Leiden; mas esse trabalho foi duramente perseguido após a expulsão dos holandeses do Brasil.
Mas em 12 de agosto de 1859, chega ao Brasil um jovem missionário, o Rev. Ashbel Green Simonton (1833-1867), pioneiro presbiteriano em nossa pátria! Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), juntamente com o Rev. José Manoel da Conceição (1822-1873), o primeiro pastor evangélico brasileiro, foram os personagens mais notáveis dos primórdios do protestantismo no Brasil.
Simonton, nasceu em West Hannover, no sul da Pensilvânia, filho do médico William Simonton e de Martha Davis Snodgrass, filha de um pastor presbiteriano. Ashbel era o mais novo de nove irmãos, sendo que um deles, James Snodgrass Simonton, quatro anos mais velho que Ashbel, viveu por três anos no Brasil e foi professor na cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro. Uma das quatro irmãs, Elizabeth Wiggins Simonton (1822-1879), conhecida como Lille, veio a casar-se com o Rev. Alexander Latimer Blackford, vindo com ele para o Brasil.
Simonton, influenciado por um reavivamento em 1855, fez a sua profissão de fé e, pouco depois, ingressou no Seminário de Princeton. Um sermão pregado por seu professor, o famoso teólogo Charles Hodge, levou-o a considerar o trabalho missionário no estrangeiro. Três anos depois, candidatou-se perante a Junta de Missões da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, citando o Brasil como campo de sua prefe-rência. Dois meses após a sua ordenação, embarcou para o Brasil, chegando ao Rio de Janeiro em 12 de agosto de 1859, aos 26 anos de idade, vindo a falecer, de febre amarela, aos 34 anos, em 1867, no Rio de Janeiro – sua esposa, Helen Murdoch, falecera três anos antes, também em terras brasileiras. Apenas oito anos, mas preciosos para o Reino de Deus.
Foi sucedido pelo Rev. Alexander Latimer Blackford, nascido em 09 de janeiro de 1829, em Martins Ferry, Ohio. Blackford formou-se em teologia pelo Western Theological Seminary, sendo ordenado mi-nistro presbiteriano em 20 de abril do mesmo ano, vindo para o Brasil com sua esposa (Elizabeth Blackford, irmã de Simonton) em 25 de julho de 1860, para auxiliar seu cunhado. Foi incansável na evangelização dos brasileiros, viajando por toda a região de São Paulo e Minas Gerais, pregando o evangelho segundo a tradição reformada. Em 05 de março de 1865, organizou a Igreja Presbiteriana de São Paulo, sendo o seu primeiro pastor. Após a morte de seus cunhados, ficou responsável também pelo cuidado e educação de sua sobrinha, Helen Murdoch Simonton.
Um dos frutos desse esforço missionário foi o Rev. José Manoel da Conceição, o primeiro brasileiro a ser ordenado ministro protestante, em 1865. Ex-padre, após alcançado pelo trabalho do Rev. Blackford, visitou incansavelmente dezenas de vilas e cidades no interior de São Paulo, Vale do Paraíba e sul de Minas, pregando e fundando comunidades, tendo sido bastante perseguido em suas peregrinações – não poucas vezes sendo alvo de agressões físicas. Faleceu na região do Vale do Paraíba, no Natal de 1873, devido a ferimentos sofridos.
Em sua memória, aos 11 de fevereiro de 1980, foi fundado o Seminário Teológico Presbiteriano, Reverendo José Manoel da Conceição – JMC, em São Paulo-SP.
A Igreja Presbiteriana é uma federação de igrejas que tem em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a Igreja Presbiteriana do Brasil pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, e é uma das primeiras Igrejas protestantes em nosso país, antecedida apenas pela Igreja Evangélica Fluminense, fruto do ministério autônomo iniciado pelo também presbiteriano, Rev. Robert Reid Kalley. Mais tarde, ao longo do século 20, surgiram outras igrejas congêneres, que também se consideram herdeiras da tradição calvinista, como Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (1903), a Igreja Presbiteriana Conservadora (1940), a Igreja Presbiteriana Fundamentalista (1956), a Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil (1975), e Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (1978) – assim como algumas igrejas criadas por imigrantes vindos da Europa continental, tais como suíços, holandeses e húngaros.
Hoje a IPB conta, conforme o último levantamento consolidado (2016), com 649 mil membros, em 2.805 igrejas e 3.256 congregações e pontos de pregação. Entre 2004 e 2016, a Igreja cresceu cerca de 37,14%, enquanto o IBGE apontou, no mesmo período, um crescimento da população de 10,69%. Hoje as Igrejas estão distribuídas em 362 presbitérios, por sua vez agrupados em 87 sínodos. A instância maior da IPB é o Supremo Concílio, cujo atual presidente é o Rev. Roberto Brasileiro Silva, reeleito na última reunião ordinária (2018) para um mandato de 04 anos. O vice-presidente é o Rev. Augustus Nicodemus Lopes.
Possui diversas autarquias missionárias, das quais se destacam a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) e Junta de Missões Nacionais, com missionários em todo o território nacional e em todos os continentes.
A Missão Evangélica Caiuá, em Dourados-MS, também é um trabalho da IPB. além disso, possui diversos hospitais e intituições educacionais espalhados pelo Brasil, desde escolas e colégios até universidades, como, por exemplo, o Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo-SP (este último, agora, com extensão em nosso Estado através da Escola Presbiteriana Erasmo Braga, em Dourados-MS). Possui ainda 08 seminários para formação teológica de pastores, tanto presbiterianos quanto de ou-tras denominações evangélicas.
Nada disso teria sido possível sem aqueles que colocaram suas vidas no altar de Deus, para serem usados conforme o Seu eterno propósito. Lembramo-nos dos pioneiros, mas a glória pertence somente ao Senhor, que através de incontáveis servos e servas fiéis tem resgatado vidas para o Seu Reino. Como escreveu um missionário, “a missão do ide é dada aos discípulos – mas primeiro recebemos o Espírito Santo que nos capacita a cumprir a missão recebida. A proclamação do evangelho, é então nossa responsabilidade e nosso privilégio”. Até que o Rei volte, devemos trabalhar para que Sua árvore continue crescendo e dando frutos de justiça e louvor para a honra de Deus, o Pai!
Nossa certeza é a mesma do Rev. Ashbel Green Simonton, há mais de um século e meio: “amanhã, quando eu acordar, Deus estará comigo; e, se acaso não acordar, eu estarei com Ele”.

Rev. Clemente A. Albuquerque Jr, pastor da 3ª Igreja Presbiteriana em Campo Grande

Com consultas a:

  • CRESPIN, Jéan. “A TRAGÉDIA DA GUANABARA”. Editora CPAD, 1ª Edição: 2006.
  • MATOS, Adão Carlos Matos; NASCIMENTO, Alderi Souza De. “O QUE TODO PRESBITERIANO INTELIGENTE DEVE SABER”. Editora Z3Ideias, 1ª Ediçao: 2007.
  • https://www.ipb.org.br/
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/
15 de setembro de 2021 / carlostrapp

Meu pai amigo

No dia 08 de agosto, comemoramos o Dia dos Pais.
Aproveitei para escrever esse texto e o publiquei no Facebook e no meu blog, onde procuro destacar algumas qualidades de meu falecido papai, dentre as quais a amizade que ele cultivava comigo.
Eis o texto que publiquei, que sofreu alguns acréscimos:
Tive o privilégio de ter um pai amigo, entre outras virtudes.
Se estivesse vivo, teria 91 anos; faleceu, prematuramente, aos 54 anos de idade, vítima de cirrose hepática. Era casado com Elsi Trapp, que faleceu no ano passado (20 de janeiro), e tiveram dois filhos: eu e a minha irmã, Anelise.
Quero destacar algumas virtudes:

  • Amigo: Meu pai gostava de me levar para onde ia, sempre que possível, sinal que ele gostava de estar comigo e, consequentemente, eu gostava de estar com ele. Saíamos a pé, a cavalo, de bicicleta e de carroça, puxado por bois ou cavalos. Lembro que íamos aos cultos de carroça.
  • Caprichoso: Meu pai gostava de fazer as coisas com capricho, tanto na lavoura, como em casa. Ao capinar, procura não deixar um pé de mato para trás, e até chamava à atenção se eu ou a mamãe deixávamos algo para trás. Se construía algum brinquedo para mim, o fazia com esmero.
  • Rigoroso: Ele falava para mim, quanto à disciplina: “Eu falo duas vezes; na terceira, a vara entra em ação, ou assovia”. O rigor de meu pai me ajudou a me livrar de muitos males, sendo que hoje tem muitos pais que pensam que rigor e disciplina são nocivos, e não é isso, conforme a própria Bíblia diz: “O que retém a vara aborrece o seu filho, mas aquele que o ama, cedo, o disciplina” (Pv 13.24).
  • Leitor: Ele recebia material da Alemanha, através de um amigo, como revistas e livros. Também assinou, por longo tempo, uma revista chamada Kirchenblatt (Folha Eclesiástica), que era da Igreja Luterana. Lia à luz de lamparina, pois não havia energia elétrica. Às vezes, passava a noite lendo. Tinha uma Bíblia em alemão, de uma Editora Católica, em letras góticas, impressa na Alemanha, do ano de 1900, sem os livros apócrifos (hoje está comigo). Também possuía um livro sobre Medicina, chamado Der Hausarzt (O médico caseiro), impresso nos Estados Unidos, em língua alemã. Aprendi a ler com meu pai, que me comprou livros escolares e eclesiásticos.
  • Trabalhador: Morávamos na colônia, tanto no RS como no PR, para onde nos mudamos em 1970. No RS, além da cultura do milho, feijão, soja, batata doce, cana de açúcar, tínhamos uma lavoura de arroz irrigado. Pouco dependíamos de compras na “venda” como chamávamos o comércio local. Tínhamos um pequeno rebanho de gado: uma junta de bois, uma vaca, alguns bezerros, dois cavalos, além de galinhas e porcos. Fazíamos melado e “schmier”, uma espécie de doce para colocar no pão, que era feito de melado, com alguma fruta ou legume. Esse serviço geralmente era feito no inverno e em tempos úmidos, quando se levantava bem cedo para dar conta do serviço. Meu pai não deixava ninguém reclamar de algo; todos tinham que ter boa vontade para trabalhar. Aproveitávamos para assar batatas doces no fogo com o qual era feito o melado. Acrescento aqui que esse melado causava cáries, pois nem sabíamos o que era uma escova de dente. O melado também era aproveitado para fazer pé de moleque, muito usado junto ao chimarrão.
  • Formação: Meu pai tinha apenas o Primário, como era conhecido à época. Ele se preocupou com a minha formação, ao me colocar numa escola particular confessional luterana, que era paga, que ficava um pouco mais distante da escola pública. Já estava tudo encaminhado para que eu ficasse na casa de alguém na cidade para fazer o Ginásio. Esse plano só foi interrompido com a venda da nossa terra (12 hectares) e a consequente mudança para o PR, onde meu pai veio a falecer em 1984.
  • Gratidão: Quero agradecer a Deus por meu pai, por tudo de bom que me passou, lembrando que no momento do falecimento de meu pai, eu disse que assumiria o compromisso de honrar meu pai, do legado que ele deixou.
    Um pai cheio de virtudes é uma grande bênção.
    Parabéns aos pais e que você possa ser um pai assim!
  • Carlos Trapp

19 de julho de 2021 / carlostrapp

A censura nas redes sociais beira ao absurdo

A minha intenção era escrever sobre datas importantes, abordando o Dia dos Namorados, o Aniversário de 73 anos de existência da Sociedade Bíblica do Brasil e o Dia do Pastor. Mas no dia 18 de junho, recebi um e-mail da Gazeta do Povo abordando a questão da censura, e resolvi usar esse texto por causa da importância do assunto, principalmente, nas redes sociais.
Eu mesmo já fui vítima disso no Facebook, me prejudicando, inclusive nas eleições do ano passado, pois minhas postagens “não andavam”. Isso aconteceu depois de uma postagem que fiz. O Facebook até me avisou que o que eu estava postando, estava fugindo da política deles. Eu até voltei a ler o artigo e não achei nada de errado, publicando, assim o texto. Desde então começaram a travar as minhas postagens, fato que continua até hoje.
Você mesmo pode verificar isso no meu Facebook, acessando-o nesse endereço: facebook.com/carlostrapp
Veja o artigo que publiquei no dia 15 de junho, sob o título “BR-163: O Brasil na estrada do progresso” que teve apenas quatro curtidas e comentários, sendo que antes do fato citado não era assim.
Preciso destacar que postagens que defendem o governo ou a Direita, tem essas reservas. Podem ver que uma postagem a respeito do nosso aniversário de casamento, teve mais de 100 curtidas e 28 comentários. Então, certas postagens tem livre cursos, outros, são censurados quase que totalmente.
Ainda acrescento que zelo é diferente de censura, pois no jornal, às vezes, uso isso lembrando aos colaboradores do jornal que evitamos certas coisas no jornal, pois já fomos procurados para colocar no jornal atividades de igrejas e para esses temos dito que o jornal circula, principalmente, nas igrejas e que isso poderia parecer “pesca no aquário alheio”, no que as pessoas prontamente nos entendem.
Vamos, portanto, ao texto da Gazeta do Povo:
“A censura e os ataques à liberdade de expressão cresceram de forma tão absurda nesses infindáveis meses de pandemia que é difícil acompanhar. Num piscar de olhos, ficamos sabendo de mais e mais pessoas impedidas de publicar, curtir, comentar e compartilhar conteúdos nas redes sociais porque tiveram o perfil bloqueado. Isso quando publicações não são apagadas sem aviso prévio, como mostra a colunista da Gazeta do Povo, Cristina Graeml.
A justificativa sempre é a de que houve infrações às regras da plataforma, sem qualquer detalhamento de quais foram, afinal, as regras desrespeitadas. O colunista da Gazeta do Povo, Rodrigo Constantino, por exemplo, reclamou recentemente de ter sofrido censura e ter sido punido com alguns dias de proibição de uso do Twitter por supostamente ter divulgado imagens de nudez no meio de uma live de análise política, coisa que obviamente não fez.
Há poucos meses a empresária Renata Barreto teve duas publicações apagadas do Instagram sob acusação de que eram notícias falsas. Não eram. Ela tinha compartilhado matérias da Gazeta do Povo e da CNN sobre as “gotas milagrosas” anunciadas pelo ditador venezuelano Nicolás Maduro como cura da Covid. O ditador realmente anunciou isso, tanto que a Gazeta e a CNN noticiaram e não tiveram publicações apagadas.
E assim por diante. No fim de maio e começo de junho, a perseguição veio forte sobre canais do YouTube que deram espaço aos médicos que defendem o tratamento precoce de pacientes de Covid. Produtores de conteúdo com centenas de milhares (até milhões) de seguidores foram obrigados a deletar vídeos sob ameaça de perderem o canal, o acervo de vídeos e a comunicação com todos os inscritos.
A censura a publicações, vídeos, perfis e canais tem, por si só, potencial de causar um estrago e tanto na vida de uma pessoa. Mas há outro aspecto também cruel: o fato de que estamos presos em casa e dependentes da tecnologia. Censurados, ficamos ainda mais isolados do mundo, mais reféns da mentira. E a mentira escraviza.
A Gazeta do Povo é um dos poucos meios de comunicação com coragem, força e audiência para denunciar esses abusos. Você vê algum outro veículo de porte abordando esses assuntos? Quem poderá alertar dos perigos se jornais, como a Gazeta do Povo, perderem a força ou deixarem de existir?
Para seguir em frente, precisamos da sua assinatura. Você faz a diferença, não só para a Gazeta, mas para toda a sociedade que se beneficiará do impacto diário das informações dadas em nossas matérias.”
Pr. Carlos Trapp