Pular para o conteúdo
8 de junho de 2020 / carlostrapp

Minha luta com uma emissora de TV

Quando vão falar aos telespectadores como podem aumentar a imunidade? Quando vão falar que tomar sol e se movimentar faz bem à saúde?
Será que não estão vendo os exageros que cometem, pois além das máscaras ainda querem o distanciamento. Só a máscara basta nos ônibus. Também mais gente pode ficar em pé.
Querem tratar o povo de um modo ditatorial, interferindo na vida das pessoas, de modo indevido. Isso vocês deveriam denunciar em vez de fomentar.
Da parte de vocês também há preocupação desproporcional entre a economia e o vírus da China. A economia parece que não interessa, ou interessa bem pouco.
É bom que agora estão falando sobre as pessoas que foram curadas. Mas não dizem como isso aconteceu, que remédio tomaram, ou se não tomaram nem um remédio.
Que coisa triste não deixarem as pessoas terem seu lazer saudável neste final de semana na Lagoa Itatiaia, nos Altos da Afonso Pena e no Mirante do Aeroporto!
Ficou esquisito o uso de máscaras pelos repórteres e pelos entrevistados. Vocês são mestres do exagero, pois é necessário apenas uma coisa: máscara ou distanciamento; não é máscara e distanciamento.
Por favor, não me causem constrangimento!
O uso de máscaras por parte dos repórteres ficou ruim, pois até dificulta a audição. Não sei porque esse exagero.
Com o uso de máscaras inspiramos boa parte do gás carbônico que expiramos. Devemos respirar ar puro e com máscara isso não acontece.
Máscara somente em caso de aglomerações. E assim que sair da aglomeração, tire a máscara.
Querem saúde? Então, precisam falar sobre isso.
Pessoas ficam deprimidas, enfim, ficam doentes por causa de falta de sol, de mobilidade, de sociabilidade.
Estultícia mata!
Insisto em que repórteres e entrevistados não usem máscara, pois é um exagero, enfim, algo nocivo, pois a observação da distância é suficiente.
(nome), você acabou de contar uma mentira dizendo que vocês “ouvem os dois lados”. Repito que é mentira.
As provas estão aí porque não disseram nada sobre o lado nocivo das máscaras, que a gente deve tomar sol, se movimentar, fazer caminhadas, e não ficar só em casa.
Vejam o que sempre estamos falando: é uma falácia essa questão do confinamento. Vejam o que o prefeito de NY diz.
A máscara também é nociva à saúde e deve ser usada somente quando estritamente necessário, pois você respira seu próprio ar que seu corpo descartou, cheio de gás carbônico. Não é possível que a pessoa seja tão estulta e não veja isso!
Você sabe que nem todo cientista pensa como você propala, de ficar somente em casa.
Outra, você já pensou nos milhões de informais que precisam sair de casa para buscar o pão cotidiano?
Vocês simplesmente são terríveis. E duvido que façam o que o (nome) falou ontem de que “ouvem os dois lados”.
Vocês até agora não falaram sobre como aumentar a imunidade. Por que?
Deixa a gente aborrecido, (nome) com as críticas que você faz ao governo Bolsonaro com a “enrolação”. Ora, ele deve agir com responsabilidade, dar o passo conforme a perna.
E nenhum elogio à vinda do recurso. Ingratidão! Jornalismo reprovável!
Felizmente já vi muita condenação moral em relação à conduta de vocês.
Vocês tem consciência de que a máscara faz mal e que deve ser usada somente quando estritamente necessário, pois com a máscara se inala ar quente, carregado de gás carbônico, que é nocivo à saúde.
As consequências vamos colocar na conta de vocês.
Essas políticas restritivas só vão protelar a saída da pandemia, agravando, em muito, o problema econômico.
Ficou ruim dos repórteres com máscara. Que motivo teria o (nome) para usar máscara, lá no interior, em campo aberto? Será que vocês não veem que é algo totalmente desnecessário?
Não tem ninguém em volta da (nome) e por que, então, usar máscara, que dificulta até a audição?
Máscara faz você inalar gás carbônico. Então, máscara somente em aglomerações. No mais, respira-se ar puro.
Sensatez sempre!
Tomar sol é algo essencial Fazer caminhadas, também. Sou diabético e preciso me movimentar.
Outra, as atividades das igrejas foi decidido que seriam vistos como serviços essenciais. Fica-se com a impressão de que estamos num país socialista.
Onde fica o direito de ir e vir, pois é possível ter uma vida normal com os devidos cuidados.
E os milhares de informais que precisam sair de casa diariamente para ganhar o pão cotidiano.
É só isolar as funcionárias e deixar o frigorífico atuando. Cada estultícia! Por isso o Brasil, com toda riqueza que tem, é tão pobre.
“Sair do sedentarismo em casa”. Pode? E tomar sol?
Essa política do fique em casa vai trazer danos muito graves como depressão, irritação, tédio e até suicídios, sem falar da miséria.
Gripe? O que eu faço? Eu me cuido e não tomo vacina, que pode ter reações violentas. Resultado: não pego gripe, nem os efeitos colaterais que a vacina pode gerar, nem dou despesas para o po-der público.
Ações no condomínio devem ser tomadas em Assembleia, e não, apenas no Conselho. Estamos virando uma ditadura?
Aos domingos tem que ficar em casa? Ora, os cultos foram declarados serviços essenciais. E como fica isso? São coisas conflitantes. É uma perseguição velada. Estamos de olho!
Será que vocês pensam nos milhares de informais quando dizem fique em casa, sendo que estes tem que sair de casa para ganhar o pão cotidiano? E não digam que os R$ 600,00 são suficientes.
Repito que vocês poderiam combater o fumo, pois afeta o pulmão, que torna a pessoa mais vulnerável quanto ao vírus da China. Também poderiam trazer informações de como aumentar a imunidade.

Carlos Trapp

13 de maio de 2020 / carlostrapp

Deus preparou pessoas para a perdição?

O texto de Romanos 9 é um dos mais controversos da Bíblia. Algumas afirmações parecem mostrar um Deus demasiadamente humano, tratando as pessoas de acordo com seu capricho particular. O que quer dizer afirmações como: “Amei a Jacó, e odiei a Esaú” (v. 13), e: “Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer” (v. 18). Mas nenhum verso do capítulo é mais inquietante do que o 22b, no qual o apóstolo fala dos “vasos da ira, preparados para a perdição”. Será que Deus preparou pessoas para a perdição?
O espaço impede um tratamento cuidadoso do capítulo e, consequentemente, dos versículos mencionados. Por isso, vamos focar na última citação. A comparação com o verso seguinte é bastante elucidativa. Neste, Paulo fala de “vasos de misericórdia, que para a glória já dantes preparou”. A conjugação verbal exige o pronome “Ele” elíptico: “que para a glória [Ele, Deus] já dantes preparou”. Mas o verso anterior não diz por quem os vasos de ira foram preparados para a perdição. Isso somado ao fato de que o verbo, na língua grega, pode ser compreendido na voz média: “preparados por si mesmos para a perdição”.
O próprio contexto fortalece essa ideia: Por que Deus diria que “suportou com muita paciência os vasos da ira” (v. 22) se Ele mesmo os tinha preparado para a perdição?
Que sentido faria falar da grande paciência divina para com pecadores que o próprio Deus havia determinado que agissem contra a Sua vontade? Nenhuma.
Por isso, é evidente que o texto fala de pecadores que, através dos seus pecados, haviam se preparado para receber o juízo de Deus, e não de um Deus que arbitrariamente havia escolhido uma porção da humanidade para receber a condenação.

Thiago Titillo é pastor batista, professor e escritor.

6 de maio de 2020 / carlostrapp

O que é possível fazer para aumentar a imunidade?

A pandemia do Covid-19 (coronavírus) despertou a atenção das pessoas para um cuidado essencial em relação à saúde: a manutenção da imunidade em níveis elevados, de modo a fornecer uma proteção adequada contra os agentes nocivos que podem causar doenças

O sistema imunológico é um conjunto de estruturas responsáveis por garantir a defesa e por manter o corpo funcionando livre de doenças.
Compreende todos os mecanismos pelos quais nosso organismo se defende de invasores como bactérias, vírus e parasitas.
O sistema imunológico também é responsável pela limpeza do organismo, ou seja, a retirada de células mortas, a renovação de determinadas estruturas, rejeição de enxertos, além de memória imunológica. Também é ativo contra células alteradas que diaria-mente surgem no nosso corpo como resultado de mitoses anormais: essas células, se não forem destruídas, podem dar origem a tumores.
Para reforçar a imunidade é preciso alguns cuidados, a serem cultivados diariamente, como:

Alimentar-se bem: A melhor forma de reforçar o sistema imunológico do nosso organismo é através de uma alimentação correta e saudável.

Praticar exercício físicos: Os exercícios físicos devem ser feitos pelo menos três vezes por semana, por um tempo médio de 30 a 40 minutos.

Higiene das mãos: Man-ter as mãos sempre adequada-mente limpas e evitar colocá-las na boca.

Higiene bucal: Cultivar hábitos de higiene bucal, como escovar os dentes após as refeições e usar sempre fio dental.

Ambiente salubre: Manter os ambientes sempre limpos, arejados e, especialmente, banhados de sol.

Alimentos que contribuem para a melhoria dos níveis de imunidade:

A receita básica é: alimente-se sempre com um prato de comida bem equilibrado com va- riedade de itens. Dê preferência a alimentos frescos e naturais, que são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico.

Alguns exemplos:

Alho e cebola: Excelentes para o sistema imunológico.
Contêm substâncias que estimulam enzimas e inibem o crescimento bacteriano.

Tomate: Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.

Cenoura e brócolis: Ambos são ricos em vitamina A. A deficiência dessa vitamina provoca uma redução no número de linfócitos, aumentando a probabilidade de infec-ções bacterianas, virais ou parasitárias.

Laranja, manga, morango e pimentão: Ricos em vitamina C, aumentam a produção de leucócitos, células de defesa que estimulam a resistência.

Castanha do Pará, amêndoas, nozes, e as folhas verdes: Contêm selênio, vitaminas e atuam como antioxidantes. Protegem as membranas celulares contra substâncias tóxicas, radiação e os temíveis radicais livres, que são liberados nas reações químicas naturais do organismo.

Carne, leite, peixes, aves, feijão e cereais integrais: Como esses alimentos contêm zinco e selênio, a deficiência pode causar diversas doenças imunológicas.

Ômega 3 (azeite e salmão): Auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.

Chocolate meio amargo e linhaça: Contêm antioxidantes e propriedades que defendem o organismo.

Jornal Novas, março/2020

27 de abril de 2020 / carlostrapp

Bolsonaro e os valores de nosso Brasil

Com tristeza vejo a decisão tomada por Moro de expor situações com as quais ele tinha concordado. Nesses 30 anos de Ministério Público e mais 27 como filho de Juiz, aprendi que o pior caráter é aquele que entrega os outros por atitudes que até um dia atrás lhes eram convenientes. Não custaria nada a ninguém sair de cabeça erguida e em silêncio.

Vou mandar duas mensagens muito importantes para os eleitores de Bolsonaro. Ou para quem votou e se arrependeu.

A primeira mensagem: Resumindo o cenário atual, apesar das calúnias, difamações, do pessimismo e dos discursos negativos da oposição, o Brasil estava indo muito bem, o PIB aumentou, os juros tiveram queda histórica, a bolsa de valores teve altas históricas, a criminalidade e o desemprego diminuíram, o salário aumentou, a economia cresceu, empresas e indústrias abrindo, promessas e posicionamentos políticos se cumprindo, e muito mais.

De repente, veio uma pandemia que trouxe uma crise de saúde, que gerou uma crise econômica, que está gerando uma crise política. O cenário perfeito para a oposição deitar e rolar. Se antes eles criavam caso com um simples espirro agora uma exoneração de um ministro virou um escândalo nacional. Lembrando que nos governos anteriores ninguém sabia nem o que era um ministro, muito menos quem eles eram. Esses cargos sempre foram ocupados com politicagem, às escondidas e ninguém nunca reclamou de nada. Agora pela pressão da mídia e da oposição qualquer coisa que acontece no governo é transformada em um fim de mundo.

Nesses últimos dias aconteceu o escândalo sobre a mudança do ministro da saúde, agora o escândalo sobre a mudança do diretor da PF e a demissão do Ministro da Justiça. Lembrando que a oposição nunca elogiou o presidente por ter nomeado nenhum desses ministros, muito menos elogiou algum desses ministros ou suas competências, pelo contrário, todos os ministros do governo eram taxados de loucos e incompetentes pela oposição. Sobre o diretor da PF nem se fala, ninguém nem sabe quem é nem nunca ouviu falar, mas agora virou a bola da vez. Ou seja, para a oposição nenhum membro do governo, nunca prestou, mas somente depois que qualquer um deles deixam o governo, de repente eles viram santos.

Para a oposição, ainda ontem Moro era o golpista que prendeu o dito cujo inocente, mas a partir do momento que Moro deixou o cargo virou um herói; a mesma coisa aconteceu com o Mandetta. Ou seja, a oposição sempre vai ser do contra, eles sempre vão criar um discurso para tentar destruir Bolsonaro.

Esses discursos hipócritas e tendenciosos da oposição já são esperados, mas vale à pena chamar atenção, então, não se deixe enganar por quem perdeu as eleições e perdeu o poder para Bolsonaro, pois já é de se esperar que eles façam de tudo para destruir Bolsonaro com o objetivo de voltar ao poder. Portanto, não se deixem enganar, o ideal é nem dar ouvidos as enganações da oposição; lembre-se que o objetivo deles é apenas destruir o atual governo, na intenção de voltar ao poder.

A segunda mensagem: Vou tentar resumir um livro em uma página: Nunca esqueça os motivos que fizeram você votar em Bolsonaro. Eu digo para você eleitor, que o escolheu principalmente pelas suas ideologias políticas. Vou citar algumas ideologias políticas dos candidatos da oposição que Bolsonaro veio para combater: A oposição é a favor do aborto, das drogas, da ideologia de gênero para crianças, a favor da causa LGBT, como foi visto nos últimos anos e a disseminação dessas ideias, até mesmo usando dinheiro público para promover parada gay e produzir material didático infantil através do MEC, para doutrinação homossexual de crianças. Nesse meio existem até mesmo políticas em defesa da pedofilia, querendo descaracterizar como crime, e colocar apenas um desvio psicológico. A oposição é contra a família tradicional, e nos últimos anos já conseguiram mudar a constituição e já descaracterizaram a família tradicional, pois antes era homem, mulher e sua prole, pai e mãe; agora família é qualquer coisa, e até os conceitos de pai e mãe eles querem destruir.

Eles promovem lutas de classes, brancos contra negros, heteros contra gays, ricos contra pobres, homens contra mulheres (vide feminismo), e muitas outras coisas; é o “nós contra eles”. Também usam o povo como massa de manobra, pondo uns contra os outros com a estratégia de dividir para conquistar (vide marxismo). Eles são contra os valores tradicionais da sociedade, contra valores religiosos cristãos que é crença da maioria dos brasileiros.

A oposição é contra polícia que é generalizada e taxada como agressora, corrupta e incompetente. A oposição defende políticas a favor de bandidos, que são taxados como vítimas da sociedade; são a favor de políticas de desencarceramento, diminuição de pena, audiências de custódia para liberar bandidos até mesmo no ato da prisão, é o “prende e solta”. A oposição é a favor de políticas de desarmamento da população, só bandidos podem andar armados, o cidadão não tem o direito de defesa da sua própria vida ou de defesa da sua família.

A oposição é a favor da censura da mídia e da internet, contra a liberdade de expressão, através do marco civil da internet e propostas de campanha que incluíam regulação da mídia.

A oposição não respeita o direito de propriedade privada (vide MST e MTST). A oposição é contra o capitalismo a favor do comunismo e socialismo; eles são contra o livre comércio. Eles são inimigos dos Estados Unidos e amigos de ditaduras esquerdistas como Cuba e Venezuela; são parceiros políticos dessas ditaduras e tem esses países, de quinta categoria, como referência para reproduzirem suas políticas no Brasil.

Enfim, existem muitas outras coisas que poderiam ser ditas e o texto ficaria ainda maior, mas basta dizer que Bolsonaro tem uma ideologia política totalmente contrária a toda essa patifaria, sendo que ele veio para acabar com a festa dessa corja, por isso que eles estão tão empenhados em destruir Bolsonaro a todo custo para voltar ao poder.

Eles são capazes de falar e de fazer qualquer coisa para alcançar seus objetivos mesquinhos na tentativa de voltar ao poder.

Nunca se esqueça dos ideais políticos que Bolsonaro representa, e não caia na lábia da oposição que vai falar e fazer de tudo para destruir a imagem do nosso presidente eleito democraticamente.

Eles perderam as eleições, e agora estão tentando virar o jogo. Então, não entre no jogo deles. E por mais que Bolsonaro erre, porque ele é humano e falho como qualquer outra pessoa, por mais que ele erre feio, muito feio mesmo, não entre no jogo deles. Na pior das hipóteses se Bolsonaro for tudo de ruim que eles dizem, mesmo assim seria menos pior do que todas essas ideologias nefastas que eles defendem e que tem destruído nossa nação.

Lembre-se que tudo é importante, porém o mais importante no final das contas é a ideologia política que cada candidato defende. Uma ideologia política ruim pode tirar seu direito a liberdade de expressão, pode tirar seu direito de defesa da própria vida, pode até mesmo tirar a sua vida ou a vida de outros inocentes. Uma ideologia política ruim pode te alienar, te escravizar, pode tirar suas posses, tirar sua saúde, pode destruir a educação, a inocência e o futuro dos seus filhos, pode perseguir sua fé, seus ideais e sua liberdade de ir e vir. Uma ideologia política ruim pode fazer tudo isso e muito mais, por isso antes de cair na lábia da oposição e pensar em abandonar Bolsonaro, não se esqueça que outro vai ter que ocupar o lugar dele, e quem será? Pode ter certeza que os mesmos que lhe enganaram e lhe colocaram contra Bolsonaro, vão estar prontos para voltar ao poder, e dessa vez com ódio e sede de vingança para nunca mais sair do poder.

Nunca se deixe enganar por eles, as consequências podem ser muito graves. Vamos permanecer sóbrios, analisar as coisas com calma; então, não se deixar levar pelas emoções e pelos enganos, precisamos permanecer atentos e conscientes. Está dado o recado. Que Deus abençoe a todos!

Lembrando que essa mensagem é somente para os eleitores de Bolsonaro. Portanto, não dê espaço para que a oposição, mais uma vez, se aproveite para vomitar suas difamações e discursos de ódio aqui também. Dessa vez não entre em debates vãos.

Pelo bem do nosso país, marque pelo menos cinco amigos que vão ler esse texto. Repassem essa mensagem, divulguem nas redes sociais.

BRENO LINTZ, promotor de Uberlândia, MG

 

1 de fevereiro de 2020 / carlostrapp

Jesus nasceu: A melhor notícia

Ultimamente, tem surgido questionamentos quanto às comemorações do Natal. Uns questionam a data que, de fato, não foi em dezembro. Mas não importa não termos conhecimento exato da data; outros apontam para o consumismo e a perda do verdadeiro sentido do nascimento de Jesus. Isso também não é motivo para não comemorarmos a data, pois podemos fazer isso corretamente, destacando o amor de Deus para com a humanidade, ao enviar seu Filho Unigênito para nos salvar, imerecidamente.
Portanto, o pensamento de não comemorarmos o Natal é equivocado, pois seria a mesma coisa que deixar de realizar casamentos pelo fato de acontecerem divórcios, ou acabar com a Medicina por ocorrerem erros médicos, ou ainda, acabar com o trânsito pelo fato de acontecerem acidentes.
Vamos transcrever o texto que narra o nascimento de Jesus e a admiração que causou nos pastores:
“Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite.
E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor.
O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura.
E, subitamente, apareceu com o anjo com uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:
Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem.
E, ausentado-se deles os anjos para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer.
Foram apressadamente e acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura.
E, vendo-o, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito desse menino.
Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores.
Maria, porém guardava todas essas palavras, meditando-as no coração.
Voltaram, então, os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham ouvido e visto, como lhes fora anunciado”. (Lc 2.8-20).
Agora, quero aproveitar um texto postado pelo pastor João Alves Souza, no seu Facebook, para retratar um pouco do que mudanças operadas pelo Salvador Jesus na vida das pessoas que reconhecem seus pecados e creem em Jesus como Senhor e Salvador:

“Um grupo de 50 alunos participou de um seminário e, de repente, o professor parou de falar e começou a dar uma camisola a cada pessoa.
Ele convida cada pessoa a escrever seu nome na camisola com um marcador.
Em seguida, todas as camisolas foram recolhidasdas e colocadas em outra sala. O professor pede aos participantes que entrem na sala individualmente e localizem cada uma das camisolas em que está inscrito seu nome em menos de 5 minutos.
Todos correram para a sala e freneticamente começaram a procurar seu nome. As pessoas empurravam-se e pisam-se em desordem total.
Após 5 minutos e ainda mais, ninguém conseguiu encontrar sua própria camisola.
Então o mestre diz:
“Agora, deixe todo mundo coletar aleatoriamente uma camisola e entregá-la à pessoa cujo nome está escrito nela.”
Em alguns minutos, cada um recebeu a sua camisola.
O professor então diz: “O que fizemos é exatamente o que está acontecendo em nossas vidas, todo mundo está procurando desesperadamente por sua própria felicidade ao redor, sem saber onde está felicidade dos outros.
É por isso que se você ajudar os outros a encontrar a felicidade, também terá sua própria felicidade. E esse é o propósito da vida dos homens.
Aprenda a colocar um sorriso no rosto de alguém e você também terá um sorriso no momento.
Que ninguém procura por seu próprio interesse.
Que cada um de vocês, em vez de considerar seus próprios interesses, também considere os dos outros”.
Que o nascimento de Jesus nos seja de grande alegria, motivando-nos a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos!

Pr. Carlos Trapp

10 de novembro de 2019 / carlostrapp

Somos bons cidadãos?

Vamos ver a nossa relação com o governo, o poder público.
Quando nascemos, os pais precisam fazer o registro de nascimento, onde consta o nome, o nome dos pais, o sexo, a data de nascimento.
Após, podemos fazer o nosso Cadastro de Pessoa Física (CPF). Também nossa Carteira de Identidade.
Aos 16 anos de idade, já podemos fazer o nosso Título de Eleitor.
Aos 18 anos, temos compromisso com as Forças Armadas e precisamos nos alistar, devendo ou não, servir o Exército, a Marinha ou a Aeronáutica, podendo servir durante um ano ou mais, abraçando a carreira militar.
Quando casamos, devemos registrar isso no Cartório para obter a Certidão de Casamento. Isso pode ser feito mediante o casamento na igreja, com efeito civil, ou no Cartório.
Quando morremos, alguém precisa registrar o óbito, no Cartório.
Durante a vida, quando adquirimos determinados bens, precisamos registrá-los. Também solicitar nota fiscal das nossas aquisições.
O trabalhador precisa ter sua Carteira de Trabalho, onde são registradas as atividades e a remuneração.
A pessoa de bem, ao adquirir uma arma, deve preencher certos requisitos, e depois registrá-la. Ela também pode procurar obter o porte da arma.
Para viajar, precisamos de Passaporte, dependendo do país para o qual nos dirigimos.
Para as nossas transações comerciais, precisamos de dinheiro, que devemos ganhar mediante trabalho, isso mediante cédulas que são emitidas pela Casa da Moeda, lembrando que hoje muitos negócios são realizados mediante cartões de débito/crédito.
O governo também pede de nós o pagamento de impostos e taxas, incluindo valores referentes a nossa aposentadoria.
Agora, vamos ver um pouco a atuação do governo.
Ele dá a concessão pública de cartórios onde podem ser feitos os registros dos quais falei.
Ele tem diversos Ministérios, através dos quais tem grande atuação na sociedade, como na saúde, segurança, transportes, educação, previdência, relações internacionais, agricultura, infraestrutura, meio ambiente, entre outros.
Lembro que o nosso governo é presidencialista e dividido em Três Poderes: Judiciário, Executivo e Legislativo. Possui 27 estados, onde atuam os mesmos poderes.
O Legislativo elabora as leis, que regula a vida em sociedade, isso tanto na área Federal, como na Estadual e Municipal.
Os Deputados Federais Constituintes elaboraram nossa Constituição Federal, em 1988, que já sofreu diversas emendas. Hoje, os Deputados Federais e Senadores elaboram leis e as aprovam, que podem ser sancionadas ou vetadas pelo Presidente.
Estou colocando essas informações aqui para vermos o tamanho do Estado e a nossa relação como o mesmo e para que saibamos da sua importância.
Com frequência tenho falado de que Deus criou três instituições: a família, a igreja e o estado. Se negligenciarmos uma delas, vamos andar como que mancando.
Como estamos tratando do governo e de como devemos nos portar em relação ao mesmo, primeiro, quero destacar que costumo dizer que a vida em sociedade não é possível sem governo, e que por isso precisamos participar da sua construção.
Falando em construção, no domingo passado, dia 06 de outubro, tivemos eleições para prefeito em um dos municípios do nosso estado, na qual destaco o índice de abstenção: cerca de 30%, demonstrando que um número razoável de pessoas não se interessou pela eleição, o que não é salutar, pois o eleitor omisso deixa outro escolher no lugar dele.
Destaco que em relação ao governo, devemos, principalmente, nos preocupar com as eleições, pois o sucesso de um país, estado ou município, depende grandemente de quem nós escolhemos para nos governar.
Por isso, em primeiro lugar, precisamos nos munir do Título de Eleitor; depois, acompanhar o noticiário para saber o que está acontecendo.
Quanto à eleição, devemos assistir/ouvir as propagandas eleitorais, além de obter material impresso para ver o que os candidatos propõe, para podermos escolher adequadamente, além de orar pelas eleições e, depois, pelos eleitos, e acompanhar suas atividades e cobrar ações justas.
Acrescento aqui que já fui candidato a vereador duas vezes, mas nas ocasiões em que não fui candidato, sempre escolhi candidatos e os ajudei voluntariamente, pois entendo, como já disse, que a escolha adequada dos nossos políticos é de fundamental importância, pois não adianta falar mal de político, se não participamos da sua escolha.
Falei acima do percentual de abstenções de uma eleição municipal, mas além do problema da abstenção, preciso citar outros, como o voto em branco e o nulo, que também deixam os outros escolherem os governantes. Alguém já disse: “Quem não gosta de política, será governado por quem gosta”. Eu quero alguém no governo escolhido por mim, e não, pelos outros.
A pergunta do título do artigo, questiona se somos bons cidadãos (com isso, não estou esquecendo o nosso compromisso com a família e a igreja, mas apenas destacando a relação com o estado), e o que estou escrevendo é para nos ajudar a responder a pergunta.
Então, cada um deve verificar se está sendo um bom cidadão, que tem seus documentos, que paga impostos, que cobra ações justas dos governantes, que procura se informar das ações públicas, que se porta adequadamente para não gerar dificuldades ao poder público, que é zeloso nas suas atividades, que intercede pelas autoridades.
Como podemos ver, o poder público tem grande importância em nossa vida. Acrescento que se o regime for totalitário, as pessoas, geralmente sofrem com isso, sendo mais um motivo para nossa preocupação com as eleições.
Falando em eleição, no ano que vem, se Deus quiser, vamos ter eleições para vereadores e prefeito, por isso, já devemos estar atentos como bons cidadãos.

Pr. Carlos Trapp

8 de setembro de 2019 / carlostrapp

Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do País

Há poucos dias, estava participando de um evento religioso. Aproveitei a ocasião para distribuir o jornal entre os presentes. Encontrei uma pessoa que enfaticamente não quis pegar o jornal. No momento eu não disse nada, mas alguns minutos após eu o procurei e lhe disse que fazia o jornal há mais de 20 anos e no caso de alguma recusa eu procurava saber o motivo. Ele me disse que “havia muita política no jornal”, e que isso “havia trazido problemas para a igreja”. Eu não fiquei conversando com ele, mas pensei sobre o assunto porque o jornal visa, principalmente, destacar a cidadania, por entender que há uma falha nesse ponto no meio evangélico e por isso até se chama de “Cidadão Evangélico”. Fiquei sabendo que a eleição passada trouxe alguma dificuldade para a igreja, assim como surgiram discussões entre familiares, colegas e amigos.
Mas isso não deve ser motivo para abandonar o boa política, pois a vida em sociedade não é possível sem governo. Por esse motivo também publico o artigo do jurista Ives Gandra da Silva Martins, conforme segue, para nossa instrução e que leva o título acima.
“Toda manhã, ao ler os jornais, hábito que os mais jovens criticam como próprio da velhice, consumo minha dose de irritação com o desenvolver dos acontecimentos e por ver que a periferia do que é relevante é sempre a matéria de maior destaque nas manchetes jornalísticas.
Uma das minhas irritações reside nas turbulências destes primeiros meses. Aspectos positivos não têm repercussão na mídia, como o da maior safra de grãos, o da entrada do capital estrangeiro na casa de quase US$ 100 bilhões, a existência de saldos altos na balança comercial, a inflação abaixo da média estabelecida, a possibilidade de queda dos juros, o fato de as reservas serem superiores a US$ 380 bilhões, o relatório favorável do FMI sobre o estado das contas públicas, o sucesso nas programações de infraestrutura, a assinatura de um acordo emperrado há 20 anos entre Mercosul e União Europeia, o avanço e a liderança entre as nações na defesa dos valores familiares, a manutenção do combate à corrupção, inclusive até no que demonstra, na linguagem popular, ser pé quente, a vitória da seleção brasileira na Copa América, após anos de insucesso internacional. Até a boicotada reforma previdenciária avança.
Reconheço que a equipe presidencial, sem o traquejo político da anterior, está aprendendo a “andar de bicicleta andando”, mas a busca, da imprensa, por desacertos em cada um dos menores incidentes, que ganham, assim, proporções descomunais, parecem torná-los mais importantes do que alguns dos aspectos relevantíssimos da evolução do país. De longe, para tais caçadores de insucessos, vale mais o que vale menos e vale menos o que vale mais.
Começo a ficar intolerante com os que se alegram com o fracasso do país e que se vangloriam em ver a nação afundar por força de suas, quase sempre, infundadas críticas.
Outra das minhas irritações diz respeito à fantástica cobertura que se dá ao crime cibernético. Um gangster digital invade a privacidade das pessoas, regiamente financiado, utiliza-se do sigilo da fonte para que um jornalista, a conta-gotas, vá revelando o produto de seu crime e tal crime e tal parceiro do criminoso são alcandorados pelos que dizem que a mídia vive das más notícias, pois as boas não vendem jornal. De tal maneira, nenhuma cobertura se dá à investigação dos delinquentes da privacidade alheia. Não compartilho da teoria de que os fins justificam os meios, pois gera uma enorme insegurança jurídica, e o ideal de justiça, que é o desiderato maior do Direito, fica pisoteado, transformando-se em uma briga mesquinha pelo poder entre amigos e inimigos.
Tudo isso para um velho advogado de 84 anos gera desconforto, pois, neste final de vida, percebo que o país terá ainda que evoluir muito para viver a democracia que desde os bancos acadêmicos minha turma almejava para o Brasil.
Impressiona-me a crítica cerrada de determinada imprensa a ter o presidente declarado que não financiará um filme que enaltece a prostituição como meio de vida, por entender que a família é a base da sociedade e o filme ser corrosivo e deletério aos valores da família. Ora, o que o presidente declarou é o que está na Constituição, ao dizer que a família é a base da sociedade (artigo 226 caput) e que os meios de comunicação deverão ser utilizados para a defesa dos valores éticos da família e da sociedade (artigo 221, inciso IV). Não tem o menor sentido gastar dinheiro do povo para divulgar prostituição. É de se lembrar que a queda das grandes civilizações deu-se quando os costumes se deterioraram, com as mulheres prostituindo-se nos templos da Babilônia para conseguirem dotes para seus casamentos, assim como com o relaxamento dos costumes em Atenas, que terminou perdendo a guerra do Peloponeso para Esparta, e com a degradação familiar no Império Romano Ocidental, como Políbio referiu-se em seus escritos. Ora, ao cumprir o que determina a Constituição, valorizando a família – criou, inclusive, uma Secretaria Nacional da Família -, está o governo cumprindo rigorosamente a lei suprema. É preferível gastar dinheiro do povo com a saúde e educação do que com filmes dessa natureza.
Concluo estas linhas afirmando que em nenhum momento defendo preferências de magistrados pelos membros do Ministério Público ou desequilíbrio de tratamento entre o parquet e advocacia, como demonstrei no livro que coordenei com Marcos da Costa, intitulado A Importância do Direito de Defesa para a Democracia e a Cidadania, com a colaboração de ilustres advogados e juristas brasileiros. Toda a verdade deve ser apurada. Entendo, todavia, que os brasileiros deveriam dar aos fatos conhecidos a sua devida relevância, sem riscos de manipulação, seja pelos criminosos cibernéticos, seja pelas autoridades dos Três Poderes, pela mídia, por partidos políticos ou pelos formadores de opinião. Só assim poderemos entregar a nossos filhos e netos um país melhor do que o que recebemos de nossos ancestrais.”

Pr. Carlos Trapp

1 de agosto de 2019 / carlostrapp

O dia que o pastor não foi à igreja

Com certa frequência aproveito textos que recebo pela internet, e como te-nho pouco espaço no jornal, aproveito-os aqui para divulgá-los. É o que vou fazer com o texto a seguir, com o título acima, tentando mostrar a importância da responsabilidade de cada um com a igreja onde participa, que não é apenas do pastor, mas de todos os membros.
Espero que isso ajude a cada um de nós a ver o privilégio que temos de participar das da nossa congregação e dar a nossa contribuição em relação à mesma.
Eis o texto, divulgado pelo Pr. Renato Cordeiro:
“Era um domingo muito bonito. Os pássaros gorjea-vam felizes. Tudo indicava que os cultos daquele dia seriam concorridos, com a presença maciça dos crentes.
Às 8h30, começaram a chegar os primeiros crentes. Podia-se perceber a alegria com que vinham a Casa de Deus. Às 9h em ponto, a diretora da EBD deu inicio ao trabalho. A congregação cantava animada: “Oh! vem, vem a igreja comigo, sim, vamos servir ao Senhor! Pois maior alegria não temos de que ter comunhão em amor”. Os que chegavam atrasados, iam se agrupando à porta de entrada do templo.
Na divisão das classes notaram algo estranho. A esposa do pastor, professora da classe das senhoras, não estava presente. O pastor também não estava à frente da classe de candidatos ao batismo. Na classe de adolescentes, perceberam a ausência dos filhos do pastor. Estranho. Tudo muito esquisito. O que teria acontecido à família do pastor?
O vice moderador estava doente, acamado. Mesmo assim, ao ser consultado, nada sabia sobre a ausência do pastor. Telefonaram para a residência pastoral. Ninguém atendia. Nunca havia acontecido algo semelhante.
Aproximava-se a hora do culto e o pastor não chegava. Ninguém sabia quem seria o pregador. Aliás, sequer havia alguém escalado para dirigir o culto. A diretora da EBD, muito sem jeito, comunicou à igreja a ausência do pastor. Leu um Salmo, fez uma oração e despediu os crentes. Estava terminado o culto matutino. Todos voltaram para os seus lares acabrunhados.
A ausência do pastor foi o assunto do almoço nas casas dos crentes. Várias hipóteses foram levantadas: Fôra chamado as pressas a casa de alguém? Estaria num hospital? Algum acidente?
Alguns crentes, resolve-ram dar uma chegada na casa pastoral. Ninguém atendia. Até que o vizinho deu uma surpreendente informação: “O pastor saiu hoje bem cedo com a família. Estava com uma vara de pescar e uma cesta de piquenique. Foi em direção ao litoral.” Ninguém acreditou.
Na hora do culto noturno, o pastor também não apareceu. Um irmão ficou plantado à porta da casa pastoral, aguardando novidades. As 8h da noite, aproximando-se um carro bem familiar. Era o pastor. Fisionomia cansada. Rosto queimado do sol. Os filhos com areia nos pés. Todos com roupas de banho.
“Pastor, hoje é domingo? O senhor esqueceu das atividades da igreja? Estão todos lá esperando o senhor!”, exclamou o irmão. Aquelas perguntas não removeram a tranquilidade do pastor. Sem respondê-las, entrou e mandou que o irmão aguardasse.
Tomou um banho, e depois veio conversar. Ouviu outro breve relatório do domingo: “Pastor, o culto da manhã ficou prejudicado pela sua ausência. O evangelismo à tarde foi feito com pouquíssimas pessoas. No culto da noite, ninguém sabia se podia contar com o irmão. O que aconteceu, pastor?”
“Não aconteceu nada”, disse seriamente o pastor. Prosseguiu: “Como ando cansado, resolvi imitar alguns irmãos da igreja. Utilizei o domingo do Senhor para fazer outras coisas. Imitei também alguns líderes que desaparecem sem dar qualquer explicação. Pensei comigo mesmo: ninguém sentirá a minha falta. Achei que, certamente, os outros crentes fariam a obra de Deus! Foi isso.”
Aquele irmão saiu pensativo da casa pastoral. Reco-nheceu que cada crente tem sua parcela de responsabilidade na obra de Deus. Conscientizou-se de que a obra não é apenas do pastor, mas de Deus. Viu como a indiferença, os atrasos desnecessários e as ausências injustificadas atra-palham o crescimento da igreja. Uma pergunta, entretanto, não lhe saía da mente: “Como andaria a igreja, se o pastor e os outros irmãos resolvessem imitar a minha vida?”
Templo constantemente fechado ou abarrotado de visitantes? Bancos vazios ou novas congregações e pontos de pregação? Homens amarados pelo pecado ou pessoas regeneradas, salvas por Cristo? Como estaria a sua igreja, se o Pastor e os outros crentes imitassem a sua vida?”
História muito clara para instruir a todos nós em relação à responsabilidade em relação à igreja.

Pr. Carlos Trapp

5 de julho de 2019 / carlostrapp

Ameaças à Liberdade Religiosa

Creio que boa parte dos leitores lembram da tramitação do PLC 122/06, que visava criminalizar manifestações contrárias à conduta homossexual. E graças a Deus e ao público cristão, tal projeto foi arquivado. Mas, está ressurgindo no Congresso, através do PL 672/19.
Por isso, novamente, nós brasileiros, precisamos reagir diante disso, pois sempre com a “justificativa” de lutar contra a violência em relação aos grupos LGBT, atingem a liberdade de pensamento, de expressão e de culto.
Esse foi um dos motivos pelos quais a Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB) e o Conselho Nacional de Pastores Evangélicos emitiram documentos manifestando sua contrariedade.
Também uma Comissão da da Convenção Batista Sul-Mato-Grossense, se manifestou, conforme segue:

Campo Grande, 03 de junho de 2019.
Exmos. Srs. Senadores, integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado da República Federativa do Brasil.
Cientes da Ideia Legislativa de número 48.820, que trata da Criminalização da discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, equiparando ao crime de Racismo, trazendo como justificativa de que a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são vítimas das mais variadas formas de violência em razão da discriminação e preconceito por orientação sexual e identidade de gênero, propondo como solução que a homofobia, a lesbofobia, a bifobia e a transfobia devem ter o mesmo tratamento dado ao racismo, intolerância religiosa e xenofobia. Conclui dizendo que “o Estado brasileiro precisa proteger todas as pessoas de discriminação e preconceito”.
Também temos ciência de que essa Ideia Legislativa se tornou em Projeto de Lei de número 672/2019, que visa alterar a Lei de número 7716, de 05 de janeiro de 1989, que inclui na referida legislação os crimes de discriminação ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de gênero.
Como integrantes da Co-missão Fé, Cidadania e Ação Política da Convenção Batista Sul-Mato-Grossense (CBSM), composta por 362 pastores, 288 igrejas, que contam com mais de 36 mil membros, espalhados por todos os municípios de nosso Estado, vimos a público manifestar nossa opinião a respeito do assunto, dizendo:
a. Vivemos num Estado Democrático de Direito, onde todos tem a liberdade de fa-zerem suas escolhas na esfera pessoal e coletiva, desde que isso não fira a liberdade do outro;
b. Somos contra toda e qualquer tipo de agressão física ou verbal contra o ser humano;
c. Cabe às casas legislativas elaborar e votar leis que observem a isonomia, sem criar grupos especiais de pessoas com privilégios;
d. Querer criminalizar quem se opõe à prática homossexual é fazer o que se condena, ou seja, o preconceito e a discriminação, pois cada um tem direito de fazer seus questionamentos;
e. Equiparar a oposição ao movimento gay ao racismo é um erro grave, pois cada um nasce com uma cor de pele, e a conduta homossexual é uma escolha comportamental;
f. A manifestação quanto à conduta homossexual não pode se limitar apenas ao templo, pois cada ser humano é livre para expressar suas ideias e pensamentos na sociedade, onde estiver, e o meio que usar, deve ser livre para se manifestar, baseado na sua consciência cristã ou não, dentro dos limites da Lei, que deve ser justa;
g. A ideologia de gênero rejeitada na maioria das Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas fere a consciência de cerca de 80% da população considerada cristã no Brasil (católicos, evangélicos), pois acreditamos que a educação dos filhos é prerrogativa da família, sem interferência do Estado.
Isso posto, justificamos nossa oposição a esse Projeto de Lei, pois um dos elementos básicos da Democracia, que é a Liberdade Religiosa, que envolve liberdade de pensamento, de consciência e de culto, é cerceada.
Também justificamos nossa oposição porque já existem leis que protegem as pessoas, não havendo necessidade de criar grupos dentro da sociedade, pois todos devem ser vistos como iguais, enfim, como brasileiros.
Ainda justificamos nossa oposição baseada nos princípios judaico-cristãos que subsidiam a nossa formação sócio cultural e religiosa em que acreditamos que Deus criou homem e mulher, macho e fêmea, sendo que todos somos frutos da heterossexualidade, e que a sociedade se perpetua pela união de um homem e de uma mulher, e que essa crença não deve ser vista com preconceito, com discriminação, mas protegida, e sem a chamada ideologia de gênero, que deseja incutir na criança uma conduta diversa da natural.
Precisa ser acrescentado aqui também que toda espécie de violência deve ser combatida, mas isso não pode afetar a liberdade de pensamento religioso, não pode ferir o direito do outro, que não contribui com a violência contra quem quer que seja.
Por fim, manifestamos nosso compromisso de cristãos e cidadãos de lutarmos por uma sociedade sem violência; sem preconceito; sem discriminação; com valores, como a família, onde a pessoa pode ser concebida, gestada, dada à luz, amamentada e cuidada, enfim, onde pode acontecer a realização da vida. E ainda sempre interceder por todas as autoridades, pois assim preconiza a Palavra de Deus, que também nos orienta quanto à conduta sexual e o amor ao próximo.
Assim sendo, solicitamos, encarecidamente, o arquivamento desse Projeto de Lei, pelos motivos acima expostos.
Comissão Fé, Cidadania e Ação Política da CBSM.

Dr. Luiz Ovando, presidente; Pr. Sérgio Nogueira, relator; Membros: Pr. Carlos Osmar Trapp, Pr. Dinart José de Souza, Pr. Robson Jubrica, Rosinildo de Oliveira, Sílvio Cesar Davalos. Assessor: Pr. Paulo José da Silva.

Pr. Carlos Trapp

5 de julho de 2019 / carlostrapp

Cuide de suas obras: Abençoe vidas!

“O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos da iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu…” (Tito 2.14).
A salvação é pela graça, mas a evidência dela é pelas obras.
A salvação é a obra que Deus fez por nós; as obras são as ações de bondade que Deus faz através de nós.
Nós não somos salvos pelas obras, mas para as boas obras.
As obras não são a causa da nossa salvação, mas o seu resultado.
Não praticamos boas obras para alcançar o favor de Deus; fazemo-las para demonstrar nossa gratidão a Ele.
A salvação é pela graça mediante a fé, independentemente das boas obras, mas a fé salvadora nunca vem só.
A fé sem obras é morta, mas as obras evidenciam a fé.
Quando os homens veem as nossas boas obras tornam-se gratos e glorificam ao Pai que está no céu.
Quando fazemos o bem aos homens na terra, Deus é glorificado no céu.
Por essa causa, o apóstolo Paulo diz que devemos ser ricos de boas obras, em vez de acumularmos os recursos que Deus coloca em nossas mãos apenas para o nosso deleite.
Deus nos salvou pela fé para sermos um povo zeloso de boas obras.
A fé nos justifica diante de Deus e as obras nos justificam diante dos homens.
Os homens não podem ver nossa fé, mas não podem deixar de ver nossas obras.
Que a nossa família seja uma agência da generosidade de Deus na terra; uma família de portas e mãos abertas para abençoar as pessoas, seja de perto ou de longe.

Luz para o caminho