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7 de dezembro de 2022 / carlostrapp

Eu e as manifestações

Há poucos dias, falei com um colega de Campo Grande e ele achou que os pastores (acrescento que isso vale para todos) poderiam ser mais ativos quanto à situação política do país, especialmente quanto às manifestações.
Lembro que em política não há neutralidade: se alguém pensa que pode ficar em silêncio, vai favorecer a esquerda; se quiser fazer algo pelo bem é preciso se mexer.
O que nós queremos?

  • o retorno das invasões de terras;
  • a perda das escolas cívico-militares;
  • a provável nomeação de mais dois ministros licenciosos;
  • o aumento da criminalidade (no governo Lula havia 56 mil assassinatos por ano; no governo Bolsonaro, houve uma redução de 11 mil assassinatos, que ainda é elevado);
  • a gastança com a Lei Rouanet;
  • a gastança de bilhões com a mídia;
  • o aumento do desemprego (Lula, 12,6 milhões; Bolsonaro, 8,6 milhões);
  • a taxação das igrejas;
  • a política desarmamentista (a oportunidade de defesa pessoal já mostrou a redução da criminalidade);
  • o aumento da licenciosidade;
  • a legalização das drogas, do aborto e da prostituição;
  • a aplicação de censura em diversas áreas;
  • o livre curso da ideologia de gênero;
    Enfim, faça um comparativo entre os dois governos, e veja o que deseja.
    Não se alcança o bem de braços cruzados. Então, se queremos o bem precisamos nos mexer!
    Lembro que se mexer inclui a oração, mas não somente oração, pois oração sem ação é presunção.
    Que Deus dê sabedoria ao povo brasileiro, bem como às autoridades!

Pr. Carlos Trapp

5 de dezembro de 2022 / carlostrapp

PNA – Povos ou pastores não alcançados

Geralmente olhamos para essa sigla PNA que faz referência a Povos Não Alcançados. Existem pelo menos sete mil povos que não tem acesso ao evangelho. No mundo inteiro onde existem oito bilhões de pessoas, existem sete mil ETNIAS, mais de três bilhões de pessoas que não tem acesso ao evangelho.
Dentro do Brasil, inclusive, como os oito grupos minoritários: os surdos, ciganos, sertanejos, quilombolas, indígenas, ribeirinhos, os mais ricos e os mais pobres. Na mesma proporção acontece fora do Brasil e vou dar um exemplo para facilitar o entendimento. Imagina que o nosso amigo Mustafá, vindo do Irã ao Brasil para fechar negócios, decide conhecer essa história de Deus. Que opções nosso amigo Mustafá tem para ouvir e saber sobre Deus? Bem, ele pode ir até uma igreja, ler uma Bíblia, ler um livro ou folheto, conversar com um pastor, missionário, crente, ele tem acesso variado ao evangelho. Mas nosso amigo Mustafá volta para o Irã e deseja continuar ouvindo e conhecendo mais sobre Deus.
Como ele faz? Ele vai a uma igreja? Não por que não tem. Compra uma Bíblia? Não é permitido a entrada de Bíblias no Irá. Procura um pastor, missionário ou crente? A população no Irã é de 99.96% de muçulmanos. Apenas estrangeiro tem a liberdade de professar uma religião diferente, desde que não interfira no dia a dia do povo local. Ou seja, nosso amigo Mustafá, não tem dentro do Irã acesso ao evange-lho da maneira como estamos acostumados a ver.
Faz sentido para você o que significa sete mil povos (etnias) no mundo que não tem acesso ao evangelho? E é papel da igreja de Cristo levar esse evangelho que salva, transforma e leva esperança a todos os povos, etnias e nações, inclusive a essas sete mil etnias ainda não alcançadas.
Leia com atenção o que a bíblia diz: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas nas suas mãos” (Ap 7.9). Essa é a cena revelada por Deus a João do que vai acontecer, essa é uma promessa de Deus!
Veja agora um segundo texto bíblico: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). Outra promessa de Deus para nossas vidas! É Jesus falando que quando a igreja de Cristo marcha, o inferno não pode deter o avanço da igreja de Cristo – aleluia por isso!
Agora, quem é a pessoa que Cristo levantou para liderar a igreja Dele? Nós, os pastores. A missão é de Deus, a obra é de Deus, e Ele tem um propósito para que a Igreja Dele exista e influencie – proclamar a Sua glória a todos os povos.
Tenho aprendido que uma igreja que não realiza e não obedece a Jesus, não tem direito de ser chamada de igreja. É como uma padaria que não vende pão ou uma sorveteria que não oferece sorvete. Toda igreja precisa obedecer a ordem de Jesus de ir e fazer discípulos de todas as nações.
Bill Haybels diz: “Todos perdem quando uma visão da igreja fica imprecisa. Todos pagam pela falta de coragem do líder.” (Liderança Corajosa, Pg 41). O mesmo altor também diz que: “A igreja é a esperança do mundo” (pg 16).
Eu acredito que há pastores que não tem o conhecimento dos desafios missio-nários existentes em nossos dias, mesmo diante de tantas oportunidades. Como por exemplo o fato de nós não termos ido até a Venezuela, Deus permitiu que os venezuelanos pudessem vir até nós. Da mesma forma os haitianos e agora os afegãos. A oportunidade está a nossa porta e o que iremos fazer vai determinar o futuro desses imigrantes com ou sem Cristo!
Bob Sorge diz o seguinte em seu livro Segredos do lugar secreto: “As coisas não mudam quando eu falo com Deus; as coisas mudam quando Deus fala comigo. Quando eu falo, nada acontece; quando Deus fala, o universo passa a existir” (pg 20). Esteja sensível a voz do mestre!
Outra coisa importante para o pastor é que ele não deve se isolar. Deus sempre coloca pessoas com o mesmo coração para caminharmos juntos e irmos muito mais longe. Certamente na sua cidade, você pastor, irá encontrar outros pastores que querem fazer diferença, mas se acham pequenos demais. Una forças com ele e tracem uma rota para alcançar um desses povos não alcançados. Una forças com organizações que tem gente e treinamento para ajudar a sua igreja a ficar preparada a viver experiências novas e abençoadas. Leve a sua igreja a orar mais a Deus e pedir oportunidades de servir a comunidade e abençoar pessoas. Convide irmãos da igreja com bom testemunho para liderar e caminhar em missões.
Wayne Cordeiro me ensinou em seu livro Andando de tanque vazio, o seguinte: “Qualquer pessoa pode fazer 85% do que fazemos: verificar e-mails, responder a mensagens, participar de reuniões, ler jornais e tomar- decisões simples. Alguém com pouco treinamento pode realizar 10% de tudo o que fazemos. Contudo, há 5% do que eu faço que só eu posso fazer! São os 5% mais importantes para mim” (pg 71 e 72). Não tenha medo de levantar pessoas que cami-nham com você e comparti-lham da mesma visão.
Peça a Deus que Ele vai levantar pessoas (Lc 10.2). E dizia-lhes: “Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara.” É outra promessa de Jesus para mim e para você.
Eu coloquei meu celular para despertar todos os dias as dez horas e dois minutos para me ajudar a lembrar a pedir para Deus por mais pessoas para me ajudar a realizar a missão que é Dele e tenho vivenciado isso com muita alegria. Por fim e não menos importante: Pastor, não tenha medo de investir recursos financeiros na obra missionária. Deus está mais interessado na obra do que eu e você!
Deus chama, Deus sustenta. “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.” (2 Co 9.6). Creia, meu amado pastor, que Deus não perdeu o controle de nada, Ele continua soberano em todo o universo.
Qual vai ser a sua atitude diante de tudo isso? Agora que você sabe que existem sete mil etnias sem acesso ao evangelho. Ouça a Deus; compartilhe com a sua liderança e com a sua igreja; divida tarefas e treine novas pessoas para ir mais longe; una forças com outros que desejam como você obedecer ao mestre Jesus; e creia que Deus que te colocou onde você está vai te guiar a impactar a sua geração, a sua comunidade e a vida de muita gente!

Pr. Djalma Albuquerque

11 de outubro de 2022 / carlostrapp

Setembro Amarelo: Prevenção ao suicídio

Estamos no mês de setembro, onde lembramos a Independência do Brasil, sendo que neste ano, o Bicentenário. No campo religioso, entre os batistas, lembra-se o mês de Missões Nacionais. Mas ainda lembramos o Mês de Prevenção ao Suicídio.
E sobre isso que desejo falar, usando um texto disponibilizado pelo Conselho Regional de Psicologia.
Mas antes eu quero fazer algumas colocações que julgo oportunas:
Costumo dizer que quem conhece, com profundidade o amor de Deus, dado a toda a humanidade através da morte de Jesus por todos os pecadores; quem entendeu que Jesus nos livrou da condenação eterna do inferno; nos oferece gratuitamente a salvação em Cristo Jesus, esse dificilmente vai cometer suicidio, pois sabe que foi algo do grande amor de Deus, pois a própria Bíblia diz: “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).
Por isso, em nossas pregações, devemos sempre destacar o amor de Deus, para que a pessoa saia do culto consolada, com certeza do amor de que Deus a ama.
Mas vamos ver também o que os psicólogos dizem sobre o assunto e também prestar atenção sobre dados estatísticos quanto aos suicídios, bem como atividades que serão realizadas em nosso Estado, mais especificamente na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).
Afinal, queremos que os leitores saibam que nós os amamos e queremos que tenham uma vida abundante.
Eis o texto:

“Falar de prevenção ao suicídio é geralmente associado ao termo em promoção da vida. Mas qual a vida que queremos? O psicólogo Eduardo Pelliccioli levanta o questionamento sobre quais condições de vida queremos valorizar, considerando as mazelas que atingem a sociedade atual.

“Neste século temos vivido uma vida de agenda lotada para quem tem trabalho, com altos níveis de pressão, adoecimento devido a questões de sobrecarga no trabalho e, por outro lado, temos o desemprego, a falta de acesso a condições básicas de saúde e lazer. Todas essas questões, que transcendem o indivíduo podem levar ao suicídio”, afirma Eduardo.

Tais fatores externos provam que doenças psicossociais podem não ser a única causa de um agravamento da depressão, que leva ao suicídio ou a tentativa de tirar a própria vida. E é por isso que falar de prevenção ao suicídio é sempre necessário.

Eduardo Pelliccioli é coordenador do Núcleo de Prevenção e Posvenção do Suicídio criado há um mês e vinculado a Comissão de Saúde do CRP 14/MS (Conselho Regional de Psicologia de Mato Grosso do Sul).

Estatística alarmante
Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) mostram que uma a cada 100 mortes no mundo ocorrem por suicídios. Essa é a segunda causa de mortes entre jovens de 15 a 29 anos.Em 2019, mais de 700 mil pessoas morreram por suicídio no mundo.

No Brasil, são cerca de 11 mil suicídio por ano, sendo a 4° maior causa de mortalidade entre jovens de 15 e 29 anos. Ainda há aumento gradativo do suicídio entre idosos e crianças.

O psicólogo Eduardo Pelliccioli explica que é importante atentar para a forma como lidamos com a problemática. São quatro pontos que devem ser observados, pois a sociedade em geral desqualifica o sujeito que se mata, a segunda é que há uma estigmatizacao do suicídio, a terceira é a desqualificação do ato em si e por último é fazer uma colagem quase sempre como uma psicopatologia, mas existem outros fatores de risco, como os externos que vimos.

Os fatores externos estão inseridos nos fatores sócio demográficos. Além deles há outros três fatores determinantes para o suicídio, sendo os transtornos psiquiátricos, os fatores psicológicos e as condições clínicas capacitantes.

Mês de prevenção
Em 10 de setembro é celebrado o dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Em alusão a data, de 14 a 26 de setembro, o CRP 14/MS participa da 3° Jornada de Prevenção ao Suicídio realizada pela UEMS.
Além disso, o CRP 14/MS participa este mês de eventos na UFMS (Campo Grande e Nova Andradina); estamos em uma parceria para a formulação de uma lei municipal sobre Prevenção ao Suicídio junto à Defensoria Pública de CG e representando o CRP14/MS no Comitê Estadual de Prevenção do Suicídio, da Secretaria Estadual de Saúde do MS”.
Que Deus nos ajude a viver com alegria, cientes do amor de Deus!
Pr. Carlos Trapp

4 de outubro de 2022 / carlostrapp

Links importantes do meu vídeo

Hoje cedo, dia 04 de outubro, postei um vídeo no Yotube, onde peço para as pessoas acessarem o meu blog, para verem dois vídeos, cujos línks publicaria aqui.

Portanto, aqui estão os links:

O primeiro é sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3): https://gandramartins.adv.br/video/pndh-3-jornal-da-band/

O segundo, é sobre a situação caótico que o país se encontrava em 2016, no final do governo Lula, que está aqui: https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid02TjhVmHhMC8xhPksUst5XpzqyY3UwcKiZxfmaUR5tGMg6sog9kWpqkQwFaB9JCnDcl&id=1843538513

Veja os dois vídeos e tire as suas conclusões, mas não se deixe enganar quanto a ameaça que o Lula e a esquerda representam.

E se você veio direto aqui, posto o link do meu vídeo, que é o seguinte:

Mais um vídeo para sua análise. Compartilhe, curta, comente!

Grato!

Correção: A IECLB emitiu uma Carta Pastoral sobre as eleições.

12 de setembro de 2022 / carlostrapp

Lista dos que assinaram a Carta à Igreja Brasileira

  • Alan Rennê Alexandrino Lima, pastor da IP do Cruzeiro do Anil, em São Luís/MA.
    – Allen Porto, pastor na Primeira IP de Barretos/SP.
    – Augustus Nicodemus, pastor auxiliar na Primeira IP do Recife/PE.
    – Cleyton Gadelha, pastor titular da IB de Parquelândia e diretor executivo da Escola Teológica Charles Spurgeon (Fortaleza/CE).
    – Davi Charles Gomes, pastor da IP Paulistana e diretor internacional da Fraternidade Reformada Mundial.
    – Emílio Garofalo, pastor da IP Semear (Brasília/DF).
    – Euder Faber, pastor da Igreja O Brasil para Cristo e presidente da Visão Nacional para a Consciência Cristã.
    – Fabio Santos, pastor da IB Betel de Mesquita/RJ.
    – Filipe Costa Fontes, pastor auxiliar da IP de Santo Amaro/SP.
    – Fernando Angelim, pastor da IB Reformada de Belém (Belém/PA).
    – Franklin Ferreira, pastor da Igreja da Trindade, diretor-geral do Seminário Martin Bucer (ambos em São José dos Campos/SP) e presidente do Conselho da Coalizão pelo Evangelho.
    – Héber Campos Jr., pastor da IP do Parque das Nações (Santo André/SP), docente no Centro Presbiteriano de Pós -Graduação Andrew Jumper e do Seminário Presbiteriano José Manoel da Conceição.
    – Hélder Cardin, chanceler das escolas teológicas Palavra da Vida Brasil, e professor pesquisador no Seminário Bíblico Palavra da Vida.
    – Jonas Madureira, pastor da IBa da Palavra (São Paulo/SP), professor no Seminário Martin Bucer e vice-presidente da Coalizão pelo Evangelho.
    – Judiclay Santos, pastor da IB do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e diretor da Pro Nobis Editora.
    Leonardo Sahium, pastor da IP da Gávea (Rio de Janeiro/RJ) e presidente da Junta de Educação Teológica da IPB.
    – Luiz Sayão, pastor da IB Nações Unidas (São Paulo/SP) e diretor da Faculdade Batista de São Paulo.
    – Mauricio Andrade, pastor da PIB Bíblica do Rio de Janeiro, Professor do Seminário Martin Bucer e Conselheiro do Ministério Fiel.
    – Mauro Meister, pastor da Igreja Presbiteriana – Barra Funda (São Paulo/SP).
    – Paulo Valle, pastor da IB do Redentor (Volta Redonda/RJ).
    – Renato Vargens, pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança (Niterói/RJ), escritor e conferencista.
    – Rodrigo Majewski, presbítero na Assembleia de Deus em Porto Alegre/RS, Congregação Jardim Botânico.
    – Sillas Campos, pastor da IB Central de Campinas/SP e presidente do Ministério Fiel.
    – Solano Portela, presbítero da IPB, servindo na IP de Santo Amaro (São Paulo, SP), e docente no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper e no Seminário Teológico José Manoel da Conceição.
    – Tiago Santos, um dos pastores da IB da Graça (São José dos Campos/SP), diretor do programa de estudos avançados no Seminário Martin Bucer e diretor executivo na Editora Fiel.
    – Valdeci Santos, pastor da IP do Campo Belo (São Paulo, SP) e professor e vice-diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper.
    – Valter Reggiani, pastor da IB Reformada de São Paulo/SP.
    – Vinicius Musselman Pimentel, um dos pastores da IB da Graça (São José dos Campos/SP), fundador do Voltemos ao Evangelho e supervisor editorial do Ministério Fiel.
    – Wilson Porte Jr., pastor da IB Liberdade (Araraquara/SP) e presidente do conselho administrativo e professor do Seminário Martin Bucer.

Com a colaboração de Warton Hertz, membro da IPB

Nota:
IP: Igreja Presbiteriana
IPB: Igreja Presbiteriana do Brasil
IB: Igreja Batista

7 de junho de 2022 / carlostrapp

Maio, mês importante com datas relevantes

Estamos no mês de maio. Primeiro, ele é considerado o Mês da Família. Nele, também comemoramos o Dia da Mães, e daqui a pouco, quero destacar isso.
Também é tido como Maio Amarelo, para incentivar os motoristas a terem o máximo de cuidado no trânsito para preservar a vida dos motorista e demais pessoas que circular nas ruas e nas rodovias.
No dia 01, tem destaque para o Dia do Trabalho, onde melhorias nas condições de trabalho, geralmente, são enfatizadas. Esse ano também foi marcado por manifestações em relação à liberdade de expressão.
Também temos a Lei Áurea, onde lembramos a Abolição da Escravatura, um fato que manchou nossa história, ou seja, a escravatura.
Nesse campo, quero lembrar de um fato importante que aconteceu nos Estados Unidos, ou seja, escravos em contato com o evangelho, se converteram e voltaram para o seu país de origem para pregar o evangelho aos seus patrícios.
No quarto domingo de maio também é comemorado o Dia da Comunicação Batista, onde são lembrados os meios de comunicação e a sua importância.
Mas eu falei que iria abordar o Dia das Mães. Quero fazê-lo mediante um texto extraído da revista Mensageiro Luterano (ML) de maio, escrito pela jornalista Daiane Bauer Kühl, de Curitiba, cujo teor é o seguinte:
“Na Bíblia há muitos modelos de mães corajosas, fiéis, humildes, guerreiras. Podemos apresentá-las como exemplos de milagres de Deus para mães de hoje que passam por situações difíceis. Mulheres atuais que se identificam com mulheres da Bíblia, que confiam que Deus podia fazer o impossível a olhos humanos.
Ana sofreu, chorou e orou incessantemente a Deus. Foi temente e confiou que o Senhor faria um milagre em sua vida, dando-lhe o filho que tanto queria. Recebeu o filho tão amado e o dedicou a Deus.
Joquebede foi corajosa, escondendo o filho recém-nascido e depois colocando-o em um cesto no rio para que se salvasse. Foi abençoada, podendo ainda cuidar do próprio filho que havia sido achado pela filha do Faraó.
E Eva, a primeira mãe, a mãe de primeira viagem, que não tinha exemplo de mãe para seguir? Talvez tenha tido dificuldades típicas de alguém que faz algo pela primeira vez e não tem em quem se basear. Instinto materno? Talvez! Mas contou, claro, com a ajuda do próprio Deus, o autor da vida, para exercer seu papel de mãe.
Talvez você conheça histórias que sejam de fato grandes milagres de Deus. Histórias de pessoas que passaram e passam por muitas dificuldades e que louvam a Deus por cada momento. Histórias de superação, talvez. Histórias de garra, de força, de coragem e, acima de tudo, de muito amor e fé.
Conversamos com algumas mulheres que têm histórias incríveis para contar. Acompanhe e louve a Deus conosco pela vida delas e de tantas outras mães com milagres para contar.”
Lembro que essas histórias das quais a jornalista fala estão relatadas no ML.
Ainda ligado às mães quero destacar que estão fazendo de tudo para tirar as mães do lar, ficando os filhos, geralmente, entregues a si mesmos, e assim começam os problemas na campo da instrução, culminando na agressão às mulheres, também levando a uma vida desregrada, que tem seus efeitos no trânsito e nos demais relacionamentos.
Então, vamos zelar para que, preferencialmente, as mães cuidem do lar, na educação dos filhos, e assim teremos a grande possibilidade de uma vida abundante.
Creio que esta é a vontade de Deus e por isso meu empenho nesse sentido (Tt 2.3-5).
Pr. Carlos Trapp

12 de maio de 2022 / carlostrapp

Abril, mês da Escola Bíblica Dominical

Quero contar um pouco da minha experiência com a Escola Bíblica Dominical (EBD).
Quando ainda era membro de uma igreja luterana, não tive nem uma experiência com a EBD. Isso só aconteceu quando eu tinha 28 anos de idade, e comecei a frequentar uma igreja batista, no Extremo Oeste Paranaense.
Lembro que, aos domingos, antes do culto, havia diversas classes para os que participavam das atividades da igreja. Eu ganhei uma revista e a estudava avidamente. Na classe, certa vez, o professor chamou a minha atenção porque a participação era exagerada.
Também lembro que na revista havia um encarte para a gente assinar o Jornal Batista, que era um semanário, que eu assinei e lia com prazer. Inclusive, o Diretor do Jornal, à época, pastor José dos Reis Pereira, dizia que “se a igreja tem 80 membros, ela deveria ter 160 alunos matriculados na EBD”.
Quando estudei no Seminário Batista de Dourados, MS, sempre tive algum vínculo com a EBD, como aluno ou professor.
Esse investimento que as igrejas fazem na Educação Religiosa é de grande importância. O triste é que algumas igrejas estão abandonando o salutar hábito da instrução bíblica através das classes de EBD. Alguns podem argumentar que tem outras formas de instruir os membros. Isso é verdade, mas cabe ver se tem a mesma eficácia.
Outro detalhe que observo é que algumas igrejas tem EBD às 17h30 e culto às 18h30. Penso que isso dificulta um pouco a inserção de novas pessoas nas atividades, por se tornarem mais extensas.
Nós, da Igreja Batista Nova Jerusalém, temos o tradicional sistema de EBD pela manhã, às 09h, e culto às 18h, Entendo que isso facilita a participação do seu convidado para as atividades, tanto na parte da manhã, como no culto da tarde.
Há igrejas que preferem não ter atividades aos domingos pela manhã. Alguns argumentam até que há os que desejam dormir nesse período. Com isso, lembro de um artigo que já publiquei no jornal falando de bons hábitos, pois se vou dormir num horário adequado aos sábados (máximo 23h), consigo levantar cedo aos domingos, estando descansado.
Os alunos também já não tem aulas aos sábados, onde podem descansar e estarem livres e interessados na EBD.
Quero destacar ainda o apóstolo Paulo, que durante dois anos, diariamente, ficou dando a oportunidade aos habitantes da Ásia para que ouvissem a Palavra de Deus, na escola de Tirano (At 19.9,10). Era uma espécie de Escola Bíblica Diária.
Essa atividade do apóstolo Paulo, trouxe grandes benefícios, levando muitos à conversão, ou seja, a uma mudança de vida, que podemos notar no relato contido em Atos 19.17-20.
Em nossa igreja, antes da pandemia, tínhamos EBD, que foi interrompida pela doença. Mas em fevereiro retomamos a atividade. Queremos que a mesma seja instrumento de salvação e de edificação.
Se na sua igreja não tem EBD, veja a possibilidade de organizar uma, visando alcançar todas a faixas etárias.
Procure material didático adequado, em conformidade com o que sua igreja crê.
Já citei o apóstolo Paulo, quanto às suas atividades de ensino e ainda destaco frutos do ensino bíblico, que os próprios pais podem providenciar, conforme o apóstolo relata em 2Timóteo 1.5 e em 2Timóteo 3.14,15, que dizem: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendestes e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação em Cristo Jesus”.
Viva a EBD!

Pr. Carlos Trapp

6 de maio de 2022 / carlostrapp

Seleção, treinamento e envio depessoas para o campo missionário

O que você como pastor, líder faz quando um membro da igreja te procura pedindo ajuda e orientação para ir para o campo missionário? Seja dentro ou fora do Brasil. Uma vez que você é responsável por isso e a sua decisão fará toda a diferença na vida dessa pessoa agora e para o resto da sua caminhada, penso que vale a pena entender como isso pode ser feito de maneira responsável e eficiente.
Existe algum texto bíblico que nos ajuda a entender o princípio bíblico para a seleção? (At 13:1-4). A liderança deve buscar o Senhor com jejum e oração (v. 2; A liderança precisa ser sensível a voz do Espírito Santo (v. 2); A liderança deve oferecer o melhor para missões (v. 2). A Igreja de Antioquia enviou o seu melhor. O que eu escuto geralmente é que o melhor precisa ficar aqui e ajudar a fortalecer ainda mais a nossa comunidade local. Meu amado isso é um grande pecado!
Segunda coisa que preciso observar é que todo e qualquer candidato ao campo missionário precisa demons-trar essas marcas de maneira muito clara: 1. Demonstrar convicção de ser salvo; 2. Precisa apresentar constante crescimento na vida cristã; 3. Deve ter um caráter aprovado; 4. Deve ter convicção de chamado; 5. Deve ter um espírito disposto a aprender; 6. Deve ser submisso à liderança; 7. Deve ter o reconhecimento da igreja; 8. Deve ter a unção do Espírito Santo; 9. Deve ter autoridade espiritual; e 10. Deve ter as qualidades bíblicas para o ministério. Se você como líder tem dúvidas, ainda não é hora de aprovar e enviar. Precisa ter convicção que é a pessoa certa e que está em obediência a Deus.
Terceiro, como deve ser o processo de seleção? No nosso caso, já fazemos isso há 22 anos e tem dado certo. Aí vai o que e como fazemos.

  1. Entrevista com o mi-nistro de missões. Aqui a pessoa precisa conhecer as regras do jogo. Isto é: quais são os passos a serem dados? O que preciso fazer para chegar ao campo missionário;
  2. Elaboração do projeto de 5 anos. Esse projeto precisa falar: Vai para onde? Vai fazer o que? De que maneira vai fazer? Que resultados se espera nos próximos 5 anos de trabalho? Quanto isso vai custar?;
  3. Apresentação do candidato ao Conselho Missionário. O Conselho tem o poder de decisão para aprovar, vetar e orientar no encaminhamento. Isso dependerá da seleção, do treinamento, campo de atuação, apresentação do projeto, verbas disponíveis e outras séries de fatores que venham contribuir para o bom andamento da expansão da obra missionária; Bateria de Testes psicológicos. Cada candidato será submetido a uma bateria de testes por um profissional, com o objetivo de auferir ao candidato o credenciamento no processo de preparação para o campo missionário. Essa bateria de testes deverá acontecer no máximo no último ano de preparação do candidato;
  4. Agência Missionária definida. Uma vez aprovado pelas etapas anteriores, o candidato é encaminhado a entrar em contato com a agência missionária necessária e mais conveniente para realizar a parceria com a igreja; Quando o candidato fecha com uma agência missionária está muito perto de ir para o campo missionário. Falta pouco agora.
  5. Adoção de PGM (Pe-quenos Grupos Multiplicadores). Todo missionário(a) precisar ser adotado por pelo menos um PGM. Que irá orar por ele(a), oferecer cobertura espiritual, manter uma boa comunicação, divulgará nos PGMs as informações necessárias do bom andamento do trabalho missionário no campo, bem como apoiará na eventual visita à cidade quando da sua visita ou mesmo do seu retorno;
  6. Culto de envio. Essa é a última etapa antes do candidato partir para o campo missionário. Será fundamental para igreja que o candidato seja apresentado, que haja um momento para apresentação de um clip do candidato e sua família compartilhando sobre suas etapas ou trajetória vivenciada na igreja local, um momento de intercessão por ele(s), a bênção dos membros do PGM e da igreja.

Como podemos treinar melhor nossos candidatos ao campo? Jesus treinou seus discípulos (Mc 1.17). Paulo treinou seus companheiros (At 15:40; 16:1-3; 18:18; 20:4; 21:16). Precisamos cuidar muito bem das seguintes áreas: 1. Espiritual (Formação de caráter, família, aconselhamento e mordomia, vida devocional, como trata com o pecado e as tentações etc.); 2. Teológica (precisam ter um curso teológico reconhecido pela Abibet); 3. Missiológico (Teologia Bíblica de Missões, História das Missões, Contextualização, Costumes, Culturas e Religiões e Antropologia); 4. Ministerial (descobrir seus dons e talentos e colocá-los em práticas primeiramente aqui na igreja local, com o propósito de obter o reconhecimento.
É muito importante observar: história pregressa, família origem, relações interpessoais, relações matrimoniais, filhos, motivação, como lida com tensões, administração do tempo, administração das finanças, situação jurídica e legal, situação sentimental); 5. Treinamento Complementar (isso depende do local que irá – enfermagem, primeiros socorros, sobrevivência, linguística, língua, economia, mecânica etc.).
Você já percebeu que ir para o campo missionário não pode ser uma aventura, um passeio, uma fuga, ou seja, lá o que se passa na mente de uma pessoa. Mas a responsabilidade e o privilégio da obediência a Cristo Jesus. Por isso, precisamos fazer o melhor ao nosso alcance.

Pr. Djalma Prazeres de Jesus Albuquerque

15 de março de 2022 / carlostrapp

Os cristãos e a “necessidade” de engajamento político

Numa campanha política é comum ouvir evangélicos dizendo: “não estou tão interessado em política” ou “a política não é a minha praia”. 

Essas observações são muitas vezes proferidas com um verniz de piedade, implicando que o engajamento político é inerentemente corrompido, ocupando uma arena imprópria para os que levam o evangelho a sério. Para aqueles inundados com anúncios de televisão, ligações robóticas, correspondências de campanha e o tom geral negativo da política, essa pode ser uma posição tentadora a ser adotada. No entanto, não é uma posição que os cristãos que amam o evangelho possam ou devam aceitar como congruente com as Escrituras. 

Aqui estão quatro razões pelas quais os cristãos devem se engajar com a política:

 1. A cosmovisão cristã fala a todas as áreas da vida: uma objeção frequentemente levantada contra o envolvimento cristão com a política é que qualquer coisa além de pregação e ensino da Bíblia é uma distração da missão da igreja. No entanto, esta é uma compreensão limitada do Reino de Deus e contrária às Escrituras. A cosmovisão cristã fornece uma compreensão abrangente da realidade. Fala a todas as áreas da vida, incluindo o engajamento político. No AT, José e Daniel serviram no governo civil, exercendo influência em suas nações. No NT, Jesus engajou-se cuidando das necessidades espirituais e físicas das pessoas. Alimentar os famintos e curar as doenças eram um desdobramento de sua mensagem reconciliatória. Paulo também defende essa abordagem: “Enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos” (Gl 6.10). Engajar-se em “boas obras” (Ef 2.10) deve incluir a participação na política devido ao papel legítimo e significativo do governo. 

2. A política é inevitável:  como “peregrinos e exilados” (1Pe 2.11), pode ser tentador para os cristãos adotar uma mentalidade de que os sistemas de governo terrenos são irrelevantes para a tarefa de promover o evangelho. Mas pergunte a um pastor de uma igreja clandestina ou a um missionário tentando acessar um país fechado se a política é inconsequente. Liberdade religiosa, passaportes e vistos não são luxos desnecessários, mas muitas vezes são vitais para pastores e missionários que procuram pregar e ensinar o evangelho. Como a política tem implicações no mundo real para o evangelismo, missões e pregação, os cristãos devem se envolver no processo político alavancando sua autoridade legítima, defendendo leis e políticas que contribuam para o florescimento humano. 

3. Precisamos amar o próximo: quando questionado pelas autoridades religiosas sobre a Lei, Jesus explicou que amar a Deus de coração, alma e mente era o maior mandamento (Mt 22.37). Acrescentou ainda que a segunda prioridade era: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Quando perguntado sobre as qualificações do “próximo”, Jesus contou a parábola do Samaritano (Lc 10.25-37), indicando que, independentemente de raça, origem, status social ou ocupação, o amor ao próximo é devido. Cumprir o mandato bíblico de amar o próximo e cuidar do “menor destes” deve ser uma prioridade para todo crente. Um bom governo e leis não são fatores desprezíveis na prosperidade e liberdade de uma sociedade. Por exemplo, a maioria dos norte-coreanos é mantida em escravidão econômica por forças políticas corruptas, enquanto na Coreia do Sul os cidadãos recebem liberdade e um sistema que incentiva a prosperidade. O povo da Coreia do Norte precisa de mais do que despensas de alimentos e hospitais; eles precisam de liderança política e políticas que reconheçam os direitos humanos. A obediência à regra de ouro inclui buscar leis que protejam os nascituros, fortaleçam casamentos e famílias, defendam os vulneráveis e ofereçam oportunidades para o florescimento. A política é um meio de efetuar grandes mudanças e deve ser engajada por cristãos que amam o próximo. 

4. O governo restringe o mal e promove o bem:  o governo deriva sua autoridade de Deus para promover o bem e restringir o mal (Rm 13.1-7). Paulo também exorta que as orações sejam feitas “pelos reis e todos os que estão em posições elevadas, para que possamos levar uma vida pacífica e tranquila” (1Tm 2.1-2), pois entendia a necessidade da participação cristã no governo. O bom governo encoraja um ambiente propício para as pessoas viverem pacificamente, enquanto o mau governo fomenta a inquietação e a instabilidade. Na verdade, o Cristianismo mudou o mundo, através da influência cristã no governo. Exemplos incluem a proibição do infanticídio, do abandono de crianças, da prática de sacrifício humano, além de banir a pedofilia e a poligamia e proibir a queima de viúvas na Índia.

Lierte Soares – é vice-presidente da Baptist Convention Of New England e missionário plantador de igrejas na Nova Inglaterra / EUA, desde 2014. Pastoreia uma igreja em Vermont e está plantando uma igreja multicultural em Boston.

Extraído do Batista Pioneiro, março/abril/2022

2 de março de 2022 / carlostrapp

Reflexões em torno da Covid-19

De início, quero lembrar aos leitores que as reflexões são minhas, mas as decisões em torno do assunto são minhas e as decisões são dos leitores. Quero fornecer alguns subsídios para uma decisão mais adequada.
Essa pandemia já campeia em nosso meio desde o início do ano de 2020.
Diversas pessoas tem morrido por causa de complicações advindas da doença, que vão desde medo, falta de medicação adequada, entre outras questões.
Quero abordar alguns assuntos para nossa meditação:

  1. Medicamentos:
    Sabe-se que diversos setores da sociedade, principalmente, encontrados na mídia, tem combatido os remédios que visam o tratamento preventivo e precoce.
    Vamos analisar isso um pouco: Por que será que isso acontece? Veja os custos das vacinas, que chamo de experimentos: São elevadíssimos dando lucros exorbitantes aos grandes laboratórios. Em contrapartida os remédios que citei, são baratos e facilmente acessíveis.
    Quanto à eficácia, principal argumento para sua rejeição, é dito que não são eficazes em relação à Covid-19. Mas eu sou testemunha de que os remédios funcionam, pois os que tomaram os mesmos, nem sequer foram internados em hospital.
  2. Experimentos:
    Agora, ainda falando em eficácia, fico bastante receoso com os experimentos que estão fazendo, já estando na quarta dose, em alguns casos. Até aonde será que vai, pois as pessoas continuam se infectando? E os laboratórios continuam ganhando rios de dinheiro!
    Os experimentos com crianças foram desaconselhados por um médico experiente e sério. E num outro país, laboratórios já solicitaram a permissão usar esses experimentos em crianças de alguns meses a cinco anos de idade. Já imaginaram a fonte de renda que é isso?
    Outro detalhe quanto aos experimentos é temos que ver são a pressa com que esse material foi fabricado, sendo que, geralmente, vacinas levam anos para serem fabricadas, testadas e aprovadas.
    Por esse e outros motivos tenho minhas reservas quanto a esses procedimentos.
  3. A mídia e políticos
    A que mais tem combatidos, como já falei, é a mídia dizendo que o tratamento preventivo e precoce não é eficaz. Podemos imaginar por quais motivos o fazem. Há setores que com isso querem atingir a economia e, consequentemente, o governo federal. Também é possível que queiram beneficiar os grandes laboratórios e ganhar algum benefício em troca. Enfim, é bem provável que haja intenções sinistras por trás das ações.
    Já alguns políticos são movidos simplesmente por serem da oposição e procuram com suas ações atingir o governo federal.
  4. Máscaras
    Há cerca de três meses, estavam discutindo a suspensão de uso de máscaras ao ar livre, mas decidiram pela sua permanência, porém houve o recrudescimento da pandemia, dando a impressão que a decisão teve um efeito nocivo.
    Tenho lutado para que não haja da parte do poder público a exigência de uso de máscara ao ar livre, pois é desnecessário, porque não se tem contato com o outro e se tiver pode ser observado o distanciamento.
    Vamos analisar isso um pouco mais: Já pensou uma pessoa sair de casa para passeaar com seu animal de estimação com máscara? Fazer sua caminhada de máscara? Andar de bicicleta de máscara?
    Por que sou contra o uso de máscaras quando não é necessário? Porque respiramos gás carbônico, pois inspiramos oxigênio e expiramos gás carbônico, que é inspirado novamente ao seu usar máscara.
    Então, quando não é necessário, deve se evitar o uso de máscaras.
  5. Protagonismo
    A sociedade civil deve se posicionar quanto a essas questões e não ser subserviente quando se pede algo errado.
    Já tenho ouvido muitas vezes que devemos ouvir as autoridades, e eu concordo, desde que estejam certas.
    E é preciso acrescentar aqui que autoridade somente é a que pede algo certo, pois ao se impor algo errado, perde-se a autoridade. Por exemplo, se um pai pede algo errado ao filho, este não deve obedecer, pois o que o pai pediu está errado, perdendo, assim, a autoridade.
    Então, a sociedade civil deve ser protagonista do que é certo, mostrando até para as autoridades aquilo que é correto, e não obedecendo se pedir algo errado.
  6. Cuidado
    Como viram, fiz meus questionamentos, mas isso não significa que não me cuido, pois tomo dois antivirais: ivermectina e tenofovir. Estou pronto para me submeter ao tratamento precoce, se porventura for acometido pela Covid-19.
    Outros detalhes que procuro observar são: a boa alimentação; mobilidade, pois ando de bicicleta ou faço caminhada todos os dias, praticamente. Isso, além do exercício físico, ajudar na exposição ao sol, que é salutar.
    Também procuro observar Provérbios 18.14, que diz que “O espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o pode suportar”. O medo é altamente nocivo, devendo ser evitado a todo o custo!
    Além disso, procuro observar o distanciamento e lavar as mãos com água a sabão.
    Tire suas conclusões!
    Pr. Carlos Trapp