A preferência da presidente Dilma Rousseff pelos regimes bolivarianos é inequívoca. Basta comparar a forma como tratou o Paraguai – onde a democracia é constitucionalmente mais moderna, por adotar mecanismos próprios do sistema parlamentar (recall presidencial) – ao afastá-lo do Mercosul e como trata a mais sangrenta ditadura latino-americana, a de Cuba.
A presidente do Brasil financia o regime cubano com dinheiro que melhor poderia ser utilizado para atender às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS), dando-lhe maior eficiência em estrutura e incentivos.
Em período pré-eleitoral, Dilma Rousseff decidiu trazer médicos de outros países para atender a população do interior do Brasil, sem oferecer, todavia, as condições indispensáveis para que tenham essas regiões carentes hospitais e equipamentos. Empresta dinheiro a Cuba e a outros países bolivarianos, mas não aplica no nosso país o necessário para que haja assistência gratuita, no mínimo, civilizada.
O cúmulo dessa irracional política, contudo, parece ocorrer na admissão de 4 mil agentes cubanos, que se dizem médicos – são servidores do Estado e recebem daquela ditadura o que ela deseja pagar-lhes -, para os instalar em áreas desfavorecidas do Brasil, sem que sejam obrigados a revalidar seus títulos nos únicos órgãos que podem fazê-lo, ou seja, os Conselhos de Medicina.
Dessa forma, trata desigualmente os médicos brasileiros, todos sujeitos a ter a validade de sua profissão reconhecida pelos Conselhos Regionais, e os estrangeiros que estão autorizados exclusivamente pelo governo federal a exercer aqui a medicina.
O tratamento diferencial fere drasticamente o princípio da isonomia constitucional (artigo 5.º, caput e inciso I), sobre escancarar a nítida preferência por um regime que, no passado, assassinou milhares de pessoas contrárias a Fidel Castro em “paredóns”, sem julgamento, e que, no presente, não permite às pessoas livremente entrarem e saírem de seu país, salvo sob rígido controle. Pior que isso, remunerará os médicos cubanos que trabalharem no Brasil em valores consideravelmente inferiores aos dos outros médicos que aqui estão. É que o governo brasileiro financiará, por intermédio deles, o próprio governo de Cuba, o qual se apropriará de mais da metade de seu salário.
Portanto, a meu ver, tal tratamento diferencial fere a legislação trabalhista, pois médicos exercendo a mesma função não poderão ter salários diversos. O inciso XXX do artigo 7.º da Constituição federal também proíbe a distinção de remuneração no exercício de função.
Acontece que pretende o Estado brasileiro esquivar-se do tratamento isonômico alegando que acordo internacional lhe permite pagar diretamente a Cuba, que remunerará seus médicos com 25% ou 40% do valor que os outros médicos, brasileiros ou não, aqui receberão.
É pacífica a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) de que os tratados entram em nosso ordenamento jurídico como lei ordinária especial, vale dizer, não podem sobrepor-se à Constituição da República, a não ser na hipótese de terem sido aprovados em dois turnos, nas duas Casas Legislativas do Congresso Nacional, por três quintos dos parlamentares (parágrafo 3.º do artigo 5.º da nossa Lei Maior).
Ora, à evidência, o acordo realizado pelo governo brasileiro não tem o condão de prevalecer sobre a nossa Carta Magna, por ter força de lei ordinária especial, sendo, pois, de manifesta inconstitucionalidade. Francisco Rezek, quando ministro do STF, certa vez, a respeito da denominada “fumaça do bom direito”, que justifica a concessão de liminares contra atos ou leis inconstitucionais, declarou, em caso de gritante inconstitucionalidade, que a fumaça do bom direito era tão grande que não conseguia vislumbrar o rosto de seus pares colocados na bancada da frente. Para a manifesta inconstitucionalidade do ato a imagem do eminente jurista mineiro calha como uma luva. O tratado do Brasil com a ditadura cubana fere o artigo 7.º, inciso XXX, da Constituição federal.
O que me preocupa, no entanto, é como uma pequena ilha pode dispor de um número enorme de “médicos exportáveis”, que, se fossem bons, não deveriam correr nenhum risco ao serem avaliados por médicos brasileirosdos Conselhos Regionais, e não por funcionários do governo federal.
Pergunto-me se tais servidores cubanos não terão outros objetivos que não apenas aqueles de cuidar da saúde pública.Afinal quando foram para a Venezuela, esse país se tornou gradativamente uma semiditadura, na qual as oposições e a imprensa são sempre reprimidas.
E a hipótese que levanto me preocupa mais ainda porque foi a presidente guerrilheira e muitos de seus companheiros de então haviam sido treinados em Cuba e pretendiam impor um governo semelhante no Brasil, como alguns deles afirmaram publicamente.
Tenho a presidente Dilma Rousseff por mulher honesta e trabalhadora, embora com manifestos equívocos em sua política geradora de alta inflação, baixo produto interno bruto (PIB), descontrole cambial e déficit na balança comercial e nas contas externas. O certo, contudo, é que a sua preferência pelos regimes bolivarianos e a sua aversão aos lucros das empresas talvez estejam na essência de seu comportamento na linha ora adotada.
Respeito a presidente da República eleita pelo povo, mas tenho receio de que suas preferências ideológicas estejam na raiz dos problemas que vivemos, incluída a importação de agentes públicos de Cuba que se intitulam médicos.
Publicado no jornal “O Estado de São Paulo”, de 29 de agosto de 2013.
*Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, UNIP, UNIFIEO, UNIFMU, do CIEE/O Estado de S. Paulo, das escolas de Comando e Estado-Maior do Exército e Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da FECOMERCIO-SP, fundador e presidente honorário do Centro de Extensão Universitária.
É dezembro, mês em que comemoramos o nascimento de Jesus.
Então, nada mais justo que falar sobre a salvação, imerecida, trazida por Jesus.
E para dar destaque a isso eu quero, quebrando uma regra (não costumo abordar questões doutrinárias no Jornal), aqui, qual bereano, analisar uma afirmação do Pr. Hernandes Dias Lopes, no artigo que publiquei à página 11, sob o título “Salvação, dom inefável de Deus”, que ele descreve, magistralmente, porém, no último parágrafo ele diz o seguinte: “A salvação é um dom inefável de Deus. Foi planejada por Deus Pai, executada pelo Deus Filho e aplicada pelo Deus Espírito Santo.”
Primeiro, quero dizer que pensei bastante sobre o assunto, se abordaria isso ou não. Por outro lado, não quero me indispor com os que pensam de modo diverso, incluindo o próprio articulista. Quero, com o devido zelo, mostrar que devemos examinar tudo para ver ser se “de fato é assim” (At 17.10).
O articulista, como já disse, discorre de modo claro a salvação, destacando que é pela fé, e não pelas obras, e que essas são uma conse-quência da salvação. Mas deixa a entender que o ser humano é passivo nesta questão, pois fala que a salvação é “aplicada pelo Deus Espírito Santo”.
Mas como seria isso? É aplicada aos que ouvem e creem, por decisão dos ouvintes, ou é aplicada de forma unilateral pelo Espírito Santo, sem a decisão/aquiescência da pessoa?
No livro de Atos, Paulo procura “persuadir” seus ouvintes (18.4; 19.8). Creio que este é um dos motivos pelos quais podemos dizer que a pessoa pode ouvir a Palavra de Deus e decidir aceitá-la ou não. Aliás, em outros textos vemos pessoas crendo, outras, rejeitando a Palavra (At 28.23,24), sinal, mais uma vez, que têm poder de decisão.
Outra, se é o Espírito Santo que aplica a salvação sem o consentimento, sem a participação da pessoa, então, como entender que Ele não aplica isso a todos, pois “Deus deseja que todos sejam salvos”?
Além disso, há outros textos que falam da responsabilidade humana. Jesus declara, em determinado contexto, que pessoas “não queriam vir a Ele para ter vida” (Jo 5.35). Em outra parte, fala, referindo-se à cidade de Jerusalém, que Jesus quis ajuntar seus moradores “como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e eles não quiseram” (Mt 23.37).
Ora, em todos esses textos fica destacado que aparece a vontade das pessoas, o seu poder, a sua capacidade de decidir, por isso, Jesus as responsabiliza.
Agora, repito, se a salvação é uma ação unilateral do Espírito Santo, como o ser humano pode ser responsabilizado de não crer?
Quanto à decisão caber ao ser humano, ao ter contato com o Evangelho, não se trata de mérito em relação à salvação, pois a fé é depositada em Jesus, na Sua graça salvadora, não no ser humano, ou na sua ação. Por exemplo: Eu creio que vou para o céu, de graça, imereci-damente, por Jesus. Quer dizer: eu não creio em mim, mas em Jesus. Apenas destaco que a responsabilidade de crer é minha, que a fé não é aplicada sem passar pela vontade humana, que o ser humano é ativo na salvação, e que Deus deseja que todos O sirvam voluntariamente. Ou alguém discorda (vejam que é a vontade que está em jogo)?
Então, caro leitor, se você ouvir o Evangelho, que é a boa notícia, já destacada aqui que Jesus veio a este mundo, cujo nascimento comemoramos neste mês, para salvar todas as pessoas que creem Nele, não perca esta oportunidade e creia em Cristo como seu Senhor e Salvador.
Explicando isso um pouco mais, digo que Deus criou Adão e Eva, os nossos pais, que pecaram e se afastaram de Deus. Porém, esse mesmo Deus, que ofenderam voluntariamente, prometeu que enviaria Jesus para os salvar dos seus pecados, reconciliando-os e lhes dando o perdão dos pecados, enfim, a salvação imerecida em Jesus, fato que aconteceu com a vinda, morte e ressurreição de Jesus.
Bem, posso achar leitores que discordam de mim quanto à “aplicação unilateral ou não da salvação”, mas creio que todos vão concordar comigo que devemos pregar o Evangelho, pois é uma ordem de Jesus (Mc 16.15; Mt 28.19). E você que for alcançado pela mensagem do Evangelho, deve crer nela e aceitar o presente divino que é Jesus, que significa salvação e vida eterna.
Que assim seja!
Pr. Carlos Trapp
Hoje, 31 de outubro, Dia da Reforma, faz uma semana em que fui entrevistado pelo jornalista Vicenzzo Vicchiatt, do site Midiamax, a respeito da polêmica que houve na Câmara Municipal de Campo Grande, envolvendo, principalmente, o vereador Paulo Pedra (PDT), que havia afirmado que em “cada família evangélica havia um homossexual”.
Mas a discussão surgiu a partir de uma Moção de congratulações apresentada pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS) em relação a Gabriel Freitas, que ganhou o concurso “Mister Diversidade 2013”.
Eu aproveitei a entrevista para reiterar e expandir o que já disse em diversos meios de comunicação, em protesto à falta de compreensão que grassa em nosso meio, ao que de fato é o homossexualismo.
Mas para que o leitor conheça na íntegra o que eu disse, divulgo aqui a texto publicado no site:
Após a polêmica causada pelo discurso do vereador Paulo Pedra (PDT) na sessão da Câmara Municipal de Campo Grande na última quinta-feira (24), quando afirmou que “não existe uma família de evangélico que não tenha um homossexual” e depois mudou para “toda a família brasileira, se não tem, vai ter um dia algum homossexual”, lideranças religiosas se mobilizam para apoiar a bancada evangélica.
Segundo o pastor batista Carlos Osmar Trapp, a situação é fruto das recentes mudanças de comportamento, que estariam constrangendo quem tem opinião diferente dos ativistas da causa gay. “Os vereadores têm o direito de viver segundo aquilo que sua crença orienta. Mesmo na Câmara, todos têm o direito de expressar sua fé”, argumenta.
“Ultimamente não podemos dar a nossa opinião sobre essa questão. Ou ficamos quietos ou acabamos sendo rotulados como homofóbicos. O fato é que o homossexualismo é algo pervertido e temos que abrir nossos olhos sobre o que essa prática realmente é”, declara o pastor.
Ele defende o direito dos evangélicos de declararem a opinião com relação à opção dos homossexuais. “A vida está na dualidade do sexo, o relacionamento entre macho e fêmea e a relação entre pessoas do mesmo sexo é uma relação estéril, nociva à saúde, contra a vida, contra a perpetuação da espécie e uma afronta ao projeto de Deus”, diz.
“Além de ser contra a vida, principalmente o relacionamento entre homens é nocivo à saúde. Ao introduzir o órgão genital masculino no órgão que é responsável por expelir os dejetos humanos, o risco de contrair doenças e afetar o organismo do ser humano é muito grande”, afirma.
Trapp ainda afirma que existe preconceito de homossexuais e simpatizantes ao conceito milenar dos cristãos que é contrário ao homossexualismo. Além disso, define o homos-sexualismo como uma escolha da pessoa e discorda de quem diz que uma pessoa nasce homossexual.
Carlos ressaltou que, como pastor, ele é contrário à prática do homossexualismo, mas não contra as pessoas e também disse que se um homossexual o procurasse ‘pedindo ajuda’, ele estenderia a mão e ajudaria essa pessoa.”
O repórter ainda acrescenta que: “Toda a confusão aconteceu devido à votação da moção de congratulação para Carlos Gabriel, vencedor do concurso “Mister Diversidade 2013”. Mesmo com a polêmica, a votação foi aprovada com 14 votos favoráveis. Os vereadores Flávio César (PT do B), Juliana Zorzo (PSC), Elizeu Dionizio (SDD), Alceu Bueno (PSL), Gilmar da Cruz (PRB) e Coringa (PSD) votaram contra.”
O vereador Paulo Pedra se retratou do que disse, mas eu quero protestar contra as reiteradas “moções de congratulação” da vereadora Luiza Ribeiro, cujas atitudes são um verdadeiro fomento ao homos-sexualismo. Destaco isso, pois o Estado não deve ter atitudes que tragam “embaraço” para as igrejas. Digo isso porque a nossa Constituição Federal garante a liberdade religiosa, e proíbe, justamente, o Estado causar dificuldades às igrejas, como se pretende com a aprovação do PLC 122/06, que visa criminalizar a fé dos cristãos.
Ainda protesto contra os que não veem o bem que as igrejas causam à sociedade, pois são pessoas sem vícios e ordeiras, trabalhadoras, que estudam, que defendem a vida, pagam impostos e procuram observar a lei.
Então, nem um parlamentar jamais deveria apoiar uma atitude contrária à vida, como é a prática homossexual. Deveria, isto sim, ser a favor das práticas e crenças cristãs, sem me dizer que isso fere o princípio do Estado laico, pois estou me referindo a valores, e não a um Estado confessional.
Para terminar, ainda protesto contra os que não protestam, aos conformados, aos que têm mil e uma desculpas para “cruzar os braços”. Há até os que tem medo de protestar, de contestar, de discordar. Já pensaram se Lutero tivesse ficado quieto? Mas o maior exemplo é Jesus que “desceu a lenha” nos fariseus (Mt 23).
Sejamos contra o mal!
Pr. Carlos Trapp
Em meio a uma generalizada comoção, e apatia por parte de outros, vou procurar escrever sobre parte do que está acontecendo em nosso País.
Sabemos que, há poucos dias, tivemos problemas sérios em diversos presídios. Porém, o problema se estendeu a parte externa com a “greve” de policiais. Além disso, nós temos inúmeros problemas como a corrupção, elevado número de assassinatos, muitos acidentes de trânsito, divórcios, brigas entre vizinhos, falta de confiança em muitos políticos, apatia de eleitores (vejam o elevado número de abstenções na última eleição), e assim por diante.
Às vezes, a esperança até reacende, como aconteceu com o impeachment da Dilma, mas também não temos visto grandes mudanças com o atual governo.
Além disso, setores da população, como lideranças eclesiásticas, também não reagem como deveriam. O silêncio dos bons é um dos piores males que podemos sofrer.
Falando em indiferença, cabe citar o texto do pastor Martin Niemöller, um dos combatentes do nazismo, do quanto é nocivo ficar de braços cruzados:
E não sobrou ninguém
Quando os nazistas levaram os comunistas,
eu não protestei,
porque, afinal,
eu não era comunista.
Quando eles prenderam os sociais-democratas,
eu não protestei,
porque, afinal,
eu não era social-democrata.
Quando eles levaram os sindicalistas,
eu não protestei,
porque, afinal,
eu não era sindicalista.
Quando levaram os judeus,
eu não protestei,
porque, afinal,
eu não era judeu.
Quando eles me levaram,
não havia mais quem protestasse.
Assim como aconteceu com Niemöller, temos a tendência de pensar que não vamos ser atingidos. E mesmo que não sejamos atingidos, temos que ser altruístas e lutar pelos outros, pelo que é certo e útil à sociedade.
Como podem ver, estou destacando a impunidade e a reação que devemos ter em relação a isso.
Se olharmos os relatos bíblicos dos primórdios da nossa História, vamos ver que Deus, logo após o Dilúvio, implanta a pena capital, justamente para inibir a criminalidade. O extremo rigor não parte de um Deus sanguinário, mas do Criador que desejava, a todo o custo, evitar o derramamento de sangue inocente.
E assim devemos entender as questões hoje, ou seja, leis rigorosas são para inibir a criminalidade; sendo que acontece o contrário, ou seja, as leis são brandas, levando ao aumento do banditismo.
Ainda tenho que lembrar que além da impunidade, tem outro agravante em nosso País quanto às leis. É o caso de leis injustas, arbitrárias, como é o caso do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo; a liberação do aborto até ao terceiro mês, além do fomento da promiscuidade entre adolescentes e jovens, com a distribuição de camisinhas, sem falar da desconstrução da heteronormatividade, que afeta diretamente às famílias, que sofrem, com isso, as consequências.
A violência nas escolas, em grande parte, é fruto de lares desestruturados. São brigas entre alunos, agressão aos mestres, distância entre pais e alunos, baixo aproveitamento escolar devido ao desinteresse pelo saber, e assim por diante.
Nesse caos também é preciso citar o movimento laicista que procura excluir Deus de tudo. Basta dizer que as campanhas do governo contra a Aids não tem a devida ética, e que deveriam estar baseadas na abstinência do solteiro e na fidelidade do casado, para ser taxado de religioso, e ver sua ideia rechaçada. E assim que acontece em outras áreas, tendo a postura de “Fora, Deus”, em tudo que tem vínculo com valores cristãos.
Mas eu falei em esperança! E essa reside no fato que nem todos tem essa postura nociva, pois há pessoas cristãs que seguem a Palavra de Deus, com seus valores éticos e morais.
O que nós cristãos precisamos fazer, nessa situação de impunidade, corrupção, criminalidade, violência, desrespeito, em primeiro lugar, é orar; em segundo lugar, precisamos ser mais ousados, mais politizados, mais cidadãos, pois sabemos que, mesmo pregando o evangelho, nem todos se converterão, por isso deve entrar o rigor e a justiça da lei para uma sociedade mais humana.
Carlos Osmar Trapp – pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/928 MS).
Quem está “antenado” está ciente das manifestações populares que estão acontecendo pelo País.
O que vou escrever é para levar a gente a reflitir sobre a situação.
É claro que nós devemos ter o desejo que o Governo aplique bem os recursos públicos, que preste bons serviços, e assim por diante.
Agora, o que temos que analisar também é que nós temos o hábito de querer praticamente tudo do governo. Inclusive o sonho de muitos é fazer faculdade, um cursinho, e por fim passar num concurso para se tornar funcionário público, sendo que o setor produtivo fica prejudicado.
Então, vemos o Estado como um grande pai, para o qual pedimos tudo e mais um pouco. Esquecemos que a sociedade civil deve ser mais forte, e o Estado menor, assim os impostos não precisam ser tão altos.
Assisti um vídeo no qual se faz uma projeção de um salário mensal de R$ 6.000,00, que é reduzido em torno da metade com impostos.
Então, podemos ver que há uma excessiva voracidade do Governo em relação a impostos, cujos retornos deixam a desejar.
Mas eu falei de uma sociedade civil forte, onde o Estado, primeiro nos deveria dar o direito de educar os filhos em casa, ao mínimo, no ensino elementar. Isso já elimina gastos públicos e fortalece a família, e ainda livra nossas crianças da sodomização que estão introduzindo no ensino básico.
O Governo, de tão grande que é, só falta “gerar nossos filhos”, pois aos quatro anos já os obriga a ir à escola; depois, oferece escola de tempo integral, deixando os filhos muito distantes dos pais.
Resumindo, temos que fazer uma análise adequada da questão, lutar por um Estado menor, e uma sociedade civil mais organizada, menos dependente e menos sangrada.
A questão do laicismo também deve merecer nossos protestos, pois o governo se opõe a quase tudo o que é religioso, com a desculpa de que o Estado é laico. Sim, ele não tem uma religião oficial, mas isso não quer dizer agora que deva combater valores, se não, até teria que acabar com o descanso semanal, que é valor judaico-cristão.
Outro detalhe que estou notando é que o Governo Federal gasta bilhões com propaganda na TV e, praticamente, essa mídia não questiona o Governo, “nem vê” os cartazes e faixas que criticam a presidente Dilma, o ex-presidente Lula e os mensaleiros.
Mas os questionamentos que estão sendo feitos pela sociedade civil, com ordem e motivos justos, devem ter nosso apoio e participação.
Pr. Carlos Trapp
Em outubro, um homem chamado Ramjeet Raghav teve um filho com a esposa, Shakuntala. A história virou notícia pelo mundo porque Raghav afirma ter 96 anos de idade, o que faria dele o homem vivo mais velho a conceber uma criança. Perdido entre os questionamentos sobre sua idade está o fato de que sua esposa tinha 53 anos quando o segundo filho nasceu.
A Índia não é o único lugar onde os novos pais estão ficando mais velhos. Em uma recente reportagem de capa da revista New Republic, Judith Shulevitz destaca que ter filhos “muito mais tarde do que se costumava ter” se tornou “perfeitamente normal” para a maioria dos americanos.
Mas “normal” não é o mesmo que ”inofensivo”, motivo pelo qual seu artigo está intitulado “Como a Paternidade Tardia Irá Subverter a Sociedade Americana”.
O que irá “subverter” nossa sociedade não são casos atípicos, como Larry King se tornando pai aos 66; são inúmeros americanos adiando os filhos até meados dos 30 ou até 40 anos.
Desde 1970, a média de idade para o primeiro filho das mulheres americanas aumentou em quatro anos: De 21,5 para 25,4 anos. A média de idade para a primeira paternidade agora é de 28 anos.
Pode não parecer relevante, mas as médias podem enganar: uma mulher com nível superior possui três vezes mais chances de ter seu primeiro filho aos 30 do que as outras. Trinta pro cento delas adiam os filhos até a casa dos 30.
Ainda mais impressionante é o fato de que “enquanto a taxa de natalidade nos EUA despenca devido à recessão, apenas os homens e mulheres com mais de 40 continuam tendo mais filhos do que no passado”.
De acordo com Shulevitz, estamos em meio a um “experimento natural” que irá medir o impacto de “sistemas reprodutivos envelhecidos e do ávido consumo de tratamentos de fertilidade” na vida familiar.
Os resultados não serão totalmente entendidos por um longo tempo, mas o que já sabemos, conforme constata Shulevitz, “deve nos alertar mais do que já o faz”.
Isso se deve ao fato de que há uma correlação bem estabelecida entre a idade da mãe e anormalidades cromos-sômicas: uma criança nascida de uma mulher na casa dos 40 possui de 15 a 20 vezes mais probabilidade de sofrer de anormalidades do que uma nascida de uma mãe na casa dos 20.
E há a ligação menos conhecida entre a idade dos pais e doenças mentais: “homens com mais de 50 anos possuem três vezes mais chances do que homens abaixo dos 25 anos de ter filhos esquizo-frênicos”. No início do mês, a revista britânica Nature publicou um estudo que concluiu que “o número maior de pais mais velhos poderia explicar o aumento de 78% nos casos de autismo na última década”.
Esses resultados são controversos, para dizer o mínimo. Mas o que não é controverso é o fato de que adiar os filhos aumenta os riscos à saúde deles. É o que Shulevitz chamou de “um círculo vicioso do declínio da fertilidade . . . e o dano causado pelas tecnologias de reprodução assistida” estava criando uma geração de crianças “fenoti-picamente e quimicamente diferentes” das gerações anteriores.
Mas apesar dos inegáveis riscos, nossa cultura trata esse fenômeno como um “triunfo”. A tecnologia “libertou” tanto o homem quanto a mulher de fazer escolhas difíceis.
Exceto que isso não é verdade: a natureza não é infinitamente maleável para se conformar de acordo com nossos caprichos egoístas. A biologia dará a palavra final, mesmo se os que agora lutam contra ela não estiverem mais aqui quando ela cobrar a conta.
John Stonestreet
http://www.juliosevero.com
“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias. O coração de seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho.” (Pv 31.10-11).
A mulher segundo o coração de Deus era dedicada a família e submissa ao seu marido. E isso não significa que fosse “escrava”, pois esta mulher do capítulo 31 do livro de Provérbios dava ordens às suas servas. No versículo 11 diz que “não haverá falta de ganho”.
E o coração de seu marido confia nela, porque ela é submissa a ele. E ser submissa a um homem, não significa ser inferior a ele, nem ser sua empregada ou capacho. E sim ser o suporte para a missão dele. Basta pensar no sentido literal da palavra – “sub-missão”. Por confiar nela, sabendo que ela está cuidando com esmero da casa e dos filhos, o marido tem segurança e tranquilidade para passar o tempo necessário fora, e produzir riquezas. Se as feministas entendessem isso, o que é de fato ser submissa ao homem, seria para elas uma grande alegria e plena realização.
Então estaria eu dizendo que uma mulher de verdade, feliz e realizada, é aquela que fica em casa cuidando dos filhos, enquanto o marido sai para ganhar dinheiro? Sim, é exatamente isso que eu estou dizendo.
Já imagino a reação das feministas, ou, se preferirem, das mulheres “modernas”, “inteligentes”, e bem sucedidas que ganham mais que seus maridos, e por isso os tratam como idiotas. E claro que não posso esquecer daquelas que dizem que não querem se casar, porque são muito focadas em suas carreiras. O que eu duvido.
A esta altura já devem também estar me chamando de antiquada. Que seja, eu não negocio valores para receber elogios de ninguém. Prefiro ser útil do que ser simpática.
A verdade é que mulher feliz, mulher realizada é sim, aquela que tem uma casa para cuidar, filhos para educar e marido para obedecer e amar.
Sendo assim, e em defesa das mulheres que ainda tem valores e princípios conservadores, não posso deixar de expressar aqui a minha indignação com a campanha pela destruição da família que vem sendo promovida por este governo socialista que se apoderou do nosso país.
Para destruir a família vale tudo: incentivar o homos-sexualismo, patrocinando paradas gays por todo país, distribuir “kit gay” nas escolas; descriminalizar e patrocinar o aborto. Como se isso tudo não bastasse, eles conseguem jogar ainda mais sujo, com uma emenda constitucional proposta pela senadora (licenciada) Marta Suplicy, com a qual se pretende tirar o nome da mãe e do pai dos documentos dos recém nascidos (daqueles que conseguirem sobreviver ao aborto, é claro). Me surpreende que Marta Suplicy, apesar de ter nascido mulher, ter se casado e ter sido mãe, hoje tem como um de seus objetivos destruir a família de outras mulheres. Obviamente, não devemos esperar outra coisa de uma petista.
Se esta emenda for aprovada, não existirão mais, juridicamente, as figuras do pai e da mãe. Mas e os filhos então? Seriam filhos de quem? Filhos da… meretriz? Por que essa “mulher” não começa tirando seu próprio nome e o de seu ex-marido, o senador Eduardo Suplicy, dos documentos daquele seu filho, o Supla?
Então fica a questão: se Marta é contra a família, por que ela tem uma? Eis uma bela resposta:
“Em últimas contas, se o patriarcalismo fosse coisa ruim os ricos não o guardariam ciumentamente para si mesmos, mas o distribuiriam aos pobres, preferindo, por seu lado, esfarelar-se em pequenas famílias nucleares. Se fazem precisamente o oposto, é porque sabem o que estão fazendo.” É o que afirma Olavo de Carvalho observando a conduta da família Rockefeller no artigo “A família em busca da extinção”.
Que as mulheres de bem deste país, aquelas que tem alguma reserva do que é verdadeiro e bom guardado em suas almas, tenham seus olhos abertos a tempo, e não se deixem enganar pela manipulação feminista promovida pelos partidos de esquerda e reverberada pela mídia.
Que consigam tocar suas vidas com sabedoria e princípios ensinados por Deus, valorizando a família e o privilégio de ter nascido mulher.
Elis Bobato
http://www.juliosevero.com
Nota: Há poucos dias, vi na internet (infelizmente não copiei logo o material e agora não o encontra mais) um quadro que dizia mais ou menos isso: As feministas se sujeitam de bom grado ao patrão no serviço fora de casa, mas não se agradam em serem orientadas pelo marido no lar.
A família nasceu no coração de Deus (Gn 2.24) e seria muita pretensão humana lutar contra a instituição estabelecida pelo Criador. Deus sabe todas as coisas e o Seu objetivo, como em toda a criação, era preservar a vida. A essência da criação é a vida em todos os níveis e a vida humana tem muito mais significado e um pouco menor do que os anjos o homem foi criado (Sl 8.5). Isso significa que o homem é o privilegiado no cenário criacionista e é o indivíduo com quem Deus se relaciona por Sua determinação. Diante dessa preferência divina é natural que o homem fosse dotado de características próprias como a inteligência e recebesse responsabilidades de preservação do planeta (Gn 2.15). Como preservar o planeta e negligenciar os seus semelhantes?
O planeta só pode ser preservado se os seus cuidadores forem preparados para manter o equilíbrio terrestre em todos os níveis e sentidos. A Terra se constitui num ambiente onde qualquer elemento tem o seu papel no equilíbrio funcional do planeta com repercussões sobre a vida em todos os níveis, e quanto mais elevado for na escala zoológica maior dependência tem a vida do equilíbrio terreno. Sendo assim, não é difícil entender que os humanos são os mais vulneráveis e frágeis na escala biológica.
Essas exigências nos mostram que o homem tem que ser preparado e é nas Igrejas que essa qualificação tem que ter início. É aí que também deve começar a compreensão do real significado da família e não aceitar, sob qualquer pretexto, as idéias e opiniões de alguns líderes religiosos, que comprometem totalmente o plano de Deus de continuidade e preservação da vida, quando aceitam e defendem o “casamento” homoerótico, ou seja, entre pessoas do mesmo sexo.
Essa tendência é patológica e lamentavelmente, de forma ignorante e até indiferente, a sociedade tem aceitado essa proposta distorcida e comprometedora da vida. O projeto que nasceu no coração de Deus é o projeto de preservação da vida e tudo que for contra tem a caricatura do vazio, vácuo e morte porque simplesmente não germina e não frutifica. As Igrejas Batistas precisam se posicionar ao lado do projeto de Deus, ao lado da vida. Essa é a melhor decisão em prol da família e, por conseguinte, da vida.
Dr. Luiz Ovando
Médico e Membro da Terceira.Igreja Batista
Referente às manifestações no Brasil, boa parte da sociedade já se manifestou: Médicos, caminhoneiros, estudantes, etc. Setores da igreja evangélica, como pastor Silas (se bem que foi antes dos protestos) em Brasília, além de um ou outro documento, por denominações.
Agora, muitas coisas acontecem e a igreja não fala nada, ou fala pouco, ou ainda com atraso.
Vejamos: O projeto falsamente denominado de “cura gay” teve que ser retirado de pauta por falta de apoio até do próprio partido do proponente, Dep. Federal, João Campos, que é do PSDB/GO.
Só para citar um exemplo, se as igrejas estivessem de prontidão para esses assuntos e fizessem a devida mobilização, conscientização, muitas coisas boas poderiam ser aprovadas e, muitas ruins, poderiam ser rejeitadas.
Penso que poderia haver um grupo sempre atento, formado por batistas, presbiterianos, assembleianos, entre outros, que poderia mobilizar as lideranças/igrejas a entrarem em contato com os legisladores (deputados estaduais/federais, senadores) para o que é moral e ético seja aprovado.
Esse grupo até poderia trabalhar para deixar nosso povo mais politizado. Cito como exemplo a “importação” dos médicos cubanos. Há algo por trás disso, pois ele não são apenas médicos, são agentes do governo e carregam uma ideologia com eles, que é comunista e totalitária. Essas coisas nosso povo precisa saber. Então, ser politizado envolve conhecimento, formação.
Esse grupo também poderia informar nossa população que o bem-estar de um país depende da base, do povo, pois se esse é bem politizado, dele vão surgir bons candidatos que serão eleitos pelo povo que, no caso, é bem preparado e sabe escolher. Sendo assim, teremos bons políticos porque a base, o povo, cumpre o seu papel.
Faz parte da formação do povo que ele, como já disse, precisa ser bem organizado e ciente de que ele é o responsável pelo sucesso de uma nação. Então, a principal cobrança deve recair sobre o povo, a base. Sabemos que geralmente acontece o inverso, ou seja, cobra-se dos políticos, do Estado, como se tudo dependesse dele, como se fosse um grande pai, que tem que dar tudo a todos, sendo que o certo é o povo ser forte e o Estado o menor possível.
Sendo assim, com o povo ciente da sua responsabilidade, cumprindo o seu dever, veremos um Estado menos paternalista, cumprindo o papel que lhe cabe, que é, principalmente, o da segurança pública e o povo se sustentando o máximo possível. Assim, o Estado não precisa sugar tanto a população com impostos.
Como exemplo, quero citar apenas uma coisa, para mostrar como isso pode funcionar: Hoje, os filhos já tem que frequentar a escola aos quatro anos de idade. Se houver a oportunidade legal de os pais educarem os filhos em casa, o governo não vai gastar com escolas básicas nem com creches. Isso vai, além da economia, fortalecer o lar e a sociedade vai ganhar filhos bem educados, sem a “desorientação” que as crianças recebem nas escolas públicas quanto à sexualidade.
Até preciso acrescentar que então a principal base é a família, e depois o povo em geral.
Viram como é simples? E com isso podemos fazer grandes mudanças, que podem ser qualificadas como expressões de amor ao próximo, que é o nosso dever cristão e cívico.
Então, vamos nos importar, e sair da indiferença!
Pr. Carlos Trapp
Quando Charles Spurgeon nos advertiu a respeito daqueles que “gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças”, foi menosprezado como um alarmista. Mas a profecia se cumpriu diante de nossos olhos.
As igrejas modernas são construídas assemelhando-se a teatros. Em lugar do púlpito, o enfoque está no palco. As igrejas estão contratando especialistas em mídia, consultores de programação, diretores de cena, professores de teatro, peritos em efeitos especiais e coreógrafos. Tudo isso não passa da extensão natural de uma filosofia norteada por marketing seguido pelas igrejas.
Afinal, a maior competição para a igreja é um mundo repleto de diversões seculares e uma gama de bens e serviços mundanos. Portanto, dizem os especialistas de marketing, jamais conquistaremos as pessoas até que desenvolvamos formas alternativas de entretenimento a fim de ganhar-lhes a atenção e a lealdade, desviando-as das ofertas do mundo.
Desta forma, esse alvo estipula a natureza da campanha de marketing. E o que há de errado nisso? Por um lado, a igreja não deveria mercadejar seu ministério, como sendo uma alternativa aos divertimentos seculares (1Ts 3:2-6). Isto acaba corrompendo a verdadeira missão da igreja.
Não somos apresentadores de carnaval, ou vendedores de carros usados, ou camelôs. Somos embaixadores de Cristo (2Co 5.20). Conhecendo o temor do Senhor, motivados pelo amor a Cristo, tendo sido transformados por Ele, imploramos aos pecadores que se reconciliem com Deus.
Em lugar de confrontar o mundo com a verdade de Cristo, as megaigrejas norteadas por marketing estão promovendo as piores técnicas da cultura secular. Alimentar o apetite das pessoas por entretenimento apenas agrava o problema das emoções insensatas, da apatia e do materialismo.
É difícil conceber uma filosofia de ministério mais contrária ao padrão que o Senhor nos confiou. Proclamar e expor a Palavra, visando o amadurecimento e a santidade dos crentes deveria ser o âmago do ministério de toda igreja. Se o mundo olha para a igreja e vê ali um centro de entretenimento, estamos transmitindo a mensagem errada. Se os cristãos enxergam a igreja como um salão de diversões, a igreja morrerá.
Uma senhora, inconfor-mada com sua igreja, que tinha abraçado essas excentrici-dades modernas, queixou-se: “Quando a igreja vai parar de tentar entreter os bodes e voltar a alimentar as ovelhas?”. Nas Escrituras, nada indica que a igreja deveria atrair as pessoas a virem a Cristo através do apresentar o Cristianismo como uma opção atrativa.
Quanto ao evangelho, nada é opcional: “E não há salvação em nenhum outro; porque debaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12). Tampouco o evangelho tem o objetivo de ser atraente, no sentido do marketing moderno. Frequentemente a mensagem do evangelho é uma “pedra de tropeço e rocha de escândalo” (1Pe 2.8). O evangelho é perturbador, chocante, confrontador, produz convicção de pecado e é ofensivo ao orgulho humano. Não há como “fazer mar-keting” do evangelho bíblico.
Aqueles que procuram remover a ofensa, ao torná-lo entretenedor, inevitavelmente corrompem e obscurecem os pontos cruciais da mensagem.
John MacArthur
