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19 de dezembro de 2013 / carlostrapp

Eu protesto!

Hoje, 31 de outubro, Dia da Reforma, faz uma semana em que fui entrevistado pelo jornalista Vicenzzo Vicchiatt, do site Midiamax, a respeito da polêmica que houve na Câmara Municipal de Campo Grande, envolvendo, principalmente, o vereador Paulo Pedra (PDT), que havia afirmado que em “cada família evangélica havia um homossexual”.
Mas a discussão surgiu a partir de uma Moção de congratulações apresentada pela vereadora Luiza Ribeiro (PPS) em relação a Gabriel Freitas, que ganhou o concurso “Mister Diversidade 2013”.
Eu aproveitei a entrevista para reiterar e expandir o que já disse em diversos meios de comunicação, em protesto à falta de compreensão que grassa em nosso meio, ao que de fato é o homossexualismo.
Mas para que o leitor conheça na íntegra o que eu disse, divulgo aqui a texto publicado no site:

Após a polêmica causada pelo discurso do vereador Paulo Pedra (PDT) na sessão da Câmara Municipal de Campo Grande na última quinta-feira (24), quando afirmou que “não existe uma família de evangélico que não tenha um homossexual” e depois mudou para “toda a família brasileira, se não tem, vai ter um dia algum homossexual”, lideranças religiosas se mobilizam para apoiar a bancada evangélica.
Segundo o pastor batista Carlos Osmar Trapp, a situação é fruto das recentes mudanças de comportamento, que estariam constrangendo quem tem opinião diferente dos ativistas da causa gay. “Os vereadores têm o direito de viver segundo aquilo que sua crença orienta. Mesmo na Câmara, todos têm o direito de expressar sua fé”, argumenta.
“Ultimamente não podemos dar a nossa opinião sobre essa questão. Ou ficamos quietos ou acabamos sendo rotulados como homofóbicos. O fato é que o homossexualismo é algo pervertido e temos que abrir nossos olhos sobre o que essa prática realmente é”, declara o pastor.
Ele defende o direito dos evangélicos de declararem a opinião com relação à opção dos homossexuais. “A vida está na dualidade do sexo, o relacionamento entre macho e fêmea e a relação entre pessoas do mesmo sexo é uma relação estéril, nociva à saúde, contra a vida, contra a perpetuação da espécie e uma afronta ao projeto de Deus”, diz.
“Além de ser contra a vida, principalmente o relacionamento entre homens é nocivo à saúde. Ao introduzir o órgão genital masculino no órgão que é responsável por expelir os dejetos humanos, o risco de contrair doenças e afetar o organismo do ser humano é muito grande”, afirma.
Trapp ainda afirma que existe preconceito de homossexuais e simpatizantes ao conceito milenar dos cristãos que é contrário ao homossexualismo. Além disso, define o homos-sexualismo como uma escolha da pessoa e discorda de quem diz que uma pessoa nasce homossexual.
Carlos ressaltou que, como pastor, ele é contrário à prática do homossexualismo, mas não contra as pessoas e também disse que se um homossexual o procurasse ‘pedindo ajuda’, ele estenderia a mão e ajudaria essa pessoa.”
O repórter ainda acrescenta que: “Toda a confusão aconteceu devido à votação da moção de congratulação para Carlos Gabriel, vencedor do concurso “Mister Diversidade 2013”. Mesmo com a polêmica, a votação foi aprovada com 14 votos favoráveis. Os vereadores Flávio César (PT do B), Juliana Zorzo (PSC), Elizeu Dionizio (SDD), Alceu Bueno (PSL), Gilmar da Cruz (PRB) e Coringa (PSD) votaram contra.”

O vereador Paulo Pedra se retratou do que disse, mas eu quero protestar contra as reiteradas “moções de congratulação” da vereadora Luiza Ribeiro, cujas atitudes são um verdadeiro fomento ao homos-sexualismo. Destaco isso, pois o Estado não deve ter atitudes que tragam “embaraço” para as igrejas. Digo isso porque a nossa Constituição Federal garante a liberdade religiosa, e proíbe, justamente, o Estado causar dificuldades às igrejas, como se pretende com a aprovação do PLC 122/06, que visa criminalizar a fé dos cristãos.
Ainda protesto contra os que não veem o bem que as igrejas causam à sociedade, pois são pessoas sem vícios e ordeiras, trabalhadoras, que estudam, que defendem a vida, pagam impostos e procuram observar a lei.
Então, nem um parlamentar jamais deveria apoiar uma atitude contrária à vida, como é a prática homossexual. Deveria, isto sim, ser a favor das práticas e crenças cristãs, sem me dizer que isso fere o princípio do Estado laico, pois estou me referindo a valores, e não a um Estado confessional.
Para terminar, ainda protesto contra os que não protestam, aos conformados, aos que têm mil e uma desculpas para “cruzar os braços”. Há até os que tem medo de protestar, de contestar, de discordar. Já pensaram se Lutero tivesse ficado quieto? Mas o maior exemplo é Jesus que “desceu a lenha” nos fariseus (Mt 23).
Sejamos contra o mal!

Pr. Carlos Trapp

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