1. O “Dia Internacional Contra a Corrupção”, celebrado em 09 de dezembro, é uma referência à assinatura da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, ocorrida em 2003. Em comemoração à data referenciada, a Controladoria-Geral da União – CGU vem realizando anualmente ações de mobilização em todos os Estados.
2. Como parte das atividades que estão sendo programadas, a Controladoria-Geral da União promoverá, no período de 5 a 9 de dezembro de 2012, eventos nas 27 unidades da federação, no intuito de contribuir para o desenvolvimento de atitudes e de habilidades necessárias ao exercício de direitos e de deveres na relação recíproca entre o Cidadão e o Estado.
3. Em Campo Grande, o evento está sob a responsabilidade do Núcleo de Ações de Prevenção à Corrupção da Controladoria-Geral da União – Regional de Mato Grosso do Sul – NAP/CGU-R/MS, que propõe comemorar a data referenciada com ações junto às Instituições Religiosas.
Proposta: Parceria da CGU com Instituições Religiosas:
Inserir nos eventos (missas, encontros, cultos, palestras públicas, etc) a serem realizados no dia 9/12/2012:
• Abordagens sobre o tema “O Cristão e o combate à corrupção na gestão pública”;
• Fixação de faixas;
• Distribuição de folhetos com textos sobre o tema proposto;
• Fotos para divulgação.
Operacionalização:
I – Cada Instituição parceira deverá preencher formulário próprio (dados para contatos, local e hora da ação e quantidade de folhetos);
II – Este formulário deverá ser encaminhado à CGU, até 30/nov/2012, por e-mail, cgums-nap@cgu.gov.br ou cgums@cgu.gov.br;
III – A CGU providenciará a formatação e impressão dos folhetos e das faixas;
IV – A CGU entregará a cada Instituição parceira os folhetos e faixas necessários a execução das ações de acordo com as informações do formulário encaminhado;
V – Cada Instituição parceira deverá fotografar a ação e encaminhar as fotos para CGU por e-mail, cgums-nap@cgu.gov.br ou cgums@cgu.gov.br.
Nota: Talvez as atividades já tenham sido realizadas quando o Jornal chegar as suas mãos, mas mesmo assim divulgamos para seu conhecimento.
Ao término de cada ano é bom fazer uma retrospectiva do que foi feito, para ver se os objetivos foram alcançados e, principalmente, num exame de consciência, ver o que precisa ser corrigido.
No início do ano, eu e a Simone fomos a Foz do Iguaçu (com o nosso Fusca que ainda tínhamos naquela época), participar da Assembleia da Convenção Batista Brasileira, pois entendemos que é sempre bom estarmos inteirados do que acontece na Denominação. Também aproveitamos para visitar nossos parentes que moram na região.
E falando em Denominação, ficamos preocupados com I Fórum de Identidade Eclesiástica que aconteceu na Capital, no qual a participação foi muito pequena, e o pior foi que em vez de firmar a Identidade, vimos que a mesma está se diluindo. Isso é preocupante, e os batistas precisam acordar nesse sentido, se não a Identidade irá desaparecer aos poucos.
Outra expectativa que não se cumpriu, foi algo mais concreto em relação à família, pois há algum tempo estamos sugerindo a determinados líderes, para que juntos façamos ações em prol dos valores que sustentam a família, para livrá-la dos ataques avassaladores que a rodeiam, inclusive a interferência do Estado que tenta banir a disciplina física, mediante o Projeto de Lei conhecido como Lei Anti-Palmada (7672/10).
Outro fato que temos que registrar, foram as eleições para prefeito e vereadores. Já comentamos isso aqui, mas vamos acrescentar um fato novo, ou seja, faltaram 53 votos para a coligação Mais trabalho por Campo Grande IV, do qual fazia parte o PSC, para conseguir mais dois eleitos, que seriam a Juliana Zorzo e o Edson Godoy, ambos da Primeira Igreja Batista. Citamos isso para destacar a importância de cada voto, e o empenho que é necessário de nossa parte para alcançar isso.
Outro fato que não pode ficar esquecido é o crescimento do laicismo, notado durante o ano, ou seja, a ideologia que visa se opor a aspectos religiosos que fazem parte da nossa sociedade. Um dos pontos que podemos citar é a recente tentativa do Ministério Público do Estado de São Paulo, querendo subtrair das notas do nosso dinheiro a expressão “Deus seja louvado”.
Ao comentar esse assunto numa lista, argumentamos que os que desejam isso, também deveriam, então, abolir o descanso semanal, pois é um valor judaico-cristão. Será que vão querer isso? Também deveriam trocar nomes de cidades como São Paulo, Belém, Salvador. Nomes como José, Maria, enfim, de origem bíblica não poderiam ser usados nos Cartórios.
Citamos isso para mostrar a insensatez do movimento laicista, que se opõe ao sagrado e, por outro lado, quer legalizar a prostituição.
Como podemos ver, há uma grande inversão de valores, contra a qual devemos lutar.
Ainda precisamos destacar a eleição nos Estado Unidos que, infelizmente, deu mais quatro anos ao Obama. Dizemos isso pelo fato de o presidente reeleito ser esquerdista, liberal, fomentando, inclusive, com dinheiro público, o aborto, entre outras posturas nocivas. Um escritor famoso, ao comentar o fato qualificou-o como “o declínio do Ocidente”.
Finalizando, não podemos deixar de falar sobre os 15 anos da existência do Jornal “O Cidadão Evangélico”, o jornal mensal que fazemos com muito carinho e cuidado, visando formar e informar nossos leitores.
Fazemos até uma solicitação especial aos nossos pastores, para dediquem alguns minutos, num dos cultos agora em dezembro, para agradecer pelo jornal e interceder por nós, para que Deus sempre nos use nesse ministério, e para vencermos os desafios que estão a nossa frente.
E que Deus nos ajude a nos arrepender daquilo que fizemos errado em 2012 e que em 2013, sejamos melhores cristãos e cidadãos.
Pr. Carlos Trapp, Presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – Geap
Vídeo interessante mostrando como práticas de limitação da família e controle da natalidade estão ajudando na estagnação e no lento processo de extinção da cultura ocidental e ajudando no avanço do islamismo.
O link do vídeo está disponível aqui:
Além de acessar, pode comentar e repassar.
Lamentavelmente tenho que escrever alguns fatos negativos que estão acontecendo em nosso meio, que devem ser vistos como desafios, porém, no final, posso, com alegria, citar também fatos bons.
No dia 27 de outubro, véspera das eleições do segundo turno, participei de uma atividade da Associação Centro das Igrejas Batistas. Fui com um adesivo colado no bolso da camisa. Não demorou muito, já veio um dos líderes, solicitando que tirasse o tal adesivo.
Preciso explicar, antes de terminar o fato, que eu não estava cometendo nenhum ilícito, pois é uma manifestação individual e silenciosa, permitido pela legislação eleitoral, podendo até comparecer assim à urna para votar.
Eu até expliquei isso para o líder, mas que estaria disposto a tirá-lo, desde que todos assim o desejassem.
Eu estava com a máquina fotográfica, como de costume, e fui tirar algumas fotos do público presente. Nessa ocasião, o presidente da mesa me solicita, lamentavelmente, que eu tirasse o adesivo. Falei que se houvesse consenso eu o tiraria. Ele disse: “Os favoráveis digam Amém”, mas não pediu aos que desejavam que eu permanecesse com o material, viciando, assim a eleição.
Antes de tirar o adesivo, ainda exclamei: Viva a alienação!
Então, vejam os caros leitores, em vez de apoiar a participação, o interesse, a livre manifestação, se expulsa um tema tão importante do nosso meio.
Em vez de valorizar a política, anda-se no sentido contrário. Digo isso, pois Deus instituiu o Governo para reger a sociedade, pois não é possível viver em sociedade sem Governo. Por isso, o povo, os nossos pastores, os nossos líderes precisam se conscientizar do valor da política. Também precisamos saber que todos somos políticos; não temos como fugir disso, pois é algo inerente ao ser humano.
Outra coisa que precisamos saber é que o Governo deve ser um instrumento nas mãos de Deus para o nosso bem, para o bem da sociedade. É isso que o apóstolo Paulo diz aos cristãos romanos (Rm 13.3,4), ao mencionar “que a autoridade é ministro de Deus para o teu bem”.
Agora, raciocine comigo, será que as autoridades, o governo, vai servir a Deus, se for exercida por gente que não teme a Deus? Que nem sequer conhece bem a Deus? Por isso, mais do que nunca, pessoas cristãs, preparadas, conscientes, que amam o próximo, que temem e servem a Deus, devem estar à frente de cargos públicos.
E sendo assim, devemos contribuir, ao máximo, para que isso se concretize, e não na base da alienação, do preconceito, do tabu, da ojeriza, do desprezo, da indiferença. Entendo até que é hora de discutirmos isso em nossas assembleias, igrejas, pequenos grupos, e até eventos específicos para esse fim.
Reforço a ideia, pois há até pastores com posturas erradas. Veja esse exemplo: Um pastor reside há mais de cinco anos na Capital, mas ainda não transferiu seu título eleitoral. Pense comigo: Será que ele está interessado em contribuir no bem-estar da sociedade? Será que ele pode orientar os seus membros quanto ao exercício da cidadania? Outro pastor falou que “não iria votar, pois o estavam obrigando a votar”. Ora, eu nunca quero saber se há uma lei que me coloca a eleição como um dever, pois eu sempre quero votar, eu sempre quero exercer esse privilégio e responsabilidade.
Então, há ideias e posturas equivocadas, de quem jamais deveria agir assim, e isso é um desafio a ser vencido, com a devida instrução. Talvez até nossas instituições teológicas deveriam abordar mais o assunto, ou até ter uma disciplina específica quanto ao tema, a fim de passar de proibido para querido.
Ainda acrescento que, à noite, daquele sábado (27.10), fui à posse de um pastor. No pátio, ao puxar o assunto da eleição do dia seguinte, logo alguém chamou a atenção de que não era um lugar propício para discutir isso. Pode? Quem será que contaminou esses leigos com os quais estava falando?
Repito aqui que o tema proibido, ou seja, a política, deve ser revertido, sendo, portanto o nosso desafio, para que se use essa Ciência para expressar nosso amor a Deus e ao próximo, e se tire a ideia de que a política é algo nocivo e, portanto, a ser evitado.
Mas como eu disse no início do artigo, novos ventos estão começando a soprar (veja as sugestões do prof. Ivan no box abaixo), sinalizando mudanças nesse quadro tenebroso. ![proibido-questionar1[1]](https://carlostrapp.com/wp-content/uploads/2012/11/proibido-questionar11.jpg?w=300&h=300)
Ainda falando no e-mail do prof. Ivan, eu e o pastor Sérgio Nogueira já estamos mantendo os primeiros contatos (veja artigo à página 09), visando atender as sugestões contidas no e-mail.
Para finalizar, acrescento que há muitos equívocos da parte de nossos líderes que se manifestam, obviamente, nos liderados. Pude ver isso até nos pouquíssimos adesivos vistos nos carros dos membros das nossas igrejas (vou, por causa da distribuição do jornal, e ultimamente, também por causa da campanha eleitoral, às igrejas), o que demonstra um quase que total desinteresse, ou preconceito.
E já que vimos que política é algo bom, sintamo-nos motivados a participar, demonstrando nosso amor a Deus e ao próximo, elegendo pessoas cristãs, ou seja, do nosso meio (Dt 17.14-20), além de abrir espaço para o assunto, ou seja, já discutindo as eleições de 2014, entre outros temas ligados à vida pública.
Pr. Carlos Trapp, Presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – Geap
Hoje, 11 de outubro, dia em que comemoramos os 35 anos da divisão do nosso Estado, vou passar algumas informações sobre a eleição de domingo passado (dia 07), na qual nem um batista foi eleito.
Tivemos seis candidatos batistas com boas chances para serem eleitos que, porém, não alcançaram êxito. Foram: Magali Picarelli (5.204 votos), Cícero Ávila (2.966 votos), Juliana Zorzo (2.882 votos), Edson Godoy (2.826 votos), Luiz Ovando (2.714 votos) e o Chico do CCZ (2.433 votos).
Agora, vejamos quantos votos faltaram para cada um: Magali (PMDB), faltaram 211 votos; Juliana Zorzo (PSC), faltaram 246; Edson Godoy (PSC), faltaram 302 votos; Luiz Ovando (PSC), faltaram 414 votos; Cícero Ávila (PT do B), faltaram 541 votos; Chico do CCZ (PSB), faltaram 1.074 votos.
Outros candidatos batistas que tiveram votos: Charupá do Povo (PSD), 995 votos e Tião da Horta (PDT), 625 votos (ambos da IB Imperial); Ubirajara Martins (PT), 857 votos; Huldo Júnior (PC do B), 850 votos; Molina (PRTB), 228 votos; Cleider (PSC), 66 votos (membros da PIB); Enéias do Ide (PDT), 728 votos (IB Liberdade); Claudeci Montani (PTB), 525 votos (IB Boas Novas); Fábio Brites (PSDB), 382 votos (IB Ágape); Gilson Doido (PSOL), 327 votos (IB Coronel Antonino).
Em nosso sistema eleitoral, pode acontecer de você votar em um candidato e eleger outro. Assim, quem votou no Charupá do Povo ajudou a eleger o Coringa e o Chiquinho Teles; quem votou no Tião da Horta, ajudou a eleger o Eduardo Romero, que é ligado ao movimento gay; quem votou no Ubirajara Martins, ajudou a eleger a Thaís Helena; quem votou no Huldo Júnior, ajudou a eleger o Alceu Bueno; quem votou no Molina, também ajudou a eleger o Alceu Bueno; quem votou no Cleider, também ajudou a eleger o Coringa; quem votou no Eneias do Ide, também ajudou a eleger o Eduardo Romero; quem votou no Claudeci Montani, ajudou a eleger o Edson Shimabukuro; quem votou no Fábio Brites, ajudou a eleger o João Rocha; quem votou no Gilson Doido, não elegeu ninguém, pois o PSOL não alcançou o coeficiente eleitoral para eleger um vereador.
Fazendo uma rápida análise do que aconteceu, temos que admitir que houve diversas falhas, entre as quais enumero:
1. A denominação, muito menos as igrejas, se organizaram quanto ao pleito. Inclusive os candidatos (não sei até que ponto) não envolveram as igrejas nesses processos de escolha dos candidatos;
2. A Convenção, no penúltimo jornal O Batista Sul-Mato-Grossense, não disse uma palavra sobre as eleições, nem o Núcleo Gestor atendeu meu pedido de que se colocasse no Jornal o nome, o número, o Partido e a cidade dos candidatos batistas;
3. Os candidatos erraram, pois também deveriam ter lutado para que a CBSM colocasse no Jornal o que eu solicitei;
4. Um bom número de pastores preteriu os nossos candidatos e preferiu outra candidata, que não é do nosso meio (será que foi por dinheiro?);
5. Certo número de líderes votou em nossos candidatos, mas ficou praticamente nisso, pois não conquistaram outros votos, não colocando um adesivo no carro, nem enviando um e-mail ou distribuindo algum material, enfim, ficaram no acanhamento, colhendo o que semearam;
6. Outros tantos, colocaram dificuldades para alcançar os membros das nossas igrejas, e o resultado também está aí;
7. Diversos eleitores falaram que não votam em crentes, preferindo não-crentes;
8. Ainda outros, usaram de argumentos não aceitáveis, como grau de parentesco, pequenos favores, etc, para votar em candidatos que não tem vínculo com os valores que esposamos.
Agora, os candidatos que tiveram apoio de igrejas, como: Herculano Borges (Igrejas ligadas ao M12 e a Internacional da Graça de Deus); Gilmar Neri da Cruz (Universal), Alceu Bueno (Igreja Mundial do Poder de Deus), Elizeu Dionizio (Assembleia de Deus Missões), Flávio César (Igreja Adventista do Sétimo Dia), se elegeram; só alguns poucos não lograram êxito (Martinha (PSC), Sara Nossa Terra e Jaber Candido (PTB), da Quadrangular).
Já falei com dois pastores e ambos entendem que a gente precisa se organizar, desde já, escolhendo pré-candidatos para Deputado Federal e Estadual, para as eleições de 2014, e trabalhar para que se elejam. Pois não adianta sermos elogiados pelo povo referente a nossa “organização eclesiástica” (que também não está tão bem) e sermos pífios em relação aos pleitos eleitorais. Ou será que estão contentes? está bem assim?
Eu entendo que Deus quer usar as duas instituições que Ele criou (Igreja e Estado) para abençoar o povo.
Por fim, agradeço àqueles que votaram e se empenharam por nossos candidatos.
Portanto, aguardo o seu comentário, dando a sua sugestão, a sua ideia referente à eleição que passou e quanto a que se aproxima, visando o devido êxito, para evitar o que aconteceu nessa eleição.
Em momento tão importante da escolha do prefeito de nossa cidade. A Aliança Evangélica Brasileira (AEVB) em Campo Grande vem a público manifestar seu posicionamento, firmado em princípios da Palavra de Deus, que desejamos serem defendidos pelo nosso próximo prefeito.
Pedimos, então, o compromisso de independente de qualquer outra orientação, se posicionar sempre:
1. Que se faça uma politica em favor do pobre, da viúva, do órfão, dos adictos (cura e ressocialização) dos presidiários (reeducação) dos ex-presidiarios (ressocialização) e dos segregados sociais, seja por motivo racial ou socioeconômico;
2. Apoiar programas sociais que trabalham para dar dignidade à pessoa humana;
3. Em favor da liberdade do culto e da divulgação do evangelho, sem restrições, em ambientes públicos municipais;
4. Contra o estabelecimento de um estado ateu, por meio da proibição de mencionar o nome de Deus em documentos do governo e retirada de objetos e símbolos, relacionados à religião, das repartições públicas;
5. Contra a erotização infantil e a desconstrução da heterossexualidade, através da orientação e estímulos de práticas sexuais, às crianças e adolescentes das escolas públicas;
6. Em favor da liberdade de expressão da cultural gospel, tendo apoio legal por parte do órgão público municipal competente;
7. Que aja sempre favor da vida e do direito de nascer, contrário, portanto, a movimentos que estimulem a legalização do aborto e sua descriminalização.
Campo Grande, 23 de outubro de 2012.
Pr. Ronaldo Leite Batista.
Presidente da AEVB em Campo Grande – MS.
Grupo Evangélico de Ação Política
Av. Brasil Central, 207, Bairro Santo Antônio, 79.100-380 Campo Grande, MS
CNPJ 05.051.599/0001-06. Fones 67.3361.8587/9998.4285
Campo Grande, 23 de outubro de 2012
Cientes da nossa responsabilidade de contribuir com o poder público e com a sociedade em geral, dirigimo-nos, mediante iniciativa do Grupo Evangélico de Ação Política (Geap), aos ilustres candidatos à Prefeitura de Campo Grande, Alcides Bernal e Edson Giroto, com este documento, com diversas sugestões e solicitações, cujo objetivo é orientá-los e fazer a colocação de valores, dos quais a sociedade não pode abrir mão, visando ter paz e progresso, conforme segue:
1. Campanhas contra a Aids. Do jeito que estão sendo feitas estimulam a promiscuidade e são sem ética. Devem ser baseadas na abstinência do jovem, na fidelidade do casado e no uso de camisinhas pelo teimoso, que não quer ouvir a recomendação infalível da abstinência e da fidelidade. Mas as camisinhas não devem ser distribuídas pelo poder público, acrescentando que não apenas os evangélicos, mas a grande maioria dos responsáveis por alunos são contra a distribuição de camisinhas, kits de orientação sexual e similares, em escolas do Ensino Fundamental e mesmo Médio.
2. Homossexualismo. Deus não criou dois homens nem duas mulheres. Deus criou homem e mulher. A vida está na dualidade do sexo, homem e mulher, macho e fêmea. Infelizmente temos “inocentes úteis” que atendem as políticas da ONU e de grandes fundações americanas que visam, com o fomento ao homossexualismo, controlar a densidade demográfica. Além disso, o homossexualismo jamais deveria ter o apoio governamental por ser uma prática nociva à saúde, pois o órgão de excreção não é próprio para o intercurso sexual, além de não ser higiênico. Ainda temos que dizer mais: Nas escolas, quer se colocar o homossexualismo, mediante material didático fornecido pelo poder público, como algo totalmente aceitável, e ai daquele que se opuser… querem até criminalizar a nossa fé (PLC 122/06);
3. Dinheiro público. Há evangélicos que pensam que o mesmo valor deve ser dado para a Marcha para Jesus, do que se dá para o Carnaval, a Festa de Santo Antônio, a Parada Gay. Ora, precisamos dizer que um bom grupo de evangélicos não pensa assim, mas que, essas atividades devem ser financiadas pelos interessados e não pelo poder público, que deve investir dinheiro em ações de interesse comum, ou seja, saúde, educação, segurança, etc;
4. A vida. Esta deve ser protegida desde a concepção e apoiada até a morte natural. A política do aborto, também faz parte do controle demográfico citado no item 2, por esse e outros motivos não deve ser apoiada;
5. Disciplina física. Professores e pais já sofrem por causa de políticas públicas que visam abolir a correção física dos pais em relação aos filhos. Ora, a Bíblia diz “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar sua mãe” (Provérbios 29.15). Pouco mais adiante diz: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma” (Provérbios 29.17);
6. Trabalho aos domingos. Entendemos que o mínimo possível de atividades devem ser exercidas aos domingos, ou seja, apenas serviços essenciais na área da saúde, da segurança, da alimentação. O domingo deve ser reservado, preferencialmente, para o descanso, a família, o lazer e atividades religiosas. Por outro lado, pedimos a supressão do feriado religioso local, por haverem feriados em demasia, entre outros motivos.
7. Creches. Ouvindo a propaganda eleitoral, ouve-se, de ambos os candidatos, a proposta de expansão do número de creches, inclusive em ter creches noturnas, nos finais de semana, nas férias, etc. Essa tendência de empurrar a mãe para o mercado de trabalho, afastando-a, consequentemente, do convívio com os filhos, deve ser revertida gradualmente, pois não tem trabalho mais digno do que exercer a realeza do lar, a educação dos filhos, dando ao mundo homens e mulheres decentes e ordeiros, forjados no ambiente familiar. É necessário saber que filhos bem educados darão lucro para o poder público, em vez de prejuízo, que advém de má formação.
8. Escolas de tempo integral. A mesma questão acontece aqui a que nos referimos no item anterior. Deve-se, portanto, também dar meia-volta nesse processo, pois, se não, vamos ficar com a impressão de que daqui a pouco o poder público vai também gerar e conceber nossos filhos, de tanta interferência que se tem na família. Por isso, dizemos que é necessário apostar no lar, na sua estrutura e na sua eficiência. E se tiver algo errado aí, deve ser corrigido, para que cada um cumpra o seu papel.
9. Sensibilidade. Que haja preocupação acentuada em relação aos necessitados, nas mais diversas áreas, inclusive na prevenção de doenças, uso de entorpecentes (incluindo a não liberalização), entre outros vícios, e na recuperação de dependentes químicos, encarcerados, etc. Aqui, podem ser feitas parcerias entre o poder público e os que realizam trabalhos sociais, visando um fortalecimento e maior eficácia na área.
10. Saúde. Que, além da estrutura física, haja a devida humanização do setor, acrescido de um plano de cargos, carreira e salários, como estímulo e valorização dos trabalhadores na saúde.
Por fim, dizemos que há muitos outros assuntos e questões sobre as quais se poderiam dar sugestões e fazer solicitações, mas nos atemos ao que julgamos de maior importância, ou seja, questões éticas e morais, só acrescentando que o governante, segundo a Bíblia (Provérbios 29.2), precisa ser justo, caso contrário, o povo irá gemer.
Também se espera que o vencedor saiba considerar os vencidos, sem discriminá-los, fortalecendo, assim, a democracia e que os vencidos saibam colaborar com o eleito, colaborando e orando em seu favor, visando o bem-estar da coletividade campo-grandense.
Seguem os signatários do Documento:
Pr. Carlos Osmar Trapp, presidente do Grupo Evangélico de Ação Política (Geap),
Rev. Adoniram Judson de Paula, Igreja Presbiteriana do Bairro Amambaí
Rev. Lucas de Oliveira Fornel, Igreja Presbiteriana Independente Central
Rev. Raul Hamilton de Souza, Igreja Presbiteriana Independente Maranata
Rev. Carlos Wilhems, Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Campo Grande, MS
Pr. Ubiratan Silva, Igreja Metodista Central em Campo Grande
Pr. Lauro Henchen, Terceira Igreja Batista Nacional
Rev. Flávio Pereira de Alencar, Igreja Presbiteriana Maanaim
Participo de uma lista chamada Amigos Batistas. E, há poucos dias, alguém fez uma postagem solicitando oração pela cidade de São Paulo, por causa das ameaças do grupo criminoso, denominado PCC. Eu postei o seguinte:
“Esta é uma hora para a gente pensar nas nossas atitudes, ou seja, onde está a grande culpa. No meu entender, está em nós, pois não participamos, praticamente, da política. Aí, são escolhidos, nas convenções, muitos que são maus candidatos, que poderiam ser evitados se estivéssemos filiados a um partido.
Não devemos pensar que apenas devemos votar em outubro, mas participar ativamente da política.
Aqui em Campo Grande, o PSC estava para se coligar com o PSDB, mas o candidato a vice é um dos defensores do movimento gay da cidade. Um grupo de pastores fez oposição firme e o PSC foi para outro partido, outra coligação.
Creio que Deus é misericordioso e ouve as orações, mas Ele gostaria muito mais que a cidade estivesse em paz pela nossa ação, nossa participação.
Somos, geralmente, omissos e quando o mal vem, apelamos para a oração. Será que Deus quer resolver a violência desse jeito?
Vamos participar da política de forma benéfica, assim vamos poder orar agradecendo pela paz na cidade. Creio que é isso que Deus quer.
Ainda lembro que a oração deve vir acompanhada de ação.”
O pastor Vandir Allas, moderador da lista, respondeu o seguinte:
“Amigo Pr. TRAPP
Permita-me subscrever sua postagem.
Eu entendo, e sempre digo, que todos os cristãos genuínos deveriam se filiar a algum partido político. E ali, ainda que não se candidatassem, estariam atuando a fim de que candidatos decentes fossem)lançados pelo partido.
É dos partidos, dos filiados a partidos, que saem os candidatos a todos os cargos público-eletivos. Logo, se o cristão não ocupar o seu espaço na atuação política, tal espaço não ficará ocioso. Será ocupado por cidadãos ímpios, corruptos, fisiologistas. Daí o colégio de candidatos e de eleitos será a impiedade que temos visto.
Infelizmente, Amigo Pr. TRAPP, a maioria dos pastores, ciosa de sua “boquinha”, prefere não contrariar os “donos da igreja” e, assim, deixam de abençoar as ovelhas não permitindo, pelo menos, que candidatos sejam sabatinados.
Eu vivi este problema. Fui candidato a vereador, há exatamente 20 anos. Éramos em cerca de 8 candidatos evangélicos assumidos. Não consegui, nem sequer, um salão social de alguma igreja evangélica – à época havia cerca de 13 IB’s em SJCampos – para sabatinar os candidatos.
Jesus nos chamou para ser sal e luz. Acredito que Deus cobrará dos pastores a omissão em seu ministério acerca da informação e conscientização política das ovelhas.
Vale lembrar o texto, “O Analfabeto Político”, de suposta autoria de Bertold Brecht:
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.”
Desgraçadamente para o mundo chamado Brasil, Amigo Pr. TRAPP, este é o retrato da maioria dos batistas brasileiros”.
Estimado leitor, o objetivo não é fazer críticas, mas apontar para as oportunidades que se tem em participar da vida pública e melhorar a situação, pois temos ouvido de tanta criminalidade, corrupção, além das ameaças à liberdade de expressão, ataques à família, e assim por diante.
Deus espera de seus filhos oração e ação. Então, vamos lá e escolher bem agora, pois as convenções já passaram.

Carlos Trapp, Pr.
Quando o Jornal estiver circulando,estaremos a cerca de um mês das eleições. Devemos dar graças a Deus pelo fato de podermos votar. Lembro quando ainda jovem, residente no extremo Oeste paranaense, na chamada Faixa de Fronteira, nós não tínhamos o direito de votar, pois os prefeitos eram nomeados. Participei na luta pelo estabelecimento pleno da democracia, pois queria votar.
Destaco que o voto é um dos nossos instrumentos de construção do bem-estar da nossa sociedade. E eu não quero saber se sou obrigado ou livre – eu sempre vou querer votar. Há poucos dias, conversando com um líder, ele me disse que não votaria, pelo fato de estarem “obrigando o mesmo a votar”. Ora, para quem deseja participar, para quem está interessado no bem-estar comum, não vai querer saber se somos obrigados a votar ou não, pois sempre vai querer votar. Aliás, se ficamos presos a desculpas e não votamos, deixamos de agir com vistas a colocar pessoas qualificadas para nos representar.
Outra postura que tenho observado é que tem pessoas que desejam “ganhar algum dinheiro na campanha”, trabalhando para este ou aquele candidato, sem se importar com a qualificação do pretendente ao cargo público. Se remunerados ou não, sempre devemos trabalhar para alguém com um passado limpo e que nos vá representar bem durante os quatro anos de mandato.
Embora poucos, também tenho encontrado líderes “que nem sequer transferiram seu título de eleitor”, ficando, portanto à margem das eleições, não se importando com o que vai acontecer com o nosso município. Geralmente, são os que falam mal dos políticos, sendo que o maior problema está com eles, que nem sequer podem pregar sobre o assunto. Até vi um se gabando por não ter transferido o título, por “não precisar se envolver no processo eleitoral”. Pode?
Sei que também tenho falhado como presidente do Geap, pois não mobilizei nossos líderes, em tempo oportuno, para uma participação mais efetiva no processo eleitoral. Refiro-me à escolha dos candidatos. Entendo que os pastores deveriam participar mais desse momento, pois nós temos um enorme potencial (eleitores), mas surgem candidaturas das quais o pastor recebe o comunicado de que fulano é candidato, não participando do processo de escolha. Isso é algo confuso e dá pouco resultado.
E acrescento aqui que participar do processo eleitoral não é algo profano, pecaminoso (errado é se omitir, não se interessar).
Agora, para minha alegria, já há igrejas que se unem e orientam os membros a votarem e, geralmente, são bem sucedidos.
Exercer a cidadania de forma interessada e participativa é uma questão de amor ao próximo, pois se eu vejo o que o nosso interior e as nossas cidades precisam, é uma questão de bem-estar, de altruísmo.
Deus sempre estava interessado em que houvesse reis e dirigentes eclesiásticos do seu povo que lhe temiam. Quando isso acontecia, todos eram bem sucedidos, mas quando havia desvios de conduta, o povo sofria.
E esse desejo de Deus continua hoje, ou seja, Ele quer que nossos governantes se preocupem com o bem-estar do povo, por isso nós devemos escolher bem, enfim, alguém que faça isso.
Ainda lembro que assim como você deve se preocupar em ter um bom síndico no seu condomínio, um bom presidente de Bairro, um bom pastor na igreja, um bom diretor na escola, também deve se preocupar em ter bons vereadores na Câmara e um bom prefeito, no município.
Outra postura estranha, foi de um líder que me disse o seguinte: “Eu não me envolvo com política”. Ora, a pessoa que confessou isso se esquece de que ele é um político, pois ser político é algo inerente ao ser humano
. Quer dizer, não tem como fugir disso; a única escolha que podemos fazer é sermos bons ou maus políticos. E aqui até cabe perguntar: O que será que Deus quer? Faço essa pergunta pelo fato de haver pessoas que pensam que ser um bom militante político é algo nocivo, o que não procede, pois Deus, já na antiguidade, quis que seu povo agisse como bons políticos quando deu ordens a Moisés quanto à escolha e os deveres de um rei (Dt 17.14-20).
Há muitos cristãos em nossa cidade, mas se esses forem omissos e não escolherem bem, não forem criteriosos, vamos sofrer as conse-quências. O pastor Martin Luther King, já se preocupava com “o silêncio dos bons”, que desejam ficar numa situação cômoda. Para esses lembro as palavras de Jesus: “Porquanto, quem quiser ganhar a sua vida, perdê-la-á” (Mt 16.25a).
Finalizando, conclamo a todos a demonstrarem amor ao próximo, obediência à instrução divina, para o exercício salutar da cidadania, para o bem-estar da nossa gente.
Pr. Carlos Trapp, Presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – Geap
Estamos, mais uma vez, numa campanha eleitoral. Desta vez, para vereadores e prefeito.
Isso é um grande privilégio, mas também uma grande responsabilidade, pois cabe a nós, cidadãos brasileiros, escolher, livremente, os que nos irão representar, governar, durante os quatro próximos anos.
Deus deixou duas instituições para nos abençoar, ou seja, a Igreja e o Governo. A Igreja trabalha com o evangelho e o Estado, com a lei; ambos necessários para o bom andamento da sociedade, quando diligentemente usados.
Já imaginaram uma sociedade sem a presença da Igreja? Agora, pensem em uma sociedade sem governo. Portanto, as duas instituições são necessárias para o bom andamento da sociedade.
Há os que dão excessiva ênfase na Igreja, negligenciando, por outro lado, o Governo. Dizem que não se envolvem com política, que são apolíticos e assim por diante.
Os cristãos e, principalmente, os líderes, deveriam ser os primeiros a se interessar por política para que bons candidatos sejam eleitos, a fim de que, em nossos parlamentos e executivos haja pessoas tementes a Deus e preocupados com o bem-estar do povo. Jamais deveriam ser estorvos, enfim, colocar obstáculos, baseados em desculpas as mais descabidas com vistas a barrar pessoas sérias e bem intencionadas a chegar a um cargo público.
Se podemos colaborar, por que vamos atrapalhar? Sendo assim, o que podemos fazer para ajudar na eleição de bons candidatos?
Primeiro, entendo, devemos estar conscientes de que política é algo útil, algo divino, através do qual, como já disse, Deus quer reger e abençoar as pessoas.
Vejam como Deus se interessou (e continua interessado, pois esse valor moral não foi abolido) com os israelitas, orientando-os na escolha de um rei (Dt 17.14-20). Deus dá ordens expressas de quem deveria ser o escolhido e de como se deveria comportar.
Assim, devemos agir também, ou seja, escolher alguém nosso, do nosso meio, e apoiá-lo das mais diversas maneiras. Podemos:
1. Distribuir material de propaganda pessoalmente e pelas redes sociais;
2. Colocar um adesivo no carro (não nos custa nada);
3. Destacar a vida e as propostas do candidato;
4. Orar pelas eleições;
5. Contactar parentes, amigos e vizinhos.
Enfim, podemos fazer muitas coisas úteis para que gente boa chegue ao poder.
Os que insistem em atrapalhar e ver a política como algo profano, certamente, não estão fazendo a vontade de Deus.
Acrescento que os líderes cristãos já deveriam se preocupar com as eleições, bem antes do pleito, visando não só êxito de bons candidatos, mas para que membros de nossas igrejas não sejam usados como meros “cabos eleitorais”, além de impedir que “poderosos” lancem muitos candidatos nossos, com vistas a uma pulverização, para que ninguém se eleja.
Outro sentido através do qual podemos colaborar é não trabalhar, meramente, por dinheiro, mas por ideologia, ou seja, trabalhar para que tenhamos bons representantes no Legislativo e Executivo, durante quatro anos, fazendo um bom governo.
Aqui, cabe novamente acrescentar que Deus pensa no governo como um servo Dele. Vemos isso em Romanos 13.4, onde se lê que “a autoridade é ministro de Deus para o teu bem”. E para que isso aconteça, necessário se faz a nossa colaboração para que pessoas guiadas por Deus estejam no poder.
Ainda acrescento algo que um grupo de igrejas faz na Capital, ou seja, recomendam determinado candidato. Cristãos tradicionais chamam isso de “voto de cabresto”, reprovando tal atitude.
Podem estar errados em outras práticas, mas, nesse ponto, creio que estão certos, pois assim os membros são orientados e, geralmente, o candidato indicado é eleito, obtendo-se êxito.
No lado tradicional, não se indica ninguém e aí acaba-se votando no ateu, no à toa e não sei mais quem, desperdiçando o enorme potencial que temos.
Seria o tempo de rever nossos conceitos e posturas, com vistas a colaborar em vez de atrapalhar?
Eu quero gente boa no governo. E você? Se a resposta for afirmativa, colabore, empenhe-se para que isso aconteça. Aliás, esse é o desejo de Deus.
Termino com uma afirmação de Calvino a respeito da política: “Não se deve pôr em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as vocações.”
Pr. Carlos Trapp

