Pular para o conteúdo
5 de agosto de 2011 / carlostrapp

Pastor mobiliza campanha no Twitter: Sexo, só depois do casamento

A campanha euescolhies-perar mobiliza mais de 20 mil pessoas no Twitter e esteve entre os temas mais comentados do microblog no Brasil nos dias 20 e 21 de junho.

Mesmo sofrendo gozações dos amigos, eles saíram do armário e resolveram assumir sua posição em relação ao sexo nas redes sociais. Não estamos falando dos homossexuais, mas de um grupo bem menos conhecido – e comentado pela mídia – são os jovens que decidiram esperar o casamento para fazer sexo. Há algumas semanas eles ficam mais numerosos ao assumirem sua posição no Twitter. Além disso, mais de quatro mil pessoas “curtem” o movimento pela castidade no Facebook.

Galileu procurou o homem por trás da ideia. O pastor e coordenador da ONG cristã Mobiliza, Brasil, Nelson Junior, diz que esperou encontrar a mulher ideal para fazer sexo e quer divulgar a ideia para fortalecer quem optou por ela. E afirma que deveríamos falar mais sobre sexo. Confira o papo.

De onde veio a ideia da campanha?

Da minha vida, um dia escolhi esperar o tempo e a pessoa certos para ter um relacionamento da forma certa em vez de me aventurar emocionalmente. Como vivi isso e colhi os frutos, hoje falo aos mais jovens o que experimentei. Foi uma verdade que funcionou comigo, surgiu a ideia de fazer uma campanha assim como a do câncer ou contra as drogas. Começamos um movimento que valoriza a pessoa e os relacionamentos.

Do que se trata a campanha?

A sociedade prega uma falsa liberdade sexual, diz que devemos usá-la sem limites. E é aí que a liberdade acaba e tem graves consequências. Criamos a campanha para fortalecer jovens que querem uma vida emocional e sexual responsável, não é uma militância para ganhar novos adeptos. Sexo é um assunto tabu em igrejas cristãs hoje. Para alguns grupos é imoral falar sobre isso. Mostramos aos pais e líderes religiosos que ele precisa ser tratado de forma aberta urgentemente. Sexo não é imoral, foi criado por Deus, é uma coisa bela, o que precisamos é restaurar o sexo.

Qual o papel das redes sociais na campanha?

Usamos as redes para divulgar. Começamos há 4 meses e, para nossa surpresa, passamos dos 20 mil seguidores. Ganhamos 300 adeptos novos no Twitter por dia. A campanha é bem recebida na internet. Muitos jovens escrevem agradecendo. Até não-cristãos escrevem encorajando, acham que a sociedade perdeu valores.

As redes estão ajudando pessoas que querem esperar pelo casamento a sair do armário?

Estão gerando conscien-tização de que não há vergonha alguma nisso. Há tempos eu passei por isso, me sentia constrangido em dizer que minha opção era ser virgem na escola. Quando fui ficando mais velho, já falava abertamente. As redes ajudam as pessoas a verem que não é vergonhoso. Até liberta, dá o poder de dizer: cada um tem sua opção e a minha é essa.

Vocês têm algum plano para passeatas ou marchas?

Temos pensado à respeito. Estamos só cogitando, ainda sem plano de ação. Mas é possível. Já programamos mais mobilizações nas redes para 6 de setembro, que é dia do sexo. Em 20 de junho, fizemos uma twitcam e pedimos para as pessoas twitarem a hashtag #euescolhiesperar e dizer de onde são para conseguirmos rastrear suas cidades. Em 15 minutos, já estava nos TT’s, e ficou lá até o outro dia. Não foi proposital.

Na prática, que ações vocês fazem para promover a ideia?

Oferecemos palestras e seminários em igrejas e entidades para pais, filhos adolescentes e também para pessoas de mais idade, nosso desejo é gerar cultura para os relacionamentos nos padrões de Deus, da Bíblia.

Você é pastor de onde?

Hoje estou dando seminários, não estou mais à frente de uma igreja. Fui 10 anos pastor da igreja evangélica de Vila Velha. Agora me dedico à ONG MOB (Mobiliza, Brasil).

Quem sustenta a ONG?

Temos uma equipe voluntária. São advogados, professores, pessoas que têm causa e investem seu tempo nisso. Como as pessoas que trabalham na ONG são de igrejas diferentes, não divulgamos igrejas para não promover um grupo especifico, ela é de caráter cristão. Justamente pela neutralidade, nossa campanha foi bem aceita por diferentes segmentos.

Quem pretendem atingir com a campanha?

Queremos fortalecer jovens solteiros que tomaram a decisão de esperar. O assunto no Brasil hoje, na área da sexualidade, é o reconhecimento da união homossexual, a sociedade aprova essa conduta. Mas, se um jovem fala que quer se preparar para o casamento, é motivo de zombaria, sofre discriminação. Mostramos que eles não são malucos ou recatados. Não ensinamos castidade ou a virgindade, o foco é preparar para o casamento, para famílias saudáveis. A sociedade valoriza o ato sexual independente com quem seja, a liberdade não é para a pessoa, é para o sexo. Deus quer mais que virgindade, quer uma vida com boas ações. O grande número de divórcios acontece pela banalização da promiscuidade.

Quer dizer que quem não é mais virgem é bem recebido?

Encorajamos quem nunca teve uma experiência sexual a se guardar. E, àqueles que já fizeram, mas escolheram esperar, queremos mostrar que nunca é tarde para fazer o que é certo, recomeçar. O fato da pessoa já ter experiências antes não tira o valor de sua decisão. Dizemos que sexo é bom, é de Deus, só que no contexto do casamento.

Vocês têm alguma posição sobre camisinha?

Não pensei sobre isso, como nossa mensagem é focada aos solteiros, a camisinha acaba nem entrando em discussão, o foco é não fazer sexo. Você não precisa dela porque está se guardando para o casamento.

O que acham do anel de castidade usado por alguns grupos nos Estados Unidos?

Ainda não trabalhamos com o anel. Quando nos perguntam, aprovamos, mas precisa vir como símbolo da decisão que a pessoa tomou.

http://www.creio.com.br

3 de agosto de 2011 / carlostrapp

Milhões em São Paulo acusam STF de rasgar a Constituição

Uma gigantesca multidão, estimada entre um e cinco milhões de pessoas, participou numa quinta feira, dia 23 de junho de 2011, da 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores manifestações religiosas do planeta.
O evento transformou-se em um palco para pesadas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A imprensa noticiou que os pastores atacaram duramente a decisão do STF de legalizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mas o exame atento das acusações apresentadas revela que o maior problema denunciado foi a instauração de um golpe à democracia brasileira.
Os juízes querem atribuir-se o direito de legislar, ignorando os sentidos óbvios da Constituição que deveriam guardar, impondo ao povo brasileiro aquilo que está sendo preparado por uma agenda estabelecida por organizações internacionais.
O pastor Silas Malafaia afirmou, contundentemente, sob o aplauso da enorme multidão: “O STF rasgou a Constituição que, no Art. 226, parágrafo 3º, diz claramente que a união estável é entre um homem do gênero masculino e uma mulher do gênero feminino”.
O pastor também atacou a decisão do STF de liberar as marchas da maconha no Brasil: “Amanhã, se alguém quiser fazer uma marcha em favor da pedofilia, do crack, da cocaína, vai poder fazer, nós, em nome de Deus, dizemos não.”
O senador Marcelo Crivella, também presente à marcha, manifestou-se duramente em relação ao STF que, segundo ele, está agindo politicamente e se imiscuindo em temas que dizem respeito ao Legislativo: “O Congresso tem que se levantar contra o ativismo político do STF, pois só o Congresso pode detê-los”, afirmou o senador. Crivella acrescentou que “não é possível que onze juízes, escolhidos apenas por um só homem, queiram legislar no lugar de centenas de parlamentares, eleitos por duzentos milhões de brasileiros.”
Assista no You Tube o impressionante posicionamento do pastor Silas Malafaia sobre o rumo dos pronunciamentos do STF, diante do aplauso entusiástico de mais de um milhão de pessoas: www. youtube.com/watch?v= DOnW0kOJeW8
Nos últimos dias, as igrejas evangélicas têm distribuído diversos vídeos sobre os novos procedimentos claramente inconstitucionais do STF.
O pastor Daniel Sampaio, comentando o reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar por parte do STF, em vídeo no You Tube cuja audiência aumenta à razão de dez mil novos acessos por dia, coloca toda a ênfase do problema, mais do que no próprio reconhecimento da união homoafetiva, no “atropelamento da Constituição Federal pelo STF”, afirmando que “tudo foi programado pelo governo federal” e que, se os evangélicos e o Congresso Nacional não se posicionarem energicamente, o que “esta-mos enfrentando é um golpe de Estado” e o início de “uma nova ditadura”.
“A Casa que deveria ser a guardiã da Constituição atropela a mesma Constituição”, afirma o pastor, ao que ele acrescenta que “a iniciativa partiu do próprio governo federal, via Procuradoria Geral da República”.
“Se o STF fosse uma entidade séria”, continua o pregador, deveria ter declarado ser “incapaz de julgar o tema, uma vez que a Constituição brasileira afirma que, para efeito de proteção do Estado, é reconhecida a união estável do homem e da mulher como entidade familiar e, portanto, para analisar o que a Procuradoria pede, seria necessário antes mudar a Constituição”.
O pastor Daniel conclui: “Se o guardião da Constituição atropela a Constituição, o que esperar de nossa Nação? O que aconteceu esta semana foi um golpe de Estado, houve um atropelo à Constituição Federal, o STF introduziu a desobediência civil. A Constituição diz que uma entidade familiar é uma união estável entre um homem e uma mulher. Se o guardião da Constituição abre brecha em relação a isso, então qualquer coisa pode ser feita nesta Nação”.
Na segunda parte do vídeo, o pastor, citando outros fatos menos conhecidos pelo público, afirma que, “tudo foi, na realidade, programado pelo Governo Federal”.
“Se o STF pode aprovar essa Lei, então o Governo também pode aprovar o aborto, enfim, qualquer coisa que queira aprovar, sem precisar passar pelo Legislativo”.
“Portanto, eu pergunto aos deputados: Os senhores irão aceitar isso? Para que existe o Legislativo? Não é a Casa das Leis? Então, agora o Governo vai passar pelos senhores e aprovar as leis via Judiciário? O Judiciário tem que fazer cumprir as leis que são aprovadas no Legislativo e sancionadas pelo Executivo”.
“Irmãos, nós estamos enfrentando no Brasil uma ditadura. Isto é um golpe. Aviltaram a Constituição Federal. Quem deveria defender a Constituição está passando por cima dela. E o pior de tudo: A imprensa aplaudindo, a Ordem dos Advogados do Brasil, aplaudindo.  Parece que estão todos cegos. O que esperar mais disso?”.
Concluiu dizendo: “Esta semana, fiquei com vergoha de ter nascido neste país. Senti vergonha porque me senti ultrajado no meu direito. Passaram por cima da Constituição. Os senhores Ministros deveriam defender a Consituição assim como eu estou aqui para defender a Palavra de Deus”.
http://www.youtube.com/watch?v=WIf1-qsVQ7 g&feature=youtube_gdata_player

28 de maio de 2008 / carlostrapp

Ameaça às famílias brasileiras

Julio Severo

A família brasileira encontra-se sob grave ameaça. Essa ameaça está vindo de especialistas que julgam necessário redefinir e mudar o significado de família para se adaptar à sua visão ideológica. Suas intenções já alcançaram o Congresso Nacional, onde está tramitando um recente projeto de lei que, se aprovado, legalizará e "normalizará" como família todos os tipos de ajuntamento bizarro, inclusive ajuntamentos de homens que praticam o homossexualismo.

É um verdadeiro ataque terrorista contra a família brasileira.

Se você quer entender o perigo que a família brasileira está correndo, leia meu artigo abaixo. No final, forneço orientação de como agir.

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

Salvar um bebê de perigos e ameaças é verdadeiramente um ato de bondade que só merece elogios. Homens e mulheres que praticam tais atos são dignos de nosso respeito.

O promotor da Vara e Infância da Juventude de São José do Rio Preto, Cláudio Santos de Moraes, teve tal atitude heróica: Ele fez pedido à Justiça para que um bebê fosse tirado das mãos de um "casal" homossexual em São José do Rio Preto.

O promotor entendeu que não seria justo deixar o bebê com um "casal" anormal. Ele disse: "Então, se é anormal, não vejo porque correr o risco. A criança não é um tubo de ensaio para participar de uma experiência para saber se vai dar certo. Se essa criança tem hoje a oportunidade de ter uma família convencional, uma família normal, como as outras, por que arriscar e deixá-la numa situação que pode submetê-la a vários constrangimentos?"

Milhares de casais normais lutam, com suor e lágrimas, para adotar uma criança e enfrentam filas de dificuldades e burocracia. Por isso, não há motivo algum para se entregar um bebê inocente em adoção a homens que praticam atos homossexuais. E há motivos de sobra para se empenhar em resgatar um bebê de um padrão de vida totalmente anormal e sujeito a ameaças à saúde física, psicológica, moral, etc. Todos os bebês têm o direito a uma família minimamente normal.

Guerra ideológica contra a família natural

Portanto, o promotor acertou na decisão. Ele colocou o bem-estar do bebê acima das ideologias politicamente corretas. Não é de surpreender então que ele tenha sido criticado pela mídia esquerdista. Fazendo coro, a representante do Conselho Tutelar local se opôs à atitude do promotor, dizendo: "A criança precisa de amor e o seu desenvolvimento não necessariamente precisa seguir padrões de comportamento obsoletos". Isto é, bebês não precisam de um pai e mãe amorosos. Eles podem, de acordo com a funcionária estatal, ser criados por dois homens que vivem uma sexualidade desviada, anormal e imoral, sem condição alguma de garantir o pleno desenvolvimento da sexualidade de uma criança.

Não se pode esquecer que a missão principal do Conselho Tutelar é defender o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante impunidade a estupradores e assassinos menores de idade. É patente então que o objetivo desses conselhos não é o bem-estar, mas instituir padrões anormais de vida.

A reação da funcionária do Estado é perfeitamente normal. O governo Lula e o PT são autores de muitas leis e projetos que ameaçam a família, com ampliação de "direitos" de abortar, praticar atos homossexuais, separar casais normais, etc. Assim, é natural que quem vive de salário do governo defenda os interesses e absurdos do governo.

Contudo, a defesa da anormalidade não é só feita por funcionários estatais. Em artigo intitulado "Família anormal?", em reação à atitude do promotor que havia pedido a retirada do bebê do "casal" homossexual, a Dra. Maria Berenice Dias vocifera: "Casamento, sexo e procriação deixaram de ser os elementos identificadores da família". Enfim, ela defende que dois homens homossexuais recebam a adoção de bebês, enquanto milhares de famílias normais enfrentam montanhas de dificuldades e humilhações para adotar.

Essa posição dela, porém, não está restrita apenas às suas opiniões pessoais. Ela está engajada num movimento que visa "revolucionar" o conceito de família nas leis do Brasil. Ela é, na verdade, fundadora do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM).

Bem-estar da família como estratégia camuflada para destruir a família

Apesar do título atraente, que dá a entender que é um instituto que de alguma forma está interessado nos direitos da família, a realidade é que seu objetivo é garantir direitos de novas versões de famílias. A proposta do instituto, por exemplo, é mostrar que dois homens homossexuais que vivem juntos também merecem o título de "família". De acordo com o IBDFM, essa visão deve ser consagrada em lei. Para tal finalidade, o IBDFM elaborou, com a ajuda de "especialistas" liberais, o projeto Estatuto das Famílias, para "consolidar e garantir os direitos das mais variadas configurações familiares do Brasil".

O IBDFM conseguiu o apoio do PT para introduzir seu ambicioso projeto no Congresso Nacional. Em 25 de outubro de 2007 começou a tramitar na Câmara dos Deputados o projeto 2.285/07 (com o título de "Estatuto das Famílias"), apresentado pelo Dep. Sérgio Barradas Carneiro, do PT. Do PT também é a vasta maioria dos projetos de aborto e homossexualismo no Congresso. São projetos que, sob a pretensão de defender novos direitos para uns, agridem, mutilam e destroem os direitos fundamentais da maioria, transformando o normal em anormal e vice-versa. Além de petista, o Dep. Carneiro é membro do IBDFAM.

O que diz o projeto Estatuto das Famílias? Alguns trechos revelam seu caráter revolucionário:

Artigo 3: É protegida como família toda comunhão de vida instituída com a finalidade de convivência familiar, em qualquer de suas modalidades.

Artigo 7: É dever da sociedade e do Estado promover o respeito à diversidade de orientação sexual.

Artigo 68: É reconhecida como entidade familiar a união entre duas pessoas de mesmo sexo, que mantenham convivência pública, contínua, duradoura, com objetivo de constituição de família, aplicando-se, no que couber, as regras concernentes à união estável.

Justificando a apresentação desse projeto de lei, o Dep. Carneiro disse: "O estágio cultural que a sociedade brasileira vive, na atualidade, encaminha-se para o pleno reconhecimento da união homoafetiva. A norma do art. 226 da Constituição é de inclusão – diferentemente das normas de exclusão das Constituições pré-1988 -, abrigando generosamente todas as formas de convivência existentes na sociedade. Em momento algum, a Constituição veda o relacionamento de pessoas do mesmo sexo… A jurisprudência brasileira tem procurado preencher o vazio normativo infraconstitucional, atribuindo efeitos às relações entre essas pessoas. Ignorar essa realidade é negar direitos às minorias, incompatível com o Estado Democrático. Tratar essas relações como meras sociedades de fato, como se as pessoas fossem sócios de uma sociedade de fins lucrativos, é violência que se perpetra contra o princípio da dignidade das pessoas humanas, consagrado no art. 1º, inciso III da Constituição. Se esses cidadãos brasileiros trabalham, pagam impostos, contribuem para o progresso do País, é inconcebível interditar-lhes direitos assegurados a todos, em razão de suas orientações sexuais". Seguindo-se esse raciocínio, as leis deveriam proteger igualmente os pedófilos, pois eles também pagam impostos.

Se por um lado é promovida a união legal de "casais" homossexuais, por outro a desunião legal de casais normais é grandemente facilitada. Ainda justificando as aberrações do Estatuto das Famílias, o Dep. Carneiro disse: "Privilegiou-se o divórcio… ficando vedada a investigação das causas da separação, que não devem ser objeto de publicidade". Isto é, as causas da destruição de um casamento não são mais objetos de condenação e desaprovação, mas de sacralidade.

Uma agenda de homossexualismo?

O Estatuto das Famílias, abolindo o papel importante da família natural, facilitará enormemente as separações, transformando a união conjugal (o que quer que o IBDFAM tenha redefinido como união conjugal) num mero contrato de comércio de corpos, sexo e filhos, onde é tão fácil se separar quanto se unir. O próprio presidente do IBDFAM, Rodrigo da Cunha Pereira, declarou: "Nas separações de casais, não haverá mais brigas sustentadas pelo Estado-juiz. Com o fim da culpa na dissolução do casamento, esvaziam-se os longos e tenebrosos processos judiciais de separação. Casamento acaba porque acaba. O amor acaba".

O Instituto Brasileiro de Direito das Famílias, numa torção esquizofrênica do direito exclusivo da família natural, luta para que os "casais" anormais (transexuais, homossexuais, bissexuais e qualquer outra invenção bizarra que entrar na moda) tenham o direito fácil de se unir legalmente e para que os casais normais tenham o direito fácil de se separar.

Maria Berenice Dias concorda plenamente com tal visão. Afinal, sendo fundadora e hoje vice-presidente do IBDFAM, ela literalmente vive o que prega: ela já foi casada 4 vezes e faz alarde de que se separa antes que se deteriore mais sua relação, para manter boas amizades com os ex-maridos.

Não há nada de obscuro nas intenções dela. Ele é autora do livro "Homoafetividade: o que diz a Justiça". Ela é também autora do artigo "Direito fundamental ao aborto". Além de defender o aborto e o homossexualismo, ela é simpatizante da eutanásia. Só não dá para dizer que, no caso da eutanásia, ela vive o que prega, pois executando em si mesma a eutanásia uma única vez, ela conseguiria destruir de uma vez por todas sua vida religiosamente dedicada às causas mais radicais.

Abolição e redefinição da família natural

Não há dúvida alguma sobre os objetivos do IBDFAM. O próprio site homossexual GLS Planet reconhece a importância dos dois maiores membros do IBDFAM: " A desembargadora Maria Berenice Dias, do Rio Grande do Sul, e o advogado especialista em Direito de Família, Rodrigo da Cunha Pereira, também defendem a ampla adoção de crianças por casais homossexuais".

Para que tal idéia seja aceita, é preciso desconfigurar legalmente a família natural e introduzir novas configurações de família. É exatamente aí que entra o IBDFAM, que tem como papel principal modificar a imagem legal do que significa família. Essa entidade desfiguradora da família natural conta atualmente com 4.000 membros.

Tradicionalmente, o papel da família é cuidar e decidir a educação, saúde e criação dos filhos. E a única família que tem tal responsabilidade é a família natural, composta de um homem e uma mulher unidos em compromisso de vida para gerar e criar filhos. Essa é a única definição verdadeira e legítima de família.

Com a redefinição do significado de família, muda o papel do Estado, que estenderá aos anormais os direitos e proteções devidos à família natural, sugando os recursos que deveriam estar limitados apenas às necessidades legítimas e exclusivas de uma família verdadeira composta de pai, mãe e filhos.

Entretanto, o papel do Estado não é redefinir a família. O papel do Estado é lidar com problemas criminais e ordem na sociedade, sem interferir na vida das famílias. Mas, tradicionalmente, o Estado sempre ambicionou dominar a vida de seus cidadãos. O nazismo e o comunismo são exemplos de formas de governo que usaram atraentes e ilusórias políticas de proteção à família para promover controle e destruição.

Hoje vemos com clareza as más intenções das políticas nazistas e comunistas para com a família. Contudo, o inimigo se torna mais astuto quando suas antigas estratégias são descobertas, de modo que em cada geração ele emprega novas armas com novas seduções.

Destruindo a família natural em nome dos direitos humanos e dos direitos das minorias

A nova sedução é oferecer direitos e privilégios especiais à população. Em nome dos direitos humanos, são oferecidos direitos e privilégios especiais aos que vivem nas práticas homossexuais, e aos poucos a população começa a enxergar que esse oferecimento significa muito mais do que só ajudar vítimas oprimidas, pois a concessão de direitos a alguns está sendo feita propositadamente para enfraquecer e eliminar a liberdade e os direitos básicos da maioria da população, subjugando-a efetivamente aos interesses e caprichos do Estado controlador.

A bandeira atual do Estado controlador é a defesa das minorias e dos direitos humanos. No Congresso tramitam vários projetos de lei que aparentemente têm apenas a intenção de combater a violência aos homossexuais, porém só agora algumas mentes mais alertas percebem que sua intenção é também combater toda atitude, opinião e expressão filosófica, moral e religiosa contrária ao homossexualismo, classificando a própria oposição a esse comportamento como componente da violência aos homossexuais.

Todos esses esforços estatais estão sendo feitos, supostamente, para o bem-estar dos homossexuais. Agora, com a falsa preocupação pelo bem-estar da família brasileira, tramita no Congresso o projeto "Estatuto das Famílias" que, se aprovado, basicamente empreenderá o enfraquecimento da família natural e dará vida e respeitabilidade às uniões entre indivíduos do mesmo sexo.

Desde o começo da humanidade, o padrão de família mais sólido, que sobreviveu a muitas eras de instabilidade, guerras e extinções, é a família natural, composta de um homem comprometido com uma mulher, unidos no amor e propósito de gerar e criar filhos. Opções diferentes se extinguiram no tempo. Sociedades que aceitaram e adotaram um modelo sexual diferente viraram escombros. Apesar disso, o projeto ousado do IBDFAM propõe a redefinição do casamento e família.

Todos têm o direito de formar uma família?

O presidente do IBDFAM afirma: "O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família. Ele por certo trará incômodo e talvez até arrepios. Ele certamente encontrará resistências de alguns parlamentares. Ele faz alterações profundas na estrutura e no sistema jurídico. É um estatuto que inclui e legitima todas as formas de famílias conjugais e parentais. Dentre as famílias conjugais, estão aquelas constituídas pelo casamento, pela união estável entre homens e mulheres e também as homoafetivas".

De acordo com o Estatuto das Famílias, todos – homossexuais, bissexuais, transexuais e qualquer outra invenção que surgir – têm o direito de estabelecer variadas formas de família:

Artigo 2: "O direito à família é direito fundamental de todos".

Há chance de esse projeto petista ser aprovado? O Estatuto das Famílias poderá ainda se tornar realidade? Sem dúvida. As pessoas preocupadas com o bem-estar da família não terão dificuldade nenhuma para apoiar um projeto que na aparência defende a família, mas terão imensa dificuldade de entender as ameaças e elementos nocivos que vêm escondidos em leis que supostamente são a favor da família.

Fonte: http://www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

A Família Natural: Um Manifesto

http://juliosevero.blogspot.com/2005/06/famlia-natural-um-manifesto.html

O abuso estatal contra a ordem familiarhttp://juliosevero.blogspot.com/2006/01/o-abuso-estatal-contra-ordem-familiar.html

O que fazer?

Comunique-se com os líderes da sua igreja, inclusive pastores, autoridades, advogados e juízes. Dê-lhes uma cópia deste artigo.

Faça contato com a liderança de sua denominação e peça-lhes que assumam uma posição pública contra este projeto prejudicial à família.

Temos também mais do que nunca motivos para fazer caravanas a Brasília para exigir, como cidadãos brasileiros, que o Congresso e o próprio governo cessem e abandonem, de uma vez por todas, este projeto nocivo. Aproveitando a ida a Brasília, é preciso também exigir a rejeição total e pública aos projetos anti-homofobia, que têm como propósito transformar em criminoso todo homem, mulher ou criança que expressar uma opinião moral, filosófica ou bíblica contra o homossexualismo.

Nossa voz precisa ser ouvida no Congresso Nacional, em programas de rádio e TV, em jornais, etc. Aproveite todas as oportunidades que tiver para denunciar este projeto em reuniões e outros eventos.

É hora de o Brasil saber que defendemos a família e somos contra todo projeto de lei malicioso que, a pretexto de ajudar a família, quer na verdade destruí-la.

Para se comunicar com os deputados federais e protestar contra o Estatuto das Famílias (PL 2.285/07, da Câmara dos Deputados), é só acessar o site http://www.camara.gov.br ou discar gratuitamente para a Câmara dos Deputados: Disque-Câmara – 0800 619 619.

27 de maio de 2008 / carlostrapp

Impotência cristã diante da militância homossexual

Julio Severo

A minoria homossexual perde numericamente para a vasta maioria cristã, mas cresce em poder político, legislativo, social e midiático, ameaçando uma dominação assustadoramente opressora.

A maioria – composta de cristãos, nominais ou não – fica parada e de boca aberta enquanto a minoria grita exigindo direitos. Seu grito essencialmente clama: "Sodomia já! Abaixo a normalidade sexual! Abaixo o casamento homem mulher!"

Esse grito é ecoado, até com patrocínio governamental, no Congresso Nacional, nos estados, nos municípios, nas escolas – e timidamente (por enquanto) em alguns seminários evangélicos liberais.

A maioria católica fica parada e de boca aberta porque de modo geral a Teologia da Libertação escravizou o espírito dos líderes católicos, que não sabem pensar e pregar nada além da cartilha socialista em suas missas. Com tal exemplo que vem de cima, os membros católicos são automaticamente programados para votar no PT e em outros políticos e partidos cuja marca registrada é o socialismo. Graças à predominante Teologia da Libertação entre os católicos, o PT governa hoje o Brasil, criando não só a vasta maioria dos projetos de lei de aborto e homossexualismo, mas também rejeitando os valores cristãos em nome do Estado laico.

Os evangélicos também estão parados e de boca aberta enquanto a minoria homossexual marcha e grita, exigindo direitos e privilégios. Tal como os católicos, muitos evangélicos também se prostraram diante dos deuses da Teologia da Libertação. Muitos pastores, bispos e outros líderes levaram suas ovelhas a abraçar o socialismo, apoiando Lula como se ele fosse algum tipo de Messias ou Salvador político dos pobres. Pobre maioria agora, diante da opressão das minorias!

Não é só diante da minoria homossexual que a maioria cristã está enfraquecida. Os cristãos estão também perdendo diante do adultério, pornografia e sexo livre, pecados que invadem seus lares através da televisão, principalmente novelas. Bastaria um simples e fácil boicote a esses programas de TV, mas a maioria cristã prefere ficar parada e de boca aberta!

Por que a maioria cristã está impotente diante do avanço feroz da minoria homossexual? A resposta, ainda que estranhamente, vem de dentro do próprio movimento homossexual! Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declara:

Estamos sendo julgados e condenados por igrejas em cujos quadros dirigentes encontramos ladrões, estupradores, pedófilos, traficantes de drogas, trambiqueiros, charlatões e toda a corja de aproveitadores a quem não restou outro golpe senão tapear a população ingênua e desesperançosa que precisa acreditar em milagres para sobreviver.

Pregam a virgindade pré-matrimonial, mas estão sempre envolvidos em relações clandestinas com suas ovelhas não-castas. Defendem a família e são incapazes de manter a sua.

Nenhuma das igrejas tem se mostrado pura o suficiente para trazer para a si a tarefa de educar nossos jovens e crianças. As igrejas não são confiáveis, fingem estar fincadas em bases teológicas e altruístas, mas dirigem suas ações com base nos aspectos econômicos que as sustentam e enriquecem seus padres e pastores. Graças à ingenuidade de milhares de infelizes cidadãos que os tornam cada dia mais ricos e poderosos.

Se Deus pôde usar um jumento no passado para repreender, por que é que ele não pode usar os jumentos de hoje com o mesmo propósito? A declaração forte do militante gay Oswaldo Braga mostra claramente o motivo por que a maioria cristã do Brasil está perdendo diante da minoria sodomítica. Não pode haver vitória para o acampamento de Deus enquanto Acã e seus pecados não forem tratados!

É certo que Deus promete bênção aos que obedecem. Mas também é igualmente certo que ele promete que por causa da desobediência de seu próprio povo ele permitirá que minorias opressoras e cruéis prevaleçam sobre a maioria que invoca hipocritamente o nome de Deus, sem nunca renunciar aos seus pecados.

"O SENHOR fará com que sejam derrotados pelos inimigos. Vocês atacarão juntos, em ordem, mas fugirão para todos os lados, em desordem. Todos os povos do mundo ficarão espantados quando souberem do que aconteceu com vocês". (Dt 28:25 NTLH)

"Ficarei contra vocês e deixarei que sejam derrotados pelos inimigos. Eles os dominarão, e vocês fugirão mesmo quando ninguém os perseguir". (Lv 26:17 NTLH)

"Mil de vocês fugirão de um só inimigo que os atacar, cinco inimigos farão com que todos vocês fujam. Os poucos que restarem parecerão um mastro de bandeira sozinho no alto de um morro". (Is 30:17 NTLH)

Esses avisos da Bíblia descrevem, literalmente, a situação dos cristãos no Brasil, onde o pecado deixou a maioria cristã fraca diante da minoria homossexual!

Que tipo de vitória esperamos no Congresso Nacional contra os projetos de aborto e homossexualismo (atuais e futuros) quando a bancada evangélica é composta de vários parlamentares culpados diante de Deus de adultério, prostituição, roubo, corrupção e apoio ao aborto?

Que tipo de vitória esperamos na sociedade quando nossas igrejas são compostas de vários bispos, pastores e outros líderes igualmente culpados diante de Deus de adultério, prostituição, roubo, corrupção, apoio ao aborto, pornografia e muitos outros vícios?

Enquanto esses líderes cristãos não se arrependem de suas prostituições, roubos e desonestidade, o juízo é inevitável. O movimento homossexual, o movimento socialista e o movimento feminista no tempo certo serão julgados por Deus — não antes de as igrejas e seus líderes sofrerem juízo:

"Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?" (1Pe 4:17 ACF)

O movimento homossexual é essencialmente um movimento de pecados sexuais. O primeiro passo para se lidar eficazmente com o pecado é por meio do arrependimento. Sem arrependimento e renúncia genuína do pecado no meio cristão, como os pecadores do mundo virão ao arrependimento e renúncia de seus próprios pecados? Sem arrependimento e renúncia genuína do pecado no meio cristão, como os cristãos vencerão os movimentos de pecados que ameaçam a sociedade e as igrejas?

Enquanto não houver genuíno arrependimento e renúncia de pecados, a opressão da minoria homossexual e de outras minorias barulhentas será sempre uma ameaça para a maioria cristã.

Portanto, é hora de todos nós dobrarmos os joelhos e chorarmos diante de Deus pelas igrejas e seus líderes no Brasil. É hora de pedirmos perdão, em sincero arrependimento, e suplicar para que Deus traga quebrantamento para essas igrejas e seus líderes – antes que o juízo venha.

19 de março de 2008 / carlostrapp

Discriminação contra os brancos

Ives Gandra da Silva Martins

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se auto-declarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio ou um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles. Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também – passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 183 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele. Nesta exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não índios foram discriminados.

Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram, do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef, o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências, algo que um cidadão comum jamais conseguiria.

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem este "privilégio", porque cumpre a lei.

Desertores e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para "ressarcir" àqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de se perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

19 de fevereiro de 2008 / carlostrapp

Desafios da atualidade e possíveis soluções

Entendendo que devo dar minha contribuição à sociedade como cristão e cidadão, visando melhorá-la, vou procurar relacionar vários desafios, apresentando, em itálico, as possíveis soluções para os mesmos.

1. Desafios éticos, sociais e políticos:

1.1. O alto número de assassinatos que ocorrem em nosso país, bem como o grande número de casos não resolvidos pela Justiça (apenas cerca de 12% em algumas regiões), gerando a sensação de impunidade, servindo de estímulo a que mais crimes sejam cometidos.

Todos nós sabemos que os males da sociedade são oriundos da nossa condição de pecadores, mas há certos problemas que podem ser estimulados e eu entendo que a violência, em grande parte, é fruto da desagregação familiar, produzida pelo promiscuidade sexual, que não é combatida devidamente pela Igreja Cristã e é estimulada pelo poder público, através do fomento do uso da camisinha, da liberação do aborto, fazendo com que a vida não seja devidamente valorizada. Precisamos mudar isso.

1.2. O desejo desenfreado de ter muito dinheiro, tanto por parte de políticos, funcionários públicos e de líderes religiosos que, geralmente, não ganham mal.

Sei que temos culpa na prática destes erros, pois não damos a devida formação aos políticos e não cultivamos uma salutar proximidade com os mesmos, nem oramos devidamente por eles. Devemos, portanto, investir na formação, orar mais e, por outro lado, ver com bons olhos o poder público, pois é uma instituição divina e sem governo a vida em sociedade não seria possível, daí a sua importância. E os líderes religiosos devem aplicar à sua vida a instrução de Paulo a Timóteo, quanto a avareza (1Tm 3.3).

1.3. Os juros altos que impedem, praticamente, que se busquem recursos para começar uma empresa que possa gerar emprego e renda, bem como a burocracia que dificulta os trâmites empresariais.

Se os juros fossem baixos, poderíamos pegar dinheiro emprestado, montar uma empresa e gerar empregos e renda. Se o Governo Federal não patrocinasse, com seus bancos estatais, grandes emissoras de TV, provavelmente para ‘comprá-las’, ou seja, para apoiar o Governo; os bancos poderiam baixar os juros e as taxas que cobram, facilitando empréstimos a baixo custo.

1.4. A elevada carga tributária, que leva ao aumento dos preços de produtos e serviços.

Creio que todos nós já vimos estatísticas de quanto um trabalhador precisa trabalhar por ano para pagar impostos. Se a máquina pública não fosse tão pesada, esta carga sobre os ombros dos cidadãos brasileiros poderia ser menor, bem como, se reduzisse o desperdício e a corrupção.

1.5. A falta de honestidade e altruísmo que faz com que se busque os seus próprios interesses em detrimento do bem comum.

Meu sonho é chegar a uma sociedade em que se possa ‘vender jornais’ em praça pública, apenas colocando uma caixinha, na qual se poderia colocar o dinheiro e apanhar o jornal, sem que alguém ficasse ali para efetuar a venda. Essa honestidade, esse respeito pelo que é dos outros, bem como a boa vontade, a ajuda mútua, o despreendimento, são ingredientes do Evangelho que precisam ser mais enfatizados, pois a sociedade não pode prescindir deles.

1.6. A falta de perícia com que muitas coisas são feitas, gerando resultados pífios.

A Bíblia diz que ‘Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente!’ (Jr 48.10a) e ‘Vês um homem perito na sua obra? Perante reis será posto; não entre a plebe’ (Pv 22.29). Meu falecido papai também dizia: ‘Um serviço bem feito vale por dois’. Precisamos ser mais caprichosos, atentos, zelosos, pontuais, precisos, pois com isso estaremos fazendo a vontade de Deus e colhendo, também, excelentes resultados. Isso vale tanto para a Igreja como para o poder público.

1.7. O fraco desejo de estudar, da busca do saber, fazendo com que a taxa de analfabetos de nosso país seja alta, bem como a evasão escolar e a repetência.

Ao ler a Bíblia, vemos em muitos textos, o valor que é dado ao conhecimento e à sabedoria. E estes valores só se alcançam mediante temor e disciplina (Pv 1.7; 12.1). Nos meus diversos anos de frequência escolar, tenho visto alunos vibrando quando era anunciado que não haveria aula; outros até, quando o professor atrasava, procuravam fazer com que todos os alunos saíssem da sala, para quando o professor chegasse não encontrar ninguém e a aula ser suspensa. Para mudar isso, precisamos ter temor e disciplina, que inclui o bom gosto pelo estudo. Outro detalhe que precisa ser mencionado aqui é a falta de disciplina dentro dos lares, pois sem a mesma não se alcança conhecimento, conforme o texto bíblico supracitado. E esta indisciplina, em parte, é culpa dos ‘sábios’ que dizem que a vara deve ser suprimida na educação da criança (é lógico que se deve procurar evitar o seu uso mediante o diálogo, mas não se deve hesitar em usá-la se for necessário, ou seja, para alcançar que a criança obedeça e não seja mal acostumada e se torne desobediente).

1.8. A enorme quantidade de acidentes de trânsito, fazendo com que vidas sejam ceifadas ou fiquem com sequelas, além do prejuízo material com a danificação dos veículos, bem como eventuais congestionamentos causados.

Uma das coisas que ajudariam na diminuição de acidentes seria mais fiscalização no trânsito, coibindo o excesso de velocidade, o dirigir embriagado; sinalização e estradas em melhores condições, bem como mais seriedade e valor à vida nas ruas e estradas.

1.9. As campanhas do governo contra a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, na base do ‘uso da camisinha’ que são desprovidas de ética e estimulam a promiscuidade.

Entendo que este é um dos maiores problemas que enfrentamos, pois as campanhas do governo são extremamente nocivas, pois estimulam o viver desregrado que causa o desmoronamento da família, além de embrutecer e aviltar os que vivem promiscuamente. E o pior é que as igrejas evangélicas praticamente não reprovam tais campanhas, pois devem, além de reprovar, apresentar, em contrapartida, a solução infalível que é a abstinência sexual dos solteiros e a fidelidade dos casados. Outro grave erro é o que esta solução infalível é vista como questão religiosa, sendo, por isso, rejeitada, com o argumento que o Estado é laico. Tenho que dizer aqui que Estado laico significa apenas que o mesmo não tem uma religião oficial e não que deva rejeitar valores, pois ele mesmo combate a fome, prega a solidariedade, a honestidade, etc; para ser coerente teria que rejeitar essas questões também, por isso, entendo que apelar para o argumento do Estado laico para rejeitar a campanha, que é infalível (se também tiver cuidar com seringas e transfusão de sangue), é uma desculpa. Quem tem bom senso não irá rotular essa campanha como religiosa, mas como uma questão de saúde, trazendo um enorme benefício à sociedade, não só na área de saúde, mas também quanto ao respeito mútuo, na diminuição da violência e das doenças sexualmente transmissíveis.

1.10. O programa do governo federal chamado ‘Brasil sem homofobia’ que tem produzido material que fomenta o homossexualismo e financia ‘paradas gays’.

Esta é uma questão profundamente lamentável, pois o governo federal tem financiado paradas gays, produzido material de fomento ao homossexualismo. Isso é feito de uma forma um tanto quanto discreta, mas milhões são gastos nisso. E os homossexuais, embora não sendo muitos, são bastante organizados, tendo apoio de grande parte da mídia, havendo até uma ‘Frente parlamentar pela livre expressão sexual’, que procura lutar pelos interesses dos mesmos. Usam agressivamente os termos ‘discriminação’ e ‘preconceito’, criando, praticamente uma ditadura gay em que os que condenam tal prática estão sendo vítimas de discriminação e preconceito (eu não quero me calar diante disso, pois sei que é uma conduta reprovável, nociva, não exemplar, condenada por Deus e que os praticantes não são cristãos e se quiserem se tornar um dos tais, precisam ser convertidos, o que inclui o abandono da prática do homossexualismo). Sei que devemos amar todas as pessoas: tanto os homossexuais como os liberais, os desonestos, os adúlteros, os mentirosos, os omissos e os que buscam seus próprios interesses, mas jamais aprovar tais práticas (Ef 5.11).

1.11. O empenho das autoridades federais na liberação do aborto e da pílula do dia seguinte, sinalizando que a vida não é tão importante assim.

O lamentável de tudo isso é que estamos assistindo essas questões sem fazer praticamente nada, ou como se não tivéssemos conhecimento disso. Praticar aborto é uma das violências mais terríveis que existem, pois o feto não tem como se defender, além de ser, em muitos casos, fruto de uma relação sexual egoísta e irresponsável. O que mais me entristece é que não enfatizamos o suficiente uma vida sexual sadia, dentro do casamento, pois assim eliminaríamos muitos problemas. A pílula do dia seguinte, por mais que digam que não é abortiva, tal afirmação não procede, pois o efeito dela é fazer com que o óvulo fecundado não se fixe no útero. E, por outro lado, é mais um estímulo à sexualidade licenciosa, que causa grandes estragos à sociedade. Por isso, assim como a grande mídia fomenta, bem como o governo, nós deveríamos, de forma decidida, apresentar o que é correto e salutar nesta área.

1.12. A fome que atinge boa parte da nossa população.

Sabemos que a fome teve, da parte de Deus, preocupação desde os primórdios da humanidade (Ex 22.25; 23.10,11). Apesar disso, a fome continua. Por isso, o desempenho, tanto da Igreja como do Estado, devem ser mais intensos, através da oportunidade de trabalho dignamente remunerada, bem como ajuda direta aos necessitados, visando sair da situação de pobreza, podendo se auto-sustentar, inclusive ajudando outros, pois a renda também tem uma função social (Ef 4.28). Ensinar a viver dentro do orçamento, ter senso de econômia, fazer as coisas bem feitas, também ajuda muito no combate à fome.

1.13. A devastação de florestas e a poluição, que geram um desequilíbrio ambiental, provocando instabilidade climática.

Entendemos que o Governo deveria tomar medidas mais enérgicas neste sentido e isso também deve ser cobrado por parte da Igreja, pois ela também deve se preocupar com estes assuntos, visando o bem-estar da sociedade em geral. E porque também nos foi dada esta tarefa bem no começo da humanidade (Gn 2.15).

Eu poderia continuar citando outros assuntos como: indisciplina nas escolas, licenciosidade nos meios de comunicação, preconceito contra cristãos, turismo sexual, distribuição de camisinhas nas escolas, recursos públicos mal aplicados, uso de drogas, mas eu vou parar nestes 13 pontos, só lembrando que não sou supersticioso nem petista.

Carlos Osmar Trapp, 55, casado com Simone Nogueira de Moraes Trapp, pastor batista (OPBB/3650), presidente da Organização Não-Governamental do Grupo Evangélico de Ação Política (GEAP), membro da Igreja Batista Nova Jerusalémj, Campo Grande, MS.

19 de fevereiro de 2008 / carlostrapp

Big Brother Brasil

Programas como Big Brother indicam a completa perda do pudor, ausência de noção do que cabe permanecer entre quatro paredes. Desfazer-se a diferença entre o que deve ser exibido e o que deve ser ocultado. Assim, expõe-se ao grande público a realidade íntima das pessoas por meios virtuais, com absoluto desvelamento das zonas de exclusividade. A privacidade passa a ser vivida no espaço público. 
 
              O Big Brother Brasil, a Baixaria Brega do Brasil, faz de todos os telespectadores voyeurs de cenas protagonizadas na realidade de uma casa ocupada por pessoas que expõem publicamente suas zonas de vida mais íntima, em busca de dinheiro e sucesso. Tentei acompanhar o programa. Suportei apenas dez minutos: o suficiente para notar que estes violadores da própria privacidade falam em péssimo português obviedades com pretenso ar pascaliano, com jeito ansioso de serem engraçadamente profundos. 
              Mas o público concede elevadas audiências de 35 pontos e aciona, mediante pagamento da ligação, 18 milhões de telefonemas para participar do chamado "paredão", quando um dos protagonistas há de ser eliminado. Por sites da internet se pode saber do dia-a-dia desse reino do despudor e do mau gosto. As moças ensinam a dança do bumbum para cima. As festas abrem espaço para a sacanagem geral. Uma das moças no baile funk bebe sem parar. Embriagada, levanta a blusa, a mostrar os seios. Depois, no banheiro, se põe a fazer depilação. Uma das participantes acorda com sangue nos lençóis, a revelar ter tido menstruação durante a noite. Outra convivente resiste a uma conquista, mas depois de assediada cede ao cerco com cinematográfico beijo no insistente conquistador que em seguida ridiculamente chora por ter traído a namorada à vista de todo o Brasil. A moça assediada, no entanto, diz que o beijo superou as expectativas. É possível conjunto mais significativo de vulgaridade chocante? 
               Instala-se o império do mau gosto. O programa gera a perda do respeito de si mesmo por parte dos protagonistas, prometendo-lhes sucesso ao custo da violação consentida da intimidade. Mas o pior: estimula o telespectador a se divertir com a baixeza e a intimidade alheia. O Big Brother explora os maus instintos ao promover o exemplo de bebedeiras, de erotismo tosco e ilimitado, de burrice continuada, num festival de elevada deselegância. 
              O gosto do mal e mau gosto são igualmente sinais dos tempos, caracterizados pela decomposição dos valores da pessoa humana, portadora de dignidade só realizável de fixados limites intransponíveis de respeito a si própria e ao próximo, de preservação da privacidade e de vivência da solidariedade na comunhão social. O grande desafio de hoje é de ordem ética: construir uma vida em que o outro não valha apenas por satisfazer necessidades sensíveis. 
              Proletários do espírito, uni-vos, para se libertarem dos grilhões da mundialização, que plastifica as consciências. 
Miguel Reale Júnior, advogado, professor da USP (O Estado de São Paulo)
30 de janeiro de 2008 / carlostrapp

Só os comuno-fascitas agridem Bush e os EUA

Só os comuno-fascistas agridem Bush e os EUA
 
por Aluízio Amorim
 
Que extraordinária diferença tem um presidente norte-americano de um desses idiotas latino-americano. Os Estados Unidos são e serão para sempre um país poderoso e democrático justamente pelos valores que informam a cosmovisão do conjunto de sua gente.
 
O presidente George W. Bush fez a sua última aparição no Congresso. E o fez em final de mandato e num momento de crise econômica doméstica. Ao invés de proceder como tiranetes sul-americanos que em situação como esta aproveitam para lançar pacotes aumentando impostos avançando no bolso alheio, sugeriu que se coloque mais dinheiro nas mãos dos cidadãos.
 
"Para construir um futuro próspero, nós precisamos confiar às pessoas o seu próprio dinheiro, dando a elas o poder para fazer a economia crescer", afirmou Bush. O plano consiste basicamente na restituição de entre US$ 300 e US$ 600 em impostos para a maioria dos contribuintes americanos, assim como cortes de US$ 50 bilhões para as empresas.
 
Ainda que reconhecendo as dificuldades Bush mostrou-se otimista prognosticando que não haverá recessão, a menos que os Democratas, a maioria do Congresso, faça corpo mole. O presidente americano defendeu uma ação rápida dos parlamentares para aprovar as medidas de estímulo à economia, acreditando que a agilidade neste procedimento afastará o fantasma da recessão.
 
Sabe-se que o Congresso americano difere fundamentalmente daquilo que se vê por aqui e, tudo indica, votará com a devida urgência as medidas propostas. Só os idiotas latino-americanos torcerão contra. É que os bons ventos capitalísticos acabam por impulsionar as economias do mundo inteiro. Calcula-se que os Estados Unidos importam do resto mundo o equivalente a US$ 2 trilhões anuais.
 
Por aí dá para imaginar o estrago que uma leve recessão nas terras de Tio Sam é capaz de gerar em republiquetas bananeiras como o Brasil.
 
Enquanto a idiotia baba gritando palavras de ordem contra os Estados Unidos está contribuindo para eternizar a sua própria miséria. O populismo comuno-fascista só se mantém no poder mediante o triunfo da miséria.
 
É por isso que os populistas fogem do capitalismo propalando a mística de que é um sistema econômico injusto. Na verdade não é nada disso. É porque está sobejamente comprovado que só o capitalismo verdadeiro traz a prosperidade e enterra o patrimonialismo. E isto, é claro, não lhes interessa.
 
Voltando ao mundo civilizado. Bush desta feita não concentrou sua fala em apenas em torno da política internacional, embora não tenha descurado essa abordagem. Com razão fustigou o terrorismo, assinalando aspectos positivos da ação americana no Iraque. Os cretinos cucarachas e os politicamente corretos de todos gêneros haverão de continuar acusando injustamente o presidente Bush de assassino.
 
Entretanto até hoje não se viu uma só manifestação desses esquerdopatas de botequim contra o ditador Sadan Hussein e muito menos contra o maluco do Irã e ou ainda contra os homens-bomba que são atirados contra Israel.
 
Alguém já viu por exemplo uma manifestação, uma passeata, uma faixa sequer protestando contra o terrorismo patrocinado pelo fundamentalismo islâmico? Se não fosse o presidente Bush o ditador Sadan Hussein estaria lá torturando e matando seus opositores.
 
Alguém por acaso já viu o Apedeuta fazer para os tiranos da Venezuela ou de Cuba aqueles trejeitos debochados invocando o ponto G, como fez para o Presidente Bush em sua última visita ao Brasil?
 
Ainda no que se relaciona à política externa Bush defendeu o aprofundamento das relações bilaterais com países parceiros dos EUA. Citou nominalmente os projetos de acordo com o Peru, Panamá e Coréia do Sul, em tramitação no Congresso. O Brasil ficou de fora, é lógico.
 
A maior preocupação do presidente americano, segundo o noticiário internacional de agências que está nos jornais de hoje e que deve ser lido com cuidado, dado ao fato da predominância do jornalismo politicamente correto, refere-se à Colômbia, o principal aliado dos EUA na América cucaracha.
 
Os democratas, contaminados pela ideologia botocuda e jogando para a arquibancada politicamente correta, estariam resistindo a aprovação de um acordo de livre comércio com Bogotá. Ciente dessa manobra, Bush aproveitou para fazer uma referência velada, pero no mucho, ao bufão bolivariano que os jornalistas das agências noticiosas qualificam de "líder venezuelano".
 
Bush alfinetou: se o Congresso rejeitar a proposta, os inimigos dos Estados Unidos no continente se fortalecerão. Está certo o presidente americano. Não fosse o extenuante trabalho do líder colombiano – agora sim – presidente Uribe, os narcoguerrilheiros das FARC, agindo em conluio com o bufão da Venezuela, tendo como pano de fundo o apoio do governo Lula, já teriam cubanizado o continente.
 
Desta forma os Estados Unidos continuam sendo os artífices do desenvolvimento econômico latino-americano e, mais ainda, os fiadores e guardiães da democracia que ainda sobrevive a duras penas na América cucaracha.
 
E pensar que o Brasil, se tivesse um presidente inteligente e democrata, poderia ser o grande parceiro do gigante americano. O governo petralha refuta os americanos como parceiros em troca de comparsas como Hugo Chávez, o índio cocaleiro da Bolívia ou o ditador de Burkina Faso. Eles fazem parte do Foro de São Paulo. O objetivo dessa bandalha é eternizar-se no poder com a finalidade precípua de meter a mão no erário.
 
Os Estados Unidos, que jamais apoiaram qualquer movimento anti-democrático e livraram o mundo do nazi-fascismo, não servem para os interesses dessas quadrilhas. O recado de Bush não foi velado; foi claro na sua advertência aos congressistas: os Democratas estão alimentando os inimigos da democracia, da liberdade e do desenvolvimento econômico.
 
http://www.diegocasagrande.com.br
6 de dezembro de 2007 / carlostrapp

O que você busca na igreja?

A televisão mostrou, recentemente, num seriado em horário nobre, uma senhora deixando uma Igreja tradicional para procurar uma Igreja de cunho pentecostal, pois, no dizer dela, a sua Igreja não lhe estava oferecendo o que ela buscava. O que será que ela buscava e a sua Igreja não lhe oferecia?
Frequentemente ouço pessoas dizerem que saem da igreja tão vazias como entraram. Eu pergunto: O que será que essas pessoas vêm buscar na igreja? Será possível retornar vazio de um culto onde foram lidos vários textos bíblicos, foi oferecida uma mensagem, foi celebrada a Ceia do Senhor, foram cantados hinos de louvor a Deus e usada uma ordem de culto repleta de conteúdo?
O motivo de muitas pessoas saírem frustradas da igreja certamente se deve ao fato de que vão para lá com expectativas erradas. Vão para ouvir o que elas gostariam de ouvir e não o que Deus tem para dizer. Vão para buscar vantagens pessoais, como a solução dos problemas materiais, e não para buscar bênçãos espirituais.
Felizes aqueles que vão à igreja com a expectativa correta. Felizes aqueles que vão à igreja para ouvir a Palavra de Deus e deixam que Deus modifique a sua vida. Estes sim saem abençoados do culto.
Nos dias de hoje, em que muitas igrejas promovem verdadeiros espetáculos para atrair pessoas, precisamos, mais do que nunca, nos conscientizar que o mais importante de tudo é ouvir a Palavra de Deus com atenção e estar dispostos a praticar aquilo que Deus nos ordena. Se formos à igreja com este objetivo, nunca sairemos frustrados.
A igreja não é um teatro, onde se promove shows; nem um consultório médico, onde se cura todo tipo de enfermidades; e nem uma clínica psiquiátrica, onde se resolve todos os problemas da pessoa. A igreja é uma casa de adoração, onde se louva a Deus e se busca orientação na Sua Palavra. “A minha casa será chamada casa de oração, mas vocês a transformaram em casa de negócios”, diz Jesus em Mateus 21.13.
Lembremo-nos disso cada vez que formos à igreja.
Pr. Lindolfo Pieper, Jaru, RO

5 de dezembro de 2007 / carlostrapp

Presidente Lula convoca, por decreto, conferência homossexual nacional

 

Pela primeira vez na história mundial moderna, um presidente decreta um encontro nacional para os sacerdotes da sodomia

Julio Severo

Anos atrás, durante a Guerra Fria, o Presidente Ronald Reagan costumava mencionar Deus e oração em seus discursos. Ele também costumava convocar a nação americana à oração. Seus decretos presidenciais eram direcionados ao bem-estar do povo e da família.

O Brasil também tem um presidente que sabe convocar a nação — mas não para a oração. Seu mais recente decreto presidencial é direcionado também ao bem-estar, mas não da família. É direcionado exclusivamente em benefício dos que vivem na sodomia.

De acordo com o Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2007, Lula convocou, por decreto presidencial, a I Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, um evento nacional para a militância homossexual. Os objetivos de Lula para a conferência são:

1. Propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas e o plano nacional de promoção da sodomia (ou, em termos mais amenos, da cidadania e direitos humanos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais — GLBT)

2. Avaliar e propor estratégias para fortalecer o Programa Brasil Sem Homofobia.

Geralmente, os esquerdistas se escoram no conceito do Estado laico para literalmente expulsar os valores cristãos do governo e das escolas. Por amor a esse conceito, Lula não pode promover orações no nome de Jesus ou a glorificação de Jesus Cristo, nem no governo nem nas escolas. Mas pelo menos ele pode promover a glorificação dos valores da sodomia, no governo e nas escolas!

O site homossexual MixBrasil informa em seu artigo Governo Lula convoca Conferência GLBT:

Para Julian Rodrigues, do Instituto Edson Neris (SP), e membro da Comissão Organizadora Nacional por indicação da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis, Transexuais e Bissexuais, maior rede de organizações GLBT do Brasil), a publicação do decreto é um marco histórico na conquista dos direitos da população GLBT no país. “A I Conferência agora é fato, não tem mais volta. Vamos arregaçar as mangas e construi-la em todos os Estados, mobilizando o maior número possível de membros da nossa comunidade, discutindo direitos e políticas públicas afirmativas”, diz Rodrigues. Ainda segundo o militante, não se tem notícia de um processo similar em nenhum outro país do mundo e a I Conferência GLBT será acompanhada com interesse pelo movimento latino-americano e internacional. “Há países com legislação e políticas mais avançadas, mas será a primeira vez que um governo federal convoca uma ampla conferência, com participação majoritária do movimento organizado”.

Diz a tradição que a moça que dançou numa reunião do rei Herodes e exigiu a cabeça de João Batista se chamava Salomé. João Batista foi degolado porque incomodava, pregando a Palavra de Deus contra os pecados sexuais e governamentais de Herodes. Na reunião homossexual convocada por Lula, as Salomés homossexuais exigirão a cabeça de quem?

O Presidente Reagan ficou internacionalmente conhecido pela coragem e pela oração. O Presidente Lula está se tornando internacionalmente conhecido por causa da valorização da sodomia e pela covardia diante dos ditadores sanguinários Fidel Castro e Hugo Chavez. Quanta diferença! Na questão do aborto, Reagan era um grande defensor da vida, chegando a escrever, como presidente, um livro evangélico contra o aborto. Já Lula prefere nomear para seu governo ministros claramente favoráveis ao aborto. Novamente, quanta diferença!

O investimento do governo Lula na promoção de políticas e leis pró-sodomia está trazendo como conseqüência a exaltação de um comportamento sexual anormal, obrigando a população a tratá-lo e vê-lo como se fosse sagrado. Os bons costumes e a moralidade estão, pela imposição de leis insanas, sendo sacrificados no altar da sodomia.

Não é de estranhar então que um homossexual tenha, durante o lançamento de uma iniciativa de defesa de direitos homossexuais, dançado de sutiã e calcinha diante dos deputados da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) recentemente. Se os deputados rissem da cena, estariam fazendo pouco caso da sagrada sodomia, e poderiam ser acusados de preconceito. Se agissem com seriedade e protestassem, poderiam ser acusados do mesmo jeito.

O “dançarino” homossexual teve total amparo legal para agir assim. O Estado de São Paulo tem a lei anti-homofobia mais perigosa e radical do Brasil, aprovada em 2001, cujo autor é um deputado do PT. Graças a essa lei, agora os homossexuais podem dançar semi-nus em reuniões da ALESP!

É só agora que os homossexuais podem “dançar” com tal “liberdade” em São Paulo? Muito antes de aprovada a lei anti-homofobia ali, os travestis já eram muito atrevidos. Se acreditássemos na mídia liberal de hoje, pareceria que no passado os homossexuais viviam escondidos, oprimidos e encolhidos de medo, apenas fugindo da população.

Contudo, a realidade é bem diferente. Lembro-me de que na década de 1980, quando não havia nenhuma lei para proteger o homossexualismo, meus amigos adolescentes se preocupavam em passar por determinadas ruas do centro de São Paulo, por causa de travestis assaltantes ou simplesmente por causa de bandos de travestis assediadores. Era um fato comum: todos evitavam certos lugares de São Paulo, por causa do atrevimento homossexual.

Certo domingo, eu e um amigo estávamos caminhando em direção a uma igreja pentecostal, bem no coração de São Paulo. Estávamos de Bíblia na mão, mas mesmo assim um bando de travestis a frente deu gritos e chiliques e, de mãos dadas uns com os outros, avançou em nossa direção! A única solução era literalmente correr! O bando então foi procurar outra vítima.

Dê leis, direitos e privilégios a esses bandos, e eles vão querer dançar de sutiã e calcinha nas escolas, igrejas e outros lugares onde deveria reinar o respeito e os bons costumes.

A lei anti-homofobia do Estado de São Paulo fortalece o atrevimento desses grupos, dando-lhes carta branca para atirar o rótulo de preconceito e ódio em quem não se submeter à sua moralidade e investidas sexuais. Poderia chegar ao ponto em que homens, rapazes e meninos teriam de se entregar para eles, sob risco de serem acusados de homofóbicos por leis infernais? Entregue-se aos homossexuais ou leve cadeia?

Além disso, quando as Salomés homossexuais têm liberdade de dançar diante de deputados ou presidentes, quem prega a Palavra de Deus contra os pecados sexuais e governamentais das autoridades pode acabar com a cabeça cortada numa bandeja, meramente para satisfazer as vontades dos que se incomodam de ouvir a verdade e se recusam a se arrepender e mudar de vida. As Salomés sempre exigem a cabeça de um João Batista.

Devemos nos desanimar com homossexuais de calcinha e sutiã atrevidamente defendendo direitos para a sodomia nas assembléias legislativas? Devemos nos desanimar com leis anti-homofobia que só servem para proteger os excessos e a tirania de uma minúscula minoria de militantes homonazistas?

Claro que não! A Bíblia apresenta o povo de Deus como um povo ousado que guerreia para vencer as forças do mal. De acordo com o jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o Dep. Waldir Agnello, pastor evangélico e vice-presidente da ALESP, tomou medidas para punir o deputado socialista que permitiu que um homossexual se apresentasse quase nu na ALESP. Além disso, ele está requerendo oficialmente a revogação da lei anti-homofobia do Estado de São Paulo.

O autor da lei petista promete lutar contra os esforços do pastor evangélico, mas não há dúvida alguma de que o Dep. Agnello está no caminho certo no enfrentamento das leis de sodomia.

Na Califórnia, o governador Arnold Schwarzenegger aprovou lei que proíbe discriminação em escolas públicas, punindo alunos, funcionários e professores que expressarem, em palavras ou atitudes, contrariedade ao homossexualismo. Qual foi a reação evangélica em defesa de suas famílias? Grupos evangélicos entraram com processos para derrubar a lei.

Por esses poucos exemplos, vemos que não há necessidade de ficarmos com os braços cruzados, nos lamentando e imaginando que devemos ficar parados enquanto os opressores querem passar por cima de nós, de nossas famílias e de nossos valores. Temos o direito de reagir. Temos o direito de lutar legalmente, espiritualmente e socialmente contra as leis anti-homofobia e contra os esforços de um presidente que respeita muito mais os valores da sodomia do que os valores da Bíblia.

Se depender de nossas orações, ações e coragem, Lula desistirá de valorizar o que não merece valor. E os cristãos desistirão de Lulas e PTs que inundam a sociedade com leis e políticas voltadas para o pecado.

O Brasil precisa desesperadamente de um presidente que convoque o povo para reuniões de oração, não reuniões homossexuais. Os homossexuais precisam de transformação para se tornarem homens e mulheres saudáveis e normais, não apoio governamental para praticar a sodomia. Essa transformação vem de Jesus Cristo, mediante sua igreja, não o Estado.

Se não nos importarmos que os modernos Herodes convoquem suas reuniões imorais, as Salomés continuarão exigindo a cabeça dos inocentes.

Quanto aos que têm a coragem e a santidade de João Batista, continuemos a pregar a Palavra de Deus contra os pecados sexuais e governamentais — promovidos ou cometidos — das autoridades, quer nos cortem a cabeça ou não. Afinal, como os Herodes sentirão necessidade da graça de Deus se primeiramente não sentirem convicção e peso de seus pecados? Essa convicção, gerada e trabalhada pelo Espírito Santo, só vem com a pregação da verdade.

Enquanto Herodes convoca sua reunião para as Salomés de Sodoma, vamos convocar reuniões de oração e intercessão e incentivar o povo a buscar a face de Deus, pedindo para que aqueles que estão próximos a Lula e conhecem a Palavra de Deus recebam a ousadia de João Batista para falar sem medo ao Herodes do Brasil o que ele há muito tempo precisa ouvir: “É contra a Lei de Deus você apoiar a sodomia e o aborto!”

João Batista confrontava o rei Herodes em seus pecados sexuais e governamentais porque ele tinha a unção de Elias.

Elias confrontava o rei Acabe, porque ele tinha a unção de Deus para desafiar as autoridades.

Os sacerdotes do deus Baal no antigo Israel eram historicamente homossexuais ou bissexuais. Quando o rei Acabe convocou uma reunião nacional para eles, para afrontar o Deus vivo, o profeta Elias os derrotou.

O espírito de Acabe está se levantando no Brasil para convocar os sacerdotes da sodomia.

Os que tiverem a unção de Elias os confrontarão e prevalecerão.

Fonte: www.juliosevero.com.br