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9 de junho de 2013 / carlostrapp

Ser pastor

Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor! Uma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.

Ser pastor é sentir paixão pelas vidas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que gradua-se na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a perseguirem-nos, a esfaquearem-nos pelas costas, a criticarem-nos, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é “repartível”. Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um “assim diz o Senhor”, uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobresa e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descrêem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: “combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé”. Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.

Eu sou pastor.

Obrigado, Senhor!

Pr. Wagner Antonio de Araújo
Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

13 de maio de 2013 / carlostrapp

Pastores, Divórcio e Novo Casamento

Afinal, qual a importância de um casamento sólido e duradouro para o ministério pastoral? Paulo escreveu que “é necessário que o bispo… seja esposo de uma só mulher” (1Tm 3.2). Podemos interpretar essa passagem de duas ou três maneiras diferentes, mas todas elas, ao final, falam da necessidade de um casamento exemplar para os líderes cristãos. Creio que há vários pontos que podem ser mencionados aqui.

O primeiro é a paz e o sossego que um casamento estável oferece e que se refletem inevitavelmente na lide pastoral. O segundo ponto é o exemplo, para os filhos, se houver, e para os casais da igreja que pastoreia. Todos esperam que o casamento do pastor seja uma fonte de inspiração e exemplo. Casamentos que dão certo e duram a vida toda funcionam como uma espécie de referencial para os demais casamentos, especialmente se for o casamento do pastor.

O terceiro ponto é a questão da autoridade. Não era esse o receio de Paulo, que após ter pregado a outros não viesse ele mesmo a ser desqualificado? (1Co 9.27). Qual a autoridade de um pastor divorciado já pela segunda ou terceira vez para exortar os maridos da sua igreja a amarem a esposa e a se sacrificar por ela? Essa história aconteceu com um pastor que foi colega meu de seminário. Certo dia, falando na igreja sobre os deveres do marido cristão, sua própria esposa se levantou no meio do povo e disse, “É tudo mentira, ele não faz nada disso em casa!”. O pastorado daquele colega acabou ali mesmo.

Mas tem um quarto ponto. Pastores que já vão no segundo ou terceiro casamento estão passando a seguinte mensagem para os casais da igreja: “O divórcio é uma solução legal e fácil para resolver os problemas do casamento. Quando as coisas começam a ficar difíceis, o caminho mais rápido é o da separação e o recomeço com outra pessoa”. Essa mensagem é também captada pelos jovens, que um dia contrairão matrimônio já pensando no divórcio como a saída de incêndio.

Não que eu seja absolutamente contra o divórcio, pois entendo que o divórcio é permitido naqueles casos previstos na Escritura, que são o adultério e a deserção obstinada (Mateus 19.9; 1Coríntios 7.15). Sou contra a sua obtenção por quaisquer outros motivos, mesmo que fazê-lo seja legal no Brasil.

Fico me perguntando se, ao final, tudo isto, não é uma versão moderna e evangélica da velha poligamia. Como ela é proibida no Brasil e rejeitada por uma parte das igrejas, alguns pastores acharam esse meio de ter várias mulheres durante o seu ministério, embora não ao mesmo tempo, que é casar-se várias vezes em seqüência, com mulheres diferentes.

Pr. Augustus Nicodemus Lopes
Pastor Presbiteriano, Confenrencista, Teólogo e Escritor

6 de maio de 2013 / carlostrapp

Tem política?

Esse foi o questionamento que alguém me fez no domingo à noite (31.03), ao lhe entregar um jornal. Repliquei dizendo que a pessoa estava “fazendo política” ao dizer isso.

Podemos não ser políticos de carreira, mas todos somos políticos, pois é algo inerente ao ser humano, que, além de viver, toma decisões de ir e vir, comprar ou vender, aprovar ou reprovar, e assim por diante.

Então, ficou claro que não podemos deixar de ser políticos. Agora, o que devemos levar em conta é sermos bons políticos, ou seja, nos interessar no bem-estar da sociedade, mediante leis e comportamentos justos.

Há muita confusão quando se fala em política, sendo que muitos a maldizem. Mas eu pergunto: Será que a vida em sociedade é possível sem política, sem governo, sem leis, sem sanções, sem normas, sem regras, sem direitos e deveres?
Então, em vez de falar mal da política, devemos procurar participar da mesma, conforme já falei, e procurar torná-la melhor, pois pelo fato de haver deficiências no campo político, você não deve se afastar das decisões que envolvem a vida. Assim como não devemos abolir a Medicina por haver erros médicos; o casamento, por haver divórcios; muito menos abolir o trânsito pelo fato de haver acidentes.

Agora, falando em interesse e participação, quero me manifestar a respeito do que assisti hoje cedo (03.04) na televisão: A aprovação do “casamento” gay pelos nossos magistrados, a pedido do Ministério Público Estadual. Pode?

Assim como não devo me calar diante de outros assuntos que prejudicam nossa sociedade, também não posso ficar quieto diante desse terrível equívoco de nossos magistrados. Até confesso que sinto vergonha em relação a essa decisão, e eu explico porquê: Sou, além de cidadão brasileiro, um cristão que tem a Bíblia como regra de fé e prática, e a mesma me diz, com clareza, que tal relação (homossexual) é uma abominação para Deus (Lv 18.22).

Além disso, acrescento que a vida está na dualidade do sexo, homem e mulher, macho e fêmea; e a esterilidade (que é igual a morte) está na relação homossexual, que de tão errada que é nem pode servir de exemplo, pois se todos se tornassem homossexuais, acabaria a raça humana.

Ainda tenho que dizer, que quem tem um pouco de bom senso, haverá de admitir que o órgão de excreção não é próprio para o intercurso sexual, podendo causar problemas de saúde, além de não ser higiênico.

Agora, o pior de tudo é que magistrados, em vez de reprovar tal prática, como o vício do fumo, por exemplo, legitimam tal conduta.

Eu, como pessoa sensata e cristã, tenho que reprovar a atitude desses magistrados, e chamá-los ao arrependimento, e mesmo que apontem para o princípio do Estado laico, digo que Deus, crendo nele ou não, não se deixa afrontar, zombar (Gl 6.7).

E, falando em Estado laico, há os que fazem uma tremenda confusão, usando mal o princípio, querendo se opor a tudo que tem algum cunho religioso. Esquecem-se esses estultos que se assim fosse, teriam que até eliminar o descanso semanal, pois é um valor judaico-cristão. Será que vão querer fazer isso?

Viram agora que, por esses e outros motivos, é necessário fazer política?

Pr. Carlos Trapp

28 de março de 2013 / carlostrapp

BBB e a família

A família brasileira tem sido atacada agressivamente nos seus valores morais, éticos e espirituais, independentemente da fé que professa, diante das cenas que insistentemente vêm sendo veiculadas na televisão brasileira. Ultimamente observa-se isso no programa Big Brother Brasil, apresentado pela Rede Globo de Televisão, que encontra-se em busca desesperada de recuperar a sua audiência, que ano após ano vem caindo exatamente por conta desses episódios.

A atmosfera de Sodoma e Gomorra, conforme descrita na Bíblia, tem invadido os lares brasileiros sem pedir licença, com cenas imorais, atos sexuais, palavras chulas, gestos obscenos e comportamentos condenáveis.

A própria imprensa tem destacado cenas em que os participantes desses programas de TV aparecem fazendo “strip-tease” e usando palavras altamente provocantes.

Segundo comentários que tenho ouvido, nos últimos dias foi veiculada uma cena de dois participantes do mesmo sexo, se beijando na boca, classificado naturalmente pela própria mídia como “beijo gay”. Diante do fato, o diretor da emissora diz não temer nenhuma polêmica, nem a comunidade evangélica, pois a comunidade evangélica é desunida e omissa (…), e o que isso tem haver com fé?

Na verdade a Globo não está apenas desafiando a comunidade evangélica, mas a sociedade brasileira em geral, pois independentemente da religião, é a família brasileira que está sendo desrespeitada e ameaçada de forma agressiva e cruel.

O que tem sido apresentado na televisão brasileira de forma escancarada, já foi dito, deixaria até mesmo os habitantes de Sodama e Gomorra escandalizados, pois joga por terra os valores mais importantes que uma sociedade pode cultivar, que são os valores da família.

Com toda esta imoralidade invadindo os nossos lares e atacando diretamente as nossas crianças e a nossa querida juventude, não podemos esperar outras consequências, senão um número crescente de adolescentes grávidas, sem nenhuma estrutura emocional, psicológica, espiritual e social para constituírem famílias. Não podemos esperar nada mais que o aumento de casais separados, crimes absurdos sendo cometidos contra mulheres, jovens envolvidos nas drogas, abortos, estupros, infidelidades conjugais e pais tristes diante da situação em que se encontram seus filhos queridos. Tudo isso acontecendo diante dos nossos olhos e levando à decadência da família.

Independentemente do credo religioso de cada um, não podemos nos calar diante desses fatos. A sociedade brasileira tem que reagir contra esta situação, requerendo do Estado, que é o responsável pelas concessões aos canais de comunicação, uma atitude coibindo esses abusos.

Necessário se faz mostrar a nossa indignação de forma corajosa em prol da família – a célula mater da sociedade, criada por Deus. Não podemos assistir calados a tanta imoralidade contra os valores familiares. Não podemos aceitar de forma pacífica esta campanha contra a família, que nos está sendo imposta por muitos que há muito tempo já tiveram as suas próprias famílias destruídas, por conta dessa falta de temor a Deus, e que agora, querem destruir as demais famílias do Brasil, maquiando o “imoral”, como se “imoral” não fosse.

Levante a sua voz e diga “NÃO” a esta imoralidade, por amor a Deus, à sua família, aos seus filhos, netos e àqueles a quem você ama!

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe. Amém.

Pr.Vitor Hugo Mendes de Sá,

Primeira Igreja Batista do Pará

5 de março de 2013 / carlostrapp

Adequada aplicação de recursos públicos

Muito se fala a respeito da aplicação de recursos públicos, destacando-se desvio de verbas, superfaturamento, enfim, diversos tipos de corrupção ligados ao dinheiro público. É justo que haja essa preocupação, pois é o dinheiro de todos nós contribuintes, que não é pouco, que está nas mãos do poder público para ser bem administrado.

Hoje, quero destacar outro foco que geralmente não é visto, ou seja, a destinação de verbas públicas para grupos, em vez de centrar o foco dos recursos em ações de interesse geral.

Cito como exemplo a aplicação de dinheiro público no Carnaval, na Parada Gay, na Festa de Santo Antônio, na Marcha para Jesus. Já destaquei que isso são grupos com interesses distintos, e entendo que os interessados nessas atividades devem custear esses eventos e não solicitar e usar recursos públicos.

Justifico isso com os seguintes argumentos: Como os recursos públicos são oriundos dos nossos impostos, entendo que eles devem ser aplicados de modo a não gerar nem uma contrariedade, fato que pode acontecer com o Carnaval, quando recursos públicos são aplicados no mesmo, sendo que nem todos apreciam a folia. Outros podem sentir-se constrangidos quando recursos são aplicados na Marcha para Jesus, pois nem todos simpatizam com a atividade. Assim pode acontecer com a Parada Gay e com a Festa de Santo Antônio.

Então, se alguém quer pular Carnaval, deve também ficar com o ônus, assim como as outras atividades citadas, que são de interesse de grupos distintos, não contemplando toda a população.

E já que estamos próximos ao Carnaval, quero enfatizar porque sou contra a aplicação de dinheiro público nesse evento:

1. Geralmente se consome elevada quantidade de bebidas alcoólicas, provocando, além de danos à saúde, brigas, acidentes de trânsito etc;

2. Elevado número de policiais são destacados para cuidar da segurança, ficando, quase sempre, outros lugares sem proteção;

3. A promiscuidade sexual também se multiplica, fomentada pela distribuição de camisinhas pelo poder público, que deveria usar como política de prevenção, a abstinência do solteiro e a fidelidade do casado (camisinha só para o teimoso, que ele tem que comprar), receita infalível contra gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis. Ainda preciso acrescentar que a camisinha não protege a consciência, além de não ser totalmente segura, pois pode se romper.

Como se pode ver há em nossa sociedade diversos grupos que têm variados gostos e práticas. Eu manifestei minha opinião sobre o Carnaval, no qual não gostaria de ver dinheiro público aplicado, mas se uma parcela da população quiser “entrar nessa folia”, que arque com os custos.

Ainda chamo à atenção aos nossos gestores públicos, cujo alvo deve ser a busca da satisfação das pessoas sobre as quais foram constituídos autoridade, que a mesma só será alcançada quando destinarem os recursos públicos em ações de interesse geral, como saúde, educação, segurança, transportes; caso contrário, agradarão uns e aborrecerão outros, fato que não é bom para a população, muito menos para os governantes.

Então, que fique a orientação aos nossos políticos, e também ao nosso povo, para que não corra ao poder público, para buscar recursos para grupos, pois esses devem se autossustentar. Assim alcançaremos a adequada aplicação dos recursos públicos, que deve ser o alvo de todo bom político.

Pr. Carlos Trapp,
Presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – Geap

5 de março de 2013 / carlostrapp

Pronunciamento da CBB sobre o Estatuto da Diversidade Sexual

Considerando que as liberdades de consciência e religiosa são princípios fundamentais garantidos pela Constituição (Art. 5º, IV, VI e VIII), nós, Batistas da Convenção Batista Brasileira (CBB), fundamentados no princípio de liberdade religiosa, somos compelidos por nossa fé cristã a nos pronunciar em defesa das citadas liberdades.

Consideramos ser nosso direito e dever apresentar este pronunciamento à luz da verdade que é baseada na Bíblia, na razão (a qual, cremos ser um dom de Deus) e na natureza da pessoa humana. Ressalte-se que a Bíblia Sagrada é nossa única regra de fé e prática, onde encontramos a verdade revelada de Deus para a conduta humana. Assim, conclamamos cristãos e não-cristãos a que ponderem e reflitam cuidadosa e criticamente nas questões aqui apresentadas.

À luz dos §§ III e V do Art. 226 da Constituição Federal combinado com o Art. 1514 do Código Civil Brasileiro, entendemos que o casamento se restringe à união de um homem e uma mulher por natureza de nascimento.

A exemplo do Projeto de Lei Complementar 122/2006, o Estatuto da Diversidade Sexual, entre outras coisas, tem como objetivo criminalizar a homofobia (Art. 1º), assegurar casamento homoafetivo (Art. 15), proibir tratamento e até mesmo promessa de cura a não-heterossexuais (Art. 53), assegurar oportunidades de trabalho para os beneficentes do Estatuto (Art. 73 § único), adotar políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal visando a conscientizar a sociedade da igual dignidade dos heterossexuais, homossexuais, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, trans-gêneros e intersexuais (Art. 105).

Quanto à homofobia, somos contra qualquer tipo de discriminação, desrespeito, abuso ou violência, seja ela contra quem for. Todavia, nos reservamos o direito constitucional (liberdade religiosa) de discordar da prática homossexual, por entender que é biblicamente pecaminosa e viola o padrão original de Deus para os seres humanos. O Antigo e o Novo Testamento desaprovam severamente práticas homossexuais (Lv 18.22; 20.13; Is 3.9; Rm 1.24-27; 1Co 6.9-10; 1Tm 1.9-10). Consequentemente, não aprovamos tais práticas.

Em relação ao chamado casamento homoafetivo, entendemos que uniões legais amparam arranjos de pessoas do mesmo sexo que decidem estabelecer um relacionamento de união e que necessitem legar herança, visitar companheiros em hospitais etc. Por outro lado, o matrimônio biblicamente instituído por Deus é uma união integral de corpo e mente (Gn 2.18,23-24), baseado em um compromisso de permanência e exclusividade entre o sexo masculino e o sexo feminino, e selado pelo ato sexual. A Bíblia Sagrada apresenta a criação dos seres humanos em dois sexos: “…homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Tal criação visava ao casamento, expresso em companheirismo, união sexual e procriação (Gn 2.23-25). Jesus Cristo reiterou esta norma ao afirmar “que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Mt 19.4-5). Esta união tem valor intrínseco, independente de procriação. Todavia, se houver filhos, a união se aprofunda e enriquece.

Entendemos que o casamento, nos parâmetros bíblicos, salvaguarda os interesses das crianças.

Adicionalmente, cremos que é direito de toda criança ter pai e mãe. Portanto, o Estado deve reconhecer e apoiar o matrimônio. Não concordamos com a criação de um novo modelo de casamento contrariando a Bíblia, a própria Constituição (Art. 226) e o Código Civil (Art. 1521). Por sinal, quebrada a normatividade do casamento heterossexual, os mais diferentes modelos poderiam ser propostos, tais como: casamento aberto, casamento incestuoso, casamento temporário, casamento poligínico, casamento poliândrico etc. Ministros religiosos não podem ser forçados a realizar e reconhecer uniões homoafetivas e devem ser respeitados em seus direitos humanos.

No que se refere a proibir tratamento e até mesmo promessa de “cura” a não heterossexuais, tem-se presentemente ampla evidência de pessoas que foram homossexuais praticantes, e através de tratamento foram restauradas. Portanto, tal proibição é um contrassenso. A Bíblia registra a restauração em Coríntios 6.9-11, “…Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, …herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” Consequente-mente, defendemos que ministros religiosos e profissionais liberais devem ter assegurado o direito de ministrar tratamento a homossexuais que assim o desejem. No que diz respeito a assegurar oportunidades de trabalho para não-heterossexuais, entendemos que forçar empresas ou instituições a empregarem pessoas cujo comportamento ou crenças são contrários à visão das citadas organizações constitui violação constitucional.

Quanto a adotar políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal visando a conscientizar a sociedade da igual dignidade dos heterossexuais, homossexuais, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, transgêneros e inter-sexuais; vale ressaltar que o termo “dignidade” pode fazer referência a, pelo menos, duas coisas: (1) à dignidade intrínseca, fundamento dos direitos humanos, absoluta e que todo ser humano possui simplesmente por ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.27); ou (2) à dignidade moral, que não é absoluta, mas gradual, relativa ao comportamento moral de uma pessoa; ou seja, quanto mais os atos de um indivíduo estiverem de acordo com o que é correto, maior a dignidade moral dessa pessoa. De acordo com este último conceito, consideramos que todas as práticas sexuais que se desviem do padrão bíblico são moralmente deficientes. Promover políticas públicas que deixem subentendido que todas as práticas sexuais são igualmente corretas e desejáveis, representa absoluta contradição ao ensino bíblico relativo ao matrimônio, base da família, célula mater do Estado. Somos contrários, portanto, a tais ações e rejeitamos veementemente o art. 105, pois está sutilmente fazendo alusão a esse último conceito de “dignidade”.

Finalmente, rejeitamos qualquer instrumento de coerção que nos force a concordar com práticas inconstitucionais e antibíblicas. Por sinal, vale enfatizar que esse Estatuto é inconstitucional, ilegal, heterofóbico e cristo-fóbico. Sabemos que quando os poderes terreno e divino colidem, nossa obrigação é “obedecer a Deus, e não a seres humanos” (At 5.29). Portanto, nenhum poder na terra – seja cultural ou político – nos forçará ao silêncio ou à acomodação.

Comissão de Altos Estudos da CBB, Pr. Dr. David Bowman Riker, relator.
Aracajú (SE), 29 de janeiro de 2013

Nota: Foram sugeridas pequenas mudanças no texto que estão sendo aguardadas (Carlos Trapp)

5 de março de 2013 / carlostrapp

A escolha deliberada de lares sem filhos: a rebelião moral com uma nova face

De acordo com o jornal The Atlanta Journal-Constitution, Joe e Deb Schum de Atlanta não estão preocupados em preparar seu lar para a chegada de um bebê. A realidade é que o casal nem mesmo tem intenção alguma de ter filhos e eles sentem orgulho de seu casamento sem filhos. Conforme a matéria do jornal, “o casal Schum é parte de um número crescente de casais nos EUA para os quais filhos não são um fator importante no casamento”.

O jornal também apontou para o fato de que a taxa de natalidade americana caiu em 2004 para um histórico nível baixo de 66.9 nascimentos por 1.000 mulheres de idades entre 15 e 44. Isso representa um declínio de 43% desde 1960. Muitos casais sem filhos”, de acordo com a notícia, “sentem prazer em sua decisão, apesar de incomodados com mães e amigos chocados. Outros lutam com a escolha antes de decidir ter um lar sem nenhum filho”.

Os Schums simplesmente não querem filhos atrapalhando seu estilo de vida. Eles adoram viajar pelas montanhas da Georgia em suas motos combinadas Harley-Davidson. Eles adoram sua cozinha refinada, toda equipada com utensílios da moda. Deb Schum explica: “Se tivéssemos filhos, precisaríamos de uma mesa onde as crianças poderiam fazer o dever de casa”. Claramente, filhos não são parte do plano de decoração interior deles.

Esse padrão de lares sem filhos vem atraindo a atenção dos meios de comunicação. O site esquerdista www. salon.com realmente publicou uma série de artigos intitulados: “Ter ou Não Ter Filhos”. Essa série apresentou casais e indivíduos que decidiram que filhos não são parte de seu estilo de vida selecionado.

Certa mulher escreveu que a maternidade não é exatamente parte do plano dela, independente das expectações culturais ao contrário. O papel de mãe simplesmente não se encaixa em sua auto-imagem ou sua programação. “Participo de competições de corrida, natação e bicicleta. Meu marido pratica artes marciais. Nós dois temos carreiras que nos satisfazem. Viajamos pelo mundo… Adoramos nossa família e amigos. Temos um relacionamento íntimo e divertido”.

Alguns que escolheram ficar sem filhos chegaram até a formar organizações a fim de se unirem. O grupo “Nenhum Filho” foi formado em Atlanta em 2001 como um desabafo social para os casais que escolhem não ter nenhum filho. Traci Swartz, 30 anos e terapeuta ocupacional, se juntou ao Nenhum Filho com seu marido Jeremy, um analista de computação de 32 anos. “Quando não temos filhos, não ficamos envolvidos em nenhuma atividade como muitas outras pessoas, tais como futebol e balé”, disse Traci.

Ela explicou que os membros de Nenhum Filho têm mais probabilidade de conversar sobre bichinhos de estimação, viagens ou outros interesses comuns. Crianças raramente aparecem como assunto de uma conversa. “As pessoas pensam que nos sentamos por aí e conversamos sobre como odiamos crianças, mas quase nunca mencionamos crianças”, Traci explicou. Não é de admirar.

Outra mulher no grupo de Atlanta explicou: “A gente investe aqueles sentimentos maternais em outras áreas. Para nós, nossos cães recebem todo esse amor”. Esse modo de ver as coisas é doente, mas mais e mais comum.

Os cristãos precisam reconhecer que essa rebelião contra a paternidade representa nada menos do que uma revolta absoluta contra o plano de Deus. A Bíblia mostra que um casamento sem filhos é grande maldição e que filhos são um presente divino. O salmista declarou: “Os filhos são herança do SENHOR, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal” (Sl 127:3-5 NVI).

Moralmente falando, a epidemia de lares sem filhos não tem nada a ver com os casais legalmente casados que desejam ter filhos, mas por algum motivo não têm a capacidade física de tê-los. A questão envolve os casais que têm plena capacidade de ter filhos, mas os rejeitam como intrusão em seu estilo de vida.

O lema desse novo movimento de homens e mulheres que escolhem deliberadamente lares sem filhos poderia ser resumido num adesivo criado na década de 1970 por Zero Population Growth, uma organização dedicada ao controle populacional. O adesivo dizia: “Faça sexo, não faça bebês”. Esse modo de ver as coisas é precisamente o que as Escrituras Sagradas rejeitam. Casamento, sexo e filhos vêm incluídos juntos. Negar qualquer parte dessa inclusão total é rejeitar a intenção de Deus na criação – e Seu mandamento revelado na Bíblia.

A revolução sexual teve muitas manifestações, mas podemos agora ver que os americanos modernos estão determinados não só a livrar o sexo do casamento [e até mesmo das diferenças sexuais], mas também da procriação.

As Escrituras Sagradas nem mesmo imaginam casais que escolhem não ter filhos. A realidade chocante é que alguns cristãos estão engolindo esse estilo de vida e afirmam que um casamento sem filhos é uma opção legítima. O surgimento dos modernos anticoncepcionais tornou tecnologicamente possível tal opção. Mas o fato permanece que embora a revolução dos anticoncepcionais tenha possibilitado o casamento sem filhos, esse tipo de casamento é uma forma de rebelião contra o plano e ordem de Deus.

A Bíblia não dá aos casais a opção de escolher ter um lar sem filhos. Pelo contrário, os mandamentos de Deus nos instruem a receber filhos alegremente como presentes de Deus, e criá-los na instrução e conselho do Senhor. Descobriremos muitas das nossas alegrias e satisfações mais profundas criando filhos dentro do contexto da família. Os que rejeitam filhos querem ter as alegrias do sexo e do companheirismo conjugal sem as responsabilidades da paternidade. Eles se apóiam em outros para produzir e sustentar as gerações futuras.

Não será o repensamento secular que corrigirá essa epidemia de deliberados lares sem filhos. Numa campanha para separar o prazer do sexo do poder da procriação, os americanos modernos pensam que é seu direito o sexo totalmente livre de restrições e concepções. Filhos, é claro, representam uma restrição séria na vida dos pais. A paternidade não é um hobby, mas representa uma das oportunidades mais cruciais para a criação de homens e mulheres de Deus nesta vida.

A sociedade está claramente engolindo esse conceito. As reivindicações legais para que haja complexos de apartamentos e outras moradias semelhantes resumem-se à reivindicação de que os adultos precisam viver num ambiente sem crianças. Outros afirmam que as crianças já recebem atenção pública e investimentos de impostos demais, e que isso é uma imposição injusta sobre os que escolhem não procriar. É claro, o próprio uso dessa terminologia trai a rebelião nesse argumento. Os animais dão cria. Os seres humanos procriam e criam filhos para a glória de Deus.

Sem dúvida, filhos provocam imposições em nossos confortos de criaturas, acordando-nos no meio da noite com necessidades exigentes e interrupções inconvenientes. Os pais aprendem sem demora que filhos não são somente o querubim sorridente dormindo no berço, mas também a criancinha de face suja, o adolescente teimoso e o jovem tempestuoso.

As igrejas deveriam insistir em que o padrão da Bíblia para a vida dos adultos significa casamento e casamento significa filhos. Tal padrão nos faz lembrar de nossa responsabilidade de criar meninos para serem maridos e pais e meninas para serem esposas e mães. Vê-se a glória de Deus nessa responsabilidade, pois a família é a esfera decisiva em que a glória de Deus é revelada ou negada. É tão simples assim.

As igrejas precisam ajudar a sociedade a readquirir o respeito pelas crianças como presentes de Deus. Deve-se chamar de rebelião moral a escolha deliberada de uma sexualidade estéril e um casamento sem filhos. Exigir que o casamento signifique sexo – mas sem filhos – é defraudar o Criador de Sua alegria e prazer em ver os santos criando Seus filhos.

Albert Mohler

Traduzido e adaptado do artigo original Deliberate Childlessness: Moral Rebellion With a New Face.
Albert Mohler Jr. é presidente do Seminário Teológico Batista do Sul em Louisville, Kentucky.

Nota: Este artigo trata de situações nos EUA, mas que se aplica também em nosso País, à nossa realidade.

5 de fevereiro de 2013 / carlostrapp

Os suíços têm a ideia certa sobre armas de fogo

A Suíça é o país mais seguro do mundo para se viver. Não porque é um país neutro ou qualquer coisa desse tipo.

Creio que é devido ao fato de que cada cidadão do sexo masculino é obrigado a manter uma arma de fogo em casa.
Quando um cidadão suíço do sexo masculino completa 20 anos, ele recebe um rifle totalmente automático.

Todo cidadão do sexo masculino é convocado para defender sua pátria se seu país o chamar.

Os suíços e as armas de fogo andam de mãos dadas como vão junto o arroz e o feijão no Brasil. O tiro ao alvo de estilo olímpico é o esporte nacional da Suíça e não é nada incomum ver um cidadão normal num trem, ônibus ou apenas caminhando pela rua com um rifle no ombro.

A política da Suíça de exigir que todos os lares tenham uma arma de fogo é uma das principais razões por que os nazistas não invadiram a Suíça na 2 Guerra Mundial.

Tivessem os nazistas invadido, teria havido muito mais sangue alemão escorrendo pelas ruas do que sangue suíço.

A Suíça é o lugar mais duro do mundo para ser criminoso porque se você planejar arrombar a casa de alguém, você tem a certeza de que o dono da casa tem uma arma de fogo e foi treinado para usá-la.

Se você acha que os americanos são obcecados com a manutenção da Segunda Emenda [que protege o direito de eles terem e usarem armas para defesa], você ainda não viu nada até que visite a Suíça.

A Segunda Emenda da Constituição dos EUA foi inspirada nas políticas da Suíça.

Se os suíços não tivessem as mesmas políticas do século XVII, é bem possível que a Segunda Emenda não existiria nos Estados Unidos da América, hoje.

A maioria dos meninos dos Estados Unidos joga em pequenos times de beisebol ou futebol.

Mas a maioria dos meninos da Suíça participa de competições locais de tiro ao alvo e se filia a clubes de tiro ao alvo quando completam 10 anos.

O passatempo nacional dos EUA é o beisebol. O passatempo da Suíça é tiro ao alvo de precisão.

Na Suíça, há menos de um homicídio por cada 100.000 cidadãos por ano, e em 99 por cento dos casos, não há envolvimento de uma arma de fogo.

Há apenas 26 tentativas de roubo por ano para cada 100.000 cidadãos.

A maioria desses roubos é cometida por estrangeiros e não envolve armas de fogo.
Os crimes violentos praticamente não existem, mas todo lar tem uma arma de fogo. Surpreso?

Está escrito na lei suíça: “O elevado número de armas de fogo per capita não leva a um índice elevado de crime violento”. Isso está solidamente confirmado na Suíça.

A Suíça é um dos países mais pacíficos do mundo. O resto do mundo precisa pegar essa dica.

Rich Wehr
Traduzido por Julio Severo
Fonte: CourierPress

Nota: Toda vez que acontece um massacre, volta a discussão referente ao uso de armas por parte da população.

Com esse texto que publicamos, não dá para abordar todas as questões, por isso remetemos o leitor para o blog do Julio Severo, neste endereço: http://www.juliosevero.com

Solicitamos ao leitor que pesquise um pouco nesse blog, pois diversos artigos foram escritos sobre o assunto, para, assim, ter boas e abrangentes informações (Carlos Trapp).

3 de fevereiro de 2013 / carlostrapp

Eu não votei no Bernal

Caro leitor, até minha esposa exclamou: “Nossa, que título!” Bem, eu não quero colocar algo bombástico, mas abordar um assunto que julgo de grande importância que envolve a nossa liberdade; também maturidade e identidade.

Você, assim como eu, que se encaixa no título acima, deve se sentir bem à vontade após a eleição e não temer nem uma retaliação, ou coisa semelhante, pois espero que os políticos já tenham alcançado um grau tão elevado de maturidade, que podemos expor nosso voto e nossas convicções, com a mais absoluta liberdade.

Falo isso, após às eleições, mas me refiro também à questão durante as eleições, pois tenho notado que há pessoas que são tímidas, retraídas, que não querem se comprometer, não querem levantar a bandeira de determinado candidato, enfim, preferem “ficar na moita”.

Digo isso, pois apoiei o Dr. Ovando para vereador, e vários me disseram que votariam no candidato, mas não colocariam um adesivo no carro, não distribuíriam material de propaganda, enfim, apenas votariam, não fazendo nada além pelo candidato. O pior disso, é que diversos disseram que assim procederiam porque tinham amigos, clientes etc, que “tinham outros candidatos” e não gostariam de causar algum melindre.

Por isso, volto a repetir que não votei no Bernal, para justamente mostrar que podemos e devemos ter essa liberdade, confiando na maturidade do próprio candidato vencedor, e da instrução que desejo passar para os leitores, que vai além da política.

Lembrem que estou falando de liberdade, maturidade e identidade. Há os que não assumem o que são, por motivos escusos. Talvez, até por preguiça de defender o que são, pois além de assumir o que somos, devemos saber defender o que cremos e esposamos.

Ainda acrescento que construir uma identidade também envolve a busca de conhecimento, para, baseado nisso, firmar nossas convicções.

Assim confesso que sou crente batista, em termos de fé cristã; quanto à política, sou de direita; sou a favor da pena capital e do uso de armas pela população civil, para se defender; sou contra o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo; sou a favor da disciplina física dos pais nos filhos, quando necessário (Pv 13.24); sou contra a ordenação de mulheres ao pastorado (1Tm 3.2; Tt 1.5,6); entendo que os cristãos se preocupam demais com a igreja e de menos com o poder público, com o governo; creio que os pais deveriam ter o direito de educar seus filhos em casa, sem ter a obrigação de enviá-los para a escola pública (Home Schooling).

Você pode perguntar o que isso tem a ver com o fato de não ter votado no Bernal. Muito, pois envolve a minha liberdade e a minha identidade, além de ter que haver maturidade.

Então, nós sempre devemos ter o trabalho de construir nossa identidade; confessar e assumir o que somos; além de construir uma sociedade em que haja o devido respeito, e trato com o contraditório.

Outra questão que desejo abordar aqui é que muitos pensam que determinados assuntos não se discutem, como religião e política. Eu já discordo disso, pois, como disse acima, devemos saber lidar com o contraditório; além disso, devemos nos “instruir e aconselhar mutuamente” (Cl 3.16b). Isso implica em maturidade.

Mas ainda sobre o meu voto, digo que sempre, nos meus 30 e poucos anos de eleitor, tive a consciência de que deveria apoiar o vencedor, mesmo que não fosse o meu candidato, pois, após as eleições, todos devemos nos unir em torno do bem-estar do Município, Estado ou Nação.

Portanto, mesmo não tendo votado no prefeito eleito, Alcides Bernal, estou aqui para apoiá-lo, de forma independente, orar por ele e pela sua equipe, para que façam um excelente governo.

Assim, caro leitor, estimulo você a construir sua identidade, e a sugestão é que o faça baseado nos valores exarados nas Escrituras Sagradas; expressá-la e vivê-la com toda a liberdade, ajudando, assim, a construir uma sociedade madura, onde as pessoas podem viver sem receio, sempre buscando o bem comum, mesmo havendo divergências.

E o Bernal? Estou com ele pelo bem de Campo Grande. E você?

Pr. Carlos Trapp, presidente do Grupo Evangélico de Ação Política – Geap

2 de fevereiro de 2013 / carlostrapp

As mulheres e o futuro da humanidade

A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem paralelo em sua história. As mulheres européias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.

Mulher européia: planos e interesses empresariais

O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.

Com tal participação ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.

Mulher muçulmana: ela está decidindo o futuro da Europa

Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”

Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com suas funções naturais.

A “religião” da mulher européia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.

Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas falam abertamente para as outras: “Fiquem em casa e gerem bebês! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização européia.

Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da Europa.

As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização européia.

Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é… Maomé.

Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”

Como explicar o fato de que enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.

Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.

Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.

Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle populacional e engenharia social.

Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”

É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e seus valores.

A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias: lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.

Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.

Desconhecendo o que está por trás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.

Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.

Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens

Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo — e igualmente abandonando suas funções naturais — está aumentando assustadoramente.

Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planejam usá-los.

Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.

Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais geram bebês.

Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois que as mulheres abandonam as delas.

“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)

Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos

No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?

E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.

Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.

Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:

“Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou”. (Marcos 9:37)

A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê.

Mulher européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar

Enquanto as européias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.

A Bíblia diz que a mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “edificando” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão seu tempo edificando o que?

A Bíblia também diz que a mulher tola destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.

Fonte: http://www.juliosevero.com