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19 de julho de 2021 / carlostrapp

A censura nas redes sociais beira ao absurdo

A minha intenção era escrever sobre datas importantes, abordando o Dia dos Namorados, o Aniversário de 73 anos de existência da Sociedade Bíblica do Brasil e o Dia do Pastor. Mas no dia 18 de junho, recebi um e-mail da Gazeta do Povo abordando a questão da censura, e resolvi usar esse texto por causa da importância do assunto, principalmente, nas redes sociais.
Eu mesmo já fui vítima disso no Facebook, me prejudicando, inclusive nas eleições do ano passado, pois minhas postagens “não andavam”. Isso aconteceu depois de uma postagem que fiz. O Facebook até me avisou que o que eu estava postando, estava fugindo da política deles. Eu até voltei a ler o artigo e não achei nada de errado, publicando, assim o texto. Desde então começaram a travar as minhas postagens, fato que continua até hoje.
Você mesmo pode verificar isso no meu Facebook, acessando-o nesse endereço: facebook.com/carlostrapp
Veja o artigo que publiquei no dia 15 de junho, sob o título “BR-163: O Brasil na estrada do progresso” que teve apenas quatro curtidas e comentários, sendo que antes do fato citado não era assim.
Preciso destacar que postagens que defendem o governo ou a Direita, tem essas reservas. Podem ver que uma postagem a respeito do nosso aniversário de casamento, teve mais de 100 curtidas e 28 comentários. Então, certas postagens tem livre cursos, outros, são censurados quase que totalmente.
Ainda acrescento que zelo é diferente de censura, pois no jornal, às vezes, uso isso lembrando aos colaboradores do jornal que evitamos certas coisas no jornal, pois já fomos procurados para colocar no jornal atividades de igrejas e para esses temos dito que o jornal circula, principalmente, nas igrejas e que isso poderia parecer “pesca no aquário alheio”, no que as pessoas prontamente nos entendem.
Vamos, portanto, ao texto da Gazeta do Povo:
“A censura e os ataques à liberdade de expressão cresceram de forma tão absurda nesses infindáveis meses de pandemia que é difícil acompanhar. Num piscar de olhos, ficamos sabendo de mais e mais pessoas impedidas de publicar, curtir, comentar e compartilhar conteúdos nas redes sociais porque tiveram o perfil bloqueado. Isso quando publicações não são apagadas sem aviso prévio, como mostra a colunista da Gazeta do Povo, Cristina Graeml.
A justificativa sempre é a de que houve infrações às regras da plataforma, sem qualquer detalhamento de quais foram, afinal, as regras desrespeitadas. O colunista da Gazeta do Povo, Rodrigo Constantino, por exemplo, reclamou recentemente de ter sofrido censura e ter sido punido com alguns dias de proibição de uso do Twitter por supostamente ter divulgado imagens de nudez no meio de uma live de análise política, coisa que obviamente não fez.
Há poucos meses a empresária Renata Barreto teve duas publicações apagadas do Instagram sob acusação de que eram notícias falsas. Não eram. Ela tinha compartilhado matérias da Gazeta do Povo e da CNN sobre as “gotas milagrosas” anunciadas pelo ditador venezuelano Nicolás Maduro como cura da Covid. O ditador realmente anunciou isso, tanto que a Gazeta e a CNN noticiaram e não tiveram publicações apagadas.
E assim por diante. No fim de maio e começo de junho, a perseguição veio forte sobre canais do YouTube que deram espaço aos médicos que defendem o tratamento precoce de pacientes de Covid. Produtores de conteúdo com centenas de milhares (até milhões) de seguidores foram obrigados a deletar vídeos sob ameaça de perderem o canal, o acervo de vídeos e a comunicação com todos os inscritos.
A censura a publicações, vídeos, perfis e canais tem, por si só, potencial de causar um estrago e tanto na vida de uma pessoa. Mas há outro aspecto também cruel: o fato de que estamos presos em casa e dependentes da tecnologia. Censurados, ficamos ainda mais isolados do mundo, mais reféns da mentira. E a mentira escraviza.
A Gazeta do Povo é um dos poucos meios de comunicação com coragem, força e audiência para denunciar esses abusos. Você vê algum outro veículo de porte abordando esses assuntos? Quem poderá alertar dos perigos se jornais, como a Gazeta do Povo, perderem a força ou deixarem de existir?
Para seguir em frente, precisamos da sua assinatura. Você faz a diferença, não só para a Gazeta, mas para toda a sociedade que se beneficiará do impacto diário das informações dadas em nossas matérias.”
Pr. Carlos Trapp

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