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8 de maio de 2019 / carlostrapp

As redes sociais

Quero, inicialmente, falar um pouco sobre minha trajetória até o advento das redes sociais:
Nasci no RS, numa região onde praticamente todos falavam Alemão.

Rádio adquirimos somente quando eu tinha uns nove anos de idade. Era um enorme rádio à pilha, mas que dava para ouvir emissoras do exterior, através das ondas curtas.

Televisor não tínhamos, pois nem havia energia elétrica naquela região no interior, até nossa mudança para o município de Santa Helena, no Paraná, em 1970, onde fomos morar no meio do mato, para onde levamos nosso rádio à pilha, pois também não havia energia elétrica.

Em 1977, fomos morar do interior para o distrito de São Clemente, onde, pela primeira vez, conseguimos instalar energia elétrica em nossa casa, mas a TV e o telefone demo-raram um pouco para chegar. Primeiro, foi o telefone, para poder me comunicar com minha mãe, pois já estava estudando no Seminário Batista em Dourados, MS (1987-1990); depois, comprei uma TV para ela quando já estava morando em Campo Grande, isso por volta de 1992.

Foi em 1994, que comprei uma TV para mim, e que foi instalada no quarto do internato do Seminário Batista do Oeste do Brasil, onde morava.

Nesse período de internato, também comprei um telefone fixo, mas que não consegui usar, por questão de logística (também era mais para um investimento).

Em 1997, fui morar no apartamento que comprei através da Cooperativa Ha-bitacional Evangélica, aqui em Campo Grande, e transferi meu telefone para o apartamento.

Meu primeiro celular comprei em 2000. Era analógico e um “baita tijolo”, como hoje dizem, mas moderno à época.
Como morava sozinho, aplicava bastante dinheiro com os dois aparelhos telefônicos para me comunicar.

Logo surgiram celulares mais sofisticados com internet, whatsapp, email, facebook, instagram, telegram etc.

Mas eu também comprei um computador que, à época, não tinha internet, mas logo comprei um e instalei internet que ainda era discada, para, logo em seguida, colocar banda larga.

Devido ao fato de fazer um jornal (esse que você está lendo), uso bastante os meios de comunicação.

Mas também uso bastante o whatsapp, por exemplo, para fazer parte de grupos, me comunicar através de listas de transmissão, ter facebook, email, e assim por diante.

E sobre esses meios, chamados de redes sociais, quero fazer algumas considerações, dizendo, primeiro, que meu celular até já está travando por causa das mensagens que recebo e envio.

Dou graças a Deus por esses meios pelos quais a gente consegue se comunicar com grande velocidade e baixo custo.

Agora, tenho observado que alguns saem de grupos dizendo que “não há nada edificante nos mesmos”. Ora, fico com a impressão que a pessoa somente quer receber, pois os grupos são para a gente contribuir, não apenas para receber.

Então, que a gente possa ter em mente o que Jesus diz a respeito dos seus seguidores: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7.38).

Então, o que Jesus está dizendo? Que os cristãos têm algo a dar, a contribuir. Então, vamos participar de grupos, usar as redes sociais para compartilhar coisas boas, transmitir aos outros o que é conveniente.

Para que isso aconteça devemos adotar alguns critérios, ou seja, cuidar para não repassar algo que não seja verdadeiro, evitar passar adiante material e solicitar que o receptor o envie de volta, imagens que transmitem violência, entre tantas outras coisas a evitar, pois há muitas coisas boas para postar.

Agora, também é necessário ter alguns cuidados com a saúde, cuidando do tempo no qual ficamos diante do computador, do tablet, do celular; se estamos no posição correta, pois se inclinamos a cabeça ao usar o celular podemos ficar com dores na região da nuca. Também devemos cuidar se estamos piscando o suficiente ao usar os aparelhos móveis, pois quando piscamos lubrificamos os olhos (o fato de eles arderem é por falta de lubrificação).
Que Deus nos ajude a usar de forma altruísta essas redes que nós temos para nos comunicar.

Que Ele nos dê sabedoria para abençoar o nosso semelhante com textos, áudios, vídeos e imagens edificantes!

Pr. Carlos Trapp

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