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6 de janeiro de 2017 / carlostrapp

Dando sugestões à administração pública

Vivemos dias de turbulência na política. Inclusive, essas dificuldades têm afastado muita gente das eleições, demonstrado pela grande número de abstenções, de votos em branco e nulos, o que não é a solução para os nossos problemas, pois o ideal é participar, decidir, escolher, visando melhorar a situação.
Também temos ouvido muitas críticas em relação aos governantes.
Mas antes de criticar entendo que devemos participar, nos ver como responsáveis pela administração.
Pensando nisso, um grupo de líderes cristãos (ver artigo , elaborou um documento e o entregou ao prefeito eleito, Marcos Trad, mais conhecido como Marquinhos Trad, visando dar algumas sugestões quanto à aplicação de recursos públicos, fato que é um anseio de grande parte da população da Capital.
E para que você leitor tome conhecimento do teor do documento, o publicamos aqui, conforme segue:
Muito se fala a respeito da aplicação de recursos públicos, destacando-se desvio de verbas, superfaturamento, enfim, diversos tipos de corrupção ligados ao dinheiro público. É justo que haja essa preocupação, pois é o dinheiro de todos nós contribuintes, que não é pouco, que está nas mãos do poder público para ser bem administrado.
Outro foco que geralmente não visto é a destinação de verbas públicas para grupos, em vez de centrar o foco dos recursos em ações de interesse geral. Temos como exemplo a aplicação de dinheiro público no Carnaval, na Parada Gay, na Festa de Santo Antônio, na Marcha para Jesus.
Agora, se alguém, por exemplo, quer pular Carnaval, deve também ficar com o ônus, assim como as outras atividades citadas, que são de interesse de grupos distintos, não contemplando toda a população.
E para exemplificar um pouco mais um dos pontos, ou seja, o Carnaval, podemos destacar vários motivos porque devemos ser contra a aplicação de dinheiro público nesse evento:
1. Geralmente se consome elevada quantidade de bebidas alcoólicas, provocando, além de danos à saúde, brigas, acidentes de trânsito etc;
2. Elevado número de policiais são destacados para cuidar da segurança, ficando, quase sempre, outros lugares sem proteção;
3. A promiscuidade sexual também se multiplica.
Ainda é necessário dizer que o alvo do gestor público deve ser a busca da satisfação das pessoas, que a mesma só será alcançada quando destinar os recursos públicos em ações de interesse geral, como saúde, educação, segurança, transportes; caso contrário, agradarão uns e aborrecerão outros, fato que não é bom para a população, nem para os governantes.
Quanto à argumentação que existem recursos para serem aplicados à cultura, podemos argumentar que há muitas áreas onde esses recursos podem ser aplicados, como o fomento ao teatro, à produção de livros, dança, filmes, orquestra sinfônica, aulas de música, e assim por diante.
Isso posto, deixamos a solicitação ao nosso prefeito eleito, e também ao nosso povo, para que não corra ao poder público, para buscar recursos para grupos, pois esses devem se autossustentar. Assim alcançaremos a adequada aplicação dos recursos públicos, que deve ser o alvo de todos.
Também assumimos o compromisso de interceder constantemente, pelo prefeito eleito, Marcos Marcello Trad e sua equipe, e ajudar onde for necessário para uma boa gestão.
Lembramos que o documento é uma iniciativa da Comissão de Fé, Cidadania e Ação Política, da Ordem dos Pastores Batistas da Associação Centro, Campo Grande, MS.
Campo Grande, 08 de dezembro de 2016
Pr. Dinart José de Souza, presidente da Comissão.
Nota: No documento seguem cerca de 30 assinaturas de líderes que derem seu aval ao documento.
Além disso, entregamos um outro documento que aborda diversos assuntos em outro momento.
Resta-nos conclamar a população para que ore pela atual administração para que faça uma boa administração.
Pr. Carlos Trapp

2 Comentários

Deixe um comentário
  1. Paulo Augusto de Almeida / jan 6 2017 22:58

    Orientação válida, pois tem como objetivo a preservação da vida. Também contribui para harmonia nos relacionamentos e expressa a voz do povo evangélico de forma oficial.

  2. Paulo Augusto de Almeida / jan 6 2017 23:00

    É de grande valia a opinião, deixamos de ser apenas expectadores para sermos participantes da vida pública

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