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7 de março de 2015 / carlostrapp

De volta ao lar

O título acima é de um livro escrito pela ex-feminista, Mary Pride, citando que ela, agora, “convertida a Cristo, descobre em Tito 2.3-5, o lugar e o importante trabalho da mulher cristã em sua família”.

Julio Severo, que é o tradutor do livro, ainda destaca: “Ex-feminista americana conta como a mulher cristã de hoje pode ser livre do feminismo e experimentar a plena feminilidade bíblica”.

Em janeiro de 2014, gravei um vídeo, destacando a importância da presença da mãe no lar no combate à violência (Se quiser vê-lo é só acessar o YouTube e digitar Carlos Trapp e procurar pelo título “A importância do lar no combate à violência”).

Agora, para alegria minha, um amigo (Pr. João Alves de Souza), postou no Facebook, um link de um artigo publicado no Campo Grande News, de autoria do advogado Gregorio Vivanco Lopes, sob o título “Mulheres preferem o lar a uma profissão”, que reproduzo integralmente aqui:

Chegam-nos notícias de que uma tendência conservadora vai se afirmando entre as mulheres.

Há um surpreendente movimento de mulheres que, após serem bem sucedidas numa profissão, resolvem abandoná-la para se tornarem donas-de-casa, desagradando assim profundamente as chamadas feministas, pelo fato de representantes do belo sexo escaparem à sua ditadura.

Não ignoro, é claro, que possa haver mulheres que se dediquem por razões legítimas a uma profissão. Não estou aqui analisando casos individuais. O presente enfoque é a nova tendência que vai se afirmando no sexo feminino, e que tem relação com a presente “onda conservadora”. Dessa realidade nos dá elementos para análise a reportagem assinada pelo jornalista Guilherme Sillva na Gazeta de Vitória (ES), em 9 de novembro último. Dela extraio os dados abaixo, sem fazer comentários.

“Elas são estudadas e foram criadas para ser bem-sucedidas em suas profissões. Ocuparam cargos renomados nas empresas e mostraram que são competentes. Mas perceberam que a verdadeira felicidade estava em cuidar da casa e dos filhos.

“A engenheira Paola Cristina Cola, de 40 anos, foi educada para ser uma típica mulher do século XXI. Estudou inglês, cursou engenharia, casou e fez mestrado. Como profissional, construiu uma carreira sólida, chegando ao cargo de gerente sênior de uma empresa de satélites com sede no Rio de Janeiro. Há nove anos, no entanto, parou tudo para ser… dona de casa. Descobriu que sua felicidade estava em cuidar dos filhos.

“Paola faz parte de uma corrente de mulheres estudadas que foram criadas para ser bem-sucedidas em suas profissões. Mas abriram mão da carreira de sucesso para cuidar da casa e dos filhos. ‘Ouvi de tudo’ diz ela. Desde ‘Você não vai se adaptar’ ao ‘Louca, estudou tanto e agora vai emburrecer’.

“Paola não está só. Mais da metade das brasileiras (55%) que têm filhos e trabalham fora gostariam de largar o emprego e passar todo o tempo com as crianças, segundo a pesquisa Mães Contemporâneas/2013, do Ibope.

“Para Angelita Scardua, psicóloga especializada em felicidade e desenvolvimento adulto, existe, sim, em algumas camadas da sociedade, um movimento de mulheres que decidiu retomar uma vida doméstica. ‘Quando as feministas queimaram sutiãs, em nome da libertação, era outro cenário. […] O preço a se pagar é caro’.

“‘Algumas se perguntaram se realmente vale a pena abrir mão de presenciar o crescimento do filho em nome da competição no mundo exterior. E algumas, principalmente na faixa dos 35 e 40 anos, perceberam que não vale. Com isso, surge o movimento das mulheres que preferem fazer atividades em casa’, explica Angelita.

“Foi o que aconteceu com a nutricionista Luan Silva Teixeira Carvalho de Fonseca, 35 anos. Depois de dez anos de carreira, a coordenadora de Nutrição de um grande hospital, e chefe de 50 funcionários, deixou o emprego para cuidar do filho. Algumas pessoas também foram contra a decisão de Luan, inclusive gente da família.

“Para a psicóloga e escritora Cecilia Russo Troiano, autora do livro Vida de equilibrista – Dores e delícias da mãe que trabalha (Cultrix), ‘as demandas do lado do trabalho estão comprometendo aquilo que elas consideram razoável, seja pelo número alto de horas, muitas viagens ou pressão […] e voltam para casa com a certeza de que a compatibilidade carreira/família não é possível’, ressalta”.

Ficam aqui esses dados para a reflexão dos leitores.

Acrescento que já conversei com diversas mulheres que tem filhos pequenos e trabalham fora, dizendo que se sentem divididas, ou seja, estão no trabalho, mas com o pensamento voltado para o filho, entregue a terceiros.

Pensemos: O que as mulheres desejam ao trabalharem fora? Certamente, querem ganhar dinheiro. Mas como fica a qualidade de vida, o lar, os filhos, o esposo? Já ouvi um especialista em família dizer que “é preferível ganhar um pouco menos, porém com mais saúde e com ajuste familiar”. Sei que existem exceções, mas estas não devem ser vistas como regras. Ainda temos que lembrar que o principal provedor do lar é o homem, o marido. Também deve servir de alerta, a masculinazação da mulher, que deseja praticar muitas atividades semelhantes ao homem, prejudicando, com isso, saúde e relacionamentos.

Reflitamos sobre isso, e deixemos, com o devido estímulo, as mulheres voltarem ao lar!

Pr. Carlos Trapp

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