Pular para o conteúdo
13 de novembro de 2024 / Ailton Jose

Jornal – Edição Novembro/2024

Confira na íntegra a edição de Novembro, do Jornal Cidadão Evangélico: Clique Aqui !

5 de novembro de 2024 / carlostrapp

O cristão e a política

O cristão não é neutro na política. Ninguém o é. O ser humano é político, querendo ou não. Seja qual for sua escolha, será sempre uma escolha política. Pode escolher bem ou escolher mal, sua escolha será sempre uma escolha política. Se escolher mal, por ignorância, é massa de manobra no sistema; se escolher mal deliberadamente, é parte do sistema. Porém, se sua escolha é governada por princípios e vai de encontro ao sistema, agirá como um defensor da contracultura, inconformando-se com o mal, para conformar-se com a justiça.

O cristão não deve ser ambíguo nem contraditório em sua posição política. É inadmissível apoiar o que se condena ou condenar o que se aprova. Dar seu voto é delegar ao candidato sufragado o direito de lhe representar. Portanto, votar num partido ou candidato que, sabidamente, sustenta ideologias anti-cristãs é negar a fé e insurgir-se contra os valores do Reino de Deus. Todo partido tem sua plataforma de governo e sua cartilha de princípios. Em tempos de campanha, alguns candidatos escondem-se atrás de discursos fingidos, o real ideário de seu partido. Muitos políticos levantam a bandeira da conveniência, tornam-se até mesmo religiosos, frequentadores de templos para angariarem votos dos chamados evangélicos. Posam de beatos. Amenizam o discurso. Escondem suas pautas progressistas. Abafam suas ruidosas defesas do globalismo, do marxismo cultural, da ideologia de gênero, da linguagem neutra, da prática indiscriminada do aborto, da liberação das drogas, da desconstrução da heterossexualidade e do ataque frontal aos valores judaico-cristãos.

O progressivismo vem, não raro, como um projeto de poder. Seus caudilhos querem se perpetuar no poder; por isso, fazem um trabalho de base para domesticar a educação, a grande mídia, as artes e os demais setores da sociedade, desenvolvendo uma política assistencialista, para manter os pobres dependentes do Estado e conformados com a miséria. Onde o socialismo governa, impera a pobreza. Onde o comunismo reina, medra a opressão. Onde esse viés ideológico se estabelece, a corrupção se agiganta, a economia se apequena, o livre pensamento se escasseia, a liberdade de expressão é atacada, a população é amordaçada e a imprensa é comprada, para só falar bem dos governantes.

Um cristão que faz campanha e dá o seu voto em candidatos que defendem essas pautas encontra-se em conflito com sua fé e deveria estar em conflito com sua consciência. A igreja cristã não deve entrar na seara da política partidária. O púlpito não é um palanque nem o templo um curral eleitoral. O cristão é regido por princípios e não por conveniência. Um cristão deve ser um indivíduo esclarecido, que não se deixa encabrestar. Não vende seu voto por vantagens pecuniárias nem hipoteca apoio a ideologias que conspiram contra a fé cristã.

Que a luz dissipe as trevas. Que o engano seja desmascarado pela verdade. Que a injustiça não se arvore de defensora do bem. Que o Brasil encontre o caminho da ordem e do progresso.

Rev. Hernandes Dias Lopes

17 de outubro de 2024 / Ailton Jose

Jornal – Edição Outubro/2024

Confira na íntegra a edição de Outubro do Jornal Cidadão Evangélico: Clique aqui.

27 de setembro de 2024 / Ailton Jose

Jornal – Edição Setembro/2024

Confira na íntegra a Edição de Setembro, do Jornal Cidadão Evangélico: Clique aqui !!!

23 de agosto de 2024 / Ailton Jose

Jornal – Edição Agosto/2024

Confira a edição de Agosto do jornal “Cidadão Evangélico”. Clique Aqui.

10 de julho de 2024 / carlostrapp

Datas importantes

Estamos no mês de junho, e dele quero lembrar algumas datas importantes.
Primeiro, o Dia do Pastor, que é comemorado no segundo domingo do mês.
Homenagens são feitas, presentes são dados, tudo para lembrar o dia do pastor.
É bom ter essa consideração pelo pastor, pois é ele que tem a responsabilidade de cuidar do rebanho.
É importante notar que Deus, há muito tempo, expressa a sua preocupação com a figura do pastor. Jeremias, por exemplo, registra a preocupação divina e dar pastores adequados ao povo, com a seguinte profecia “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência” (Jr 3.15).
Mas também chama à atenção aos maus pastores, dizendo: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! — diz o SENHOR.
Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, a respeito dos pastores que apascentam o meu povo: “Vocês dispersaram as minhas ovelhas e as afugentaram, e não cuidaram delas. Mas eu tratarei de castigar vocês por causa das maldades que praticaram, diz o SENHOR.
Eu mesmo recolherei o remanescente das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver dispersado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão.
Porei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais terão medo, nem ficarão assustadas; nem uma delas faltará, diz o SENHOR.”
No Novo Testamento, vemos a qualificação dos pastores, registrado em 1Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9. Também nos é dito no livro de Hebreus a nossa postura em relação a eles que devemos ter, conforme está registrado nos versículos, Hebreus 13.7, que diz o seguinte: “Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos pregaram a palavra de Deus, e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram”. Também no versículo 17, diz: “Obedecei aos vossos pastores e sede submissos para com eles; pois velam por por vossa lama, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.
Portanto, não faltam instruções para que haja um bom relacionamento entre pastor e ovelha.

Segundo, o aniversário de 76 anos da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), comemorado no dia 10 de junho, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, SP.
Congresso da Bíblia e Culto de Ação de Graças – 76 anos de trabalho pela Causa da Bíblia!
Com sentimento de gratidão a Deus, a Sociedade Bíblica do Brasil convida você, sua família e sua igreja para as celebrações de aniversário.
Celebre conosco esses 76 anos de trabalho pela Causa da Bíblia!
Programação
Dia 15 de junho
Local: Auditório Ruy Barbosa – Mackenzie.
Esse foi o convite expedido pela SBB quanto ao aniversário.
O pregador, na ocasião, foi o pastor Paschoal Piragine, da PIB de Niterói, RJ, que é o 2º vice-presidente do Conselho Deliberativo da SBB.
Também tivemos das 14h às 16h30: Congresso da Bíblia 2024, com a

1ª Palestra
O Cultivo da Semente da Palavra de Deus, com o Rev. Dr. Erní Walter Seibert, Diretor-executivo da Sociedade Bíblica do Brasil

2ª Palestra
A Bíblia na Evangelização, com o Dr. Antonio Cabrera Mano Filho, Membro titular do Conselho Deliberativo da SBB.
Mais informações sobre a SBB você encontra no site: sbb.org.br

A terceira data que entendo como oportuna lembrar é o Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.
O auge das comemorações será no dia 25 de julho, pois os alemães aportaram nessa data, no ano de 1824, na cidade de São Leopoldo, RS.
Nesse dia, também é comemorado o Dia do Colono, pois muitos imigrantes se dedicaram à agricultura.
Falando sobre a data, publiquei um artigo sobre a imigração alemã, escrito por um pastor luterano, que se encontra na página 08, que conta as dificuldades que os alemães tiveram que enfrentar na Alemanha e depois, no Brasil.
Quando os alemães vieram para o Brasil, ganharam apenas algumas ferramentas e uma área de terras: geralmente uma colônia (25 hectares).
No início, tiveram muitas dificuldades, pois tinham que construir suas casas no meio do mato, fazer suas estradas, cavar seus poços, construir suas escolas. As igrejas não poderiam ter aparência de templos porque o catolicismo romano era a religião oficial.
Lembro que grande parte dos imigrantes eram luteranos, entre os quais muitos pastores que vieram tanto da Alemanha como dos Estados Unidos da América, pois muitos líderes religiosos e seus membros emigraram para os Estados Unidos da América, para fugirem da perseguição que havia na Alemanha.
Os alemães, além da dificuldade com a proibição de construírem templos, também não podiam enterrar seus mortos nos cemitérios, pois eram de domínio católico. As cerimônias de casamento também não tinham validade. Mas tudo isso foi superado.
Os alemães também sofreram no início, pois logo em seguida, ou seja, em 1835, irrompeu a Guerra dos Farrapos, que ceifou a vida de muita gente, sendo que boa parte dos alemães lutou ao lado das tropas imperiais.
Outra dificuldade que enfrentaram, foi na década de 1940, com a Segunda Guerra Mundial, pois nem alemão poderiam falar, levando-os à prisão. Inclusive, pastores foram presos, livros foram confiscados e atividades religiosas não poderiam mais ser celebradas em alemão.
Acho importante destacar que nas primeiras décadas os imigrantes alemães, praticamente, não depederam do governo brasileiro, pois construíram suas escolas, depois, igrejas com o advento da República. Tinham até um editora que produzia material didático para as escolas e igrejas.
Por fim, cabe destacar que os alemães, que tiveram dificuldades no início, superaram grande parte das mesmas e deram uma considerável contribuição social e econômica ao Brasil, com o lema Arbeiten und Sparen (trabalhar e economizar).

Pr. Carlos Trapp

7 de maio de 2024 / Weslaine Freitas

Jornal Maio/2024

Disponível em https://docs.google.com/document/d/1G2KqLP04x8qZr7fO4SRkXqworRUXBElT/edit?rtpof=true

1 de março de 2024 / carlostrapp

O que nos traz 2024

Já estamos no segundo mês de 2024, na véspera do período de Carnaval. Até se diz que as atividades começam mesmo depois dessa folia nociva.
Falando nisso, deixei minha opinião sobre o Carnaval na primeira página, para que todos saibam o que penso sobre a festa.
Bem, já que cada ano nos traz essa festa, deixem que eu escreva mais um pouco, até citando um vídeo do pastor Hernandes Dias Lopes gravou com o tema Carnaval: a festa que termina em morte. Procure no YouTube e assista.
Muitos exaltam o Carnaval, falando dos seus lucros, mas eu digo que o ônus suplanta em muito o bônus, pois vidas e lares são destruídos, além de outros males, como o desperdício de dinheiro público.
O que mais podemos destacar em 2024?
Já em março, no mês que vem, é lembrado o Dia Internacional de mulher.
Costumo dizer: O que seria do mundo se não fossem as mulheres.
É preciso destacar que há muita tensão na questão do chamado empoderamento feminino, com a masculinização da mulher, e a feminilização do homem, por isso é bom verificar o que a Bíblia fala sobre o papel de cada um, homem e mulher, para evitar sofrimento, por isso, veja Gênesis 2.4-25, onde é detalhado a criação do homem e da mulher, e os seus papeis.
Há poucos dias, fiquei sabendo do divórcio de uma pessoa bem sucedida no campo profissional, com esposa e filhos, mas ela resolveu colocaar de lado a família e os filhos e se tornar uma empresária, que, como já disse, redundou em divórcio.
Também já disse que a maior contribuição que a mulher pode dar à sociedade são filhos bem educados.
Portanto, meu desejo de sucesso a todas as mulheres, que redunda em felicidade.
Ainda acrescento que certa vez uma senhora foi falar com o evangelista Moody, dizendo para ele que desejava ser pastora. Moody lhe perguntou se ela era casada e se tinha filhos. Ela respondeu que era casada e que tinha cinco filhos, ao que o evangelista respondeu: Eis aí a sua congregação!
E o empoderamento só acontece dentro da vontade de Deus.
Em março, também quero destacar o Mês de Missões Mundiais, entre os batistas (sei que outras denominações também tem mês destinado a isso).
Falo sobre isso porque como cristãos somos desafiados a pregar o evangelho a toda a criatura (Mc 16.15,16), pois a fé vem pela pregação (Rm 10.17). Nós podemos participar dessa tarefa, pregando (até pelas redes sociais), orando, ofertando e indo. Não vamos, portanto, falhar nisso, pois a fé depende de ouvir o evangelho, conforme já foi dito.
Maio é o Mês da Família.
Oh, quão importante é o lar! Ali a vida é gerada, gestada, dada à luz, amamentada, enfim, cuidada.
Muitos correm atrá do dinheiro e se esquecem da casa, do lar.
Lembro do pastor Gilson Bifano, ao falar sobre as finanças no lar, dizendo que o dinheiro é necessário, mas sua busca jamais deve afetar a harmonia no lar, falando que é melhor um leve aperto do que graves prejuízos nos relacionamentos.
Não estou dizendo que o dinheiro não seja importante; apenas digo que ele não deve ser o mais importante. E para se ter dinheiro é bom lembrar do trabalho e da economia, pois isso também fortalece a família.
Em junho, temos o Dia do Pastor, no segundo domingo.
São pessoas importantes para a sociedade, pois orientam quanto à fé e à conduta.
Em julho, mais especificamente no dia 25, teremos a comemoração do Bicentenário da imigração alemã no Brasil, que contribuíram consideravelmente para o progresso do país.
Trabalhar e economizar era o lema dos mesmos.
Em setembro, temos o mês de Missões Nacionais, com destaque para o trabalho missionário entre o povo, que carece ouvir o evangelho e ser atendido socialmente.
Por fim, não posso esquecer que esse ano temos eleições para prefeito e vereadores. Por isso, é importante que você esteja apto para votar com seu título de eleitor em dia.
É claro que você também precisa acompanhar os possíveis pré candidatos, já pensando em quem votar, pois o nosso voto é de vital importância, por isso nem devemos pensar em nos abster ou anular o voto, mas votar conscientemente.
Sei que o ano deve nos trazer muitas outras coisas, mas o espaço acabou.
Que cada um de nós saiba aproveitar bem o ano de 2024, servindo ao próximo, enfim, fazendo a vontade de Deus!

Pr. Carlos Trapp

1 de março de 2024 / carlostrapp

Carnaval? Estou Fora!

O Carnaval que a grande mídia exalta, é para mim:

  • promiscuidade;
  • sensualidade;
  • serviços fechados;
  • desperdício de dinheiro público;
  • bebedeira até com coma alcoólico;
  • violência;
  • vandalismo;
  • concentração de policiamento deixando outros lugares descobertos;
  • prejudicial à saúde;
  • micção na rua;
  • sujeira (lixo espalhado).
1 de março de 2024 / carlostrapp

Carta aberta aos pastores

Imploro-vos que reconsiderem o lugar dos hinos nas nossas igrejas. Embora a música de adoração contemporânea tenha os seus méritos e sirva como uma forma importante de expressão para muitos, a tradição testada de cantar hinos não deve ser ignorada ou esquecida. Aqui está um poderoso apelo para a reintrodução de hinos nos nossos cultos:
Profundidade espiritual e Teologia: Os hinos são ricos em profundidade teológica e verdade escritural. Eles servem como um meio para ensinar e reforçar as crenças fundamentais da nossa fé. Muitas canções contemporâneas carecem da profundidade e riqueza teológica que os hinos proporcionam. A reintrodução de hinos pode ajudar a educar e nutrir espiritualmente as nossas congregações.
Conexão Atemporal: os hinos conectaram gerações de crentes ao longo da história. Eles são uma ponte entre o passado da igreja e o seu presente, lembrando-nos que somos parte de um corpo maior e atemporal de Cristo. Eles criam um sentimento de continuidade e unidade dentro da Igreja.
Memorabilidade: Hinos são fáceis de lembrar. Suas melodias e letras muitas vezes ficam connosco por toda a vida. Os congregantes podem levar as mensagens contidas nos hinos ao longo de suas vidas, reforçando sua fé fora das muralhas da igreja.
Inclusividade: os hinos podem ser uma força unificadora em uma congregação diversificada. Eles transcendem as barreiras culturais e linguísticas, proporcionando uma oportunidade para pessoas de diferentes origens adorarem juntas. Os hinos são uma bela expressão da nossa unidade em Cristo.
Variedade e equilíbrio: Enquanto as canções contemporâneas têm o seu lugar, a inclusão de hinos pode oferecer uma paleta musical mais ampla e uma sensação de equilíbrio na adoração. Acomoda os diferentes gostos musicais e preferências dentro da congregação.
Ressonância emocional: os hinos muitas vezes carregam uma profunda ressonância emocional. As melodias e letras podem evocar fortes sentimentos de reverência, alegria e conforto. Eles fornecem um espaço seguro para as pessoas expressarem suas emoções, e muitos encontram consolo através de hinos.
Ferramenta de Ensino: os hinos podem ser uma poderosa ferramenta de ensino. Eles podem ser usados para instruir e encorajar, especialmente durante a pregação de sermões. Muitos hinos estão diretamente ligados a passagens e histórias bíblicas, tornando-os valiosos auxiliares de ensino.
Um legado vivo: Ao reintroduzir hinos, estamos preservando um legado sagrado para as gerações futuras. Nossos filhos e netos deveriam ter a oportunidade de experimentar a mesma herança espiritual que nos foi transmitida através destas canções intemporais.
Em conclusão, reintroduzir hinos nos nossos cultos da igreja pode ser uma forma poderosa de enriquecer a vida espiritual das nossas congregações. Mantém uma ligação com as nossas raízes, fornece uma base teológica robusta e promove a unidade e a inclusividade. Não nos esqueçamos da beleza duradoura e importância dos hinos na adoração ao nosso Senhor.
Que os hinos que cantamos continuem a agitar nossas almas e a aproximar-nos de Deus, lembrando-nos do Seu amor e graça imutáveis.

Autor desconhecido