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31 de março de 2018 / carlostrapp

A morte de Jesus

A morte de Jesus Cristo

Se analisarmos o Evangelho de João, a partir do capítulo 18, vamos ver que Jesus se encontra no jardim do Getsêmani, onde é preso. Depois é levado a Anás, sumo sacerdote e sogro de Caifás. Em seguida, temos o relato de que um dos apóstolos, Pedro, que nega Jesus, fato que se repete, após o interrogatório de Anás em relação a Jesus. Depois temos Jesus perante Pilatos que também o interroga.

Já a crucificação é narrada no capítulo 19, a partir do versículo 17, e diz assim: “Tomaram eles, pois, a Jesus; e ele próprio, carregando a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico, onde o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. Pilatos escreveu no cimo da cruz, e o que estava escrito era: Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus. Muitos judeus leram este título, porque o lugar em que Jesus fora crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, latim e grego. Os principais sacerdotes diziam a Pilatos: Não escrevas: Rei dos judeus, e sim que ele disse: Sou o rei dos judeus. Respondeu Pilatos: O que escrevi escrevi.

A morte de Jesus é relatada a partir do versículo 28, e diz o seguinte: “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca. Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito”.

Agora, você pode perguntar: por que tudo isso aconteceu? Foi para redimir, salvar e perdoar a humanidade.

Com a queda de nossos pais, Adão e Eva, todos se afastaram de Deus. Mas logo Deus prometeu um Salvador, que está registrado em Gênesis 3.15, que viria para reconciliar a humanidade com Deus.

Inclusive, essa ação voluntária fez parte da salvação. Até o fato de Jesus repreender Pedro para não reagir à sua prisão. Então, foi um ato de amor, de boa vontade, a fim de redimir todos os pecadores, entre os quais estamos incluídos.

Que possamos refletir nisso, ou seja, no grande amor de Deus para conosco, crer no amor de Jesus, aceita-lo como Senhor e Salvador, e estar cientes de que isso vai causar uma revolução em nossa vida, pois vai envolver arrependimento, mudança da nossa vida (nossa natureza), que afetará nosso comportamento, pois iremos andar em outra direção, sob o senhorio de Cristo.

Que assim seja!

Carlos Osmar Trapp, pastor batista (OPBB/3650) e jornalista (DRT/MS, 928).

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