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10 de julho de 2024 / carlostrapp

Datas importantes

Estamos no mês de junho, e dele quero lembrar algumas datas importantes.
Primeiro, o Dia do Pastor, que é comemorado no segundo domingo do mês.
Homenagens são feitas, presentes são dados, tudo para lembrar o dia do pastor.
É bom ter essa consideração pelo pastor, pois é ele que tem a responsabilidade de cuidar do rebanho.
É importante notar que Deus, há muito tempo, expressa a sua preocupação com a figura do pastor. Jeremias, por exemplo, registra a preocupação divina e dar pastores adequados ao povo, com a seguinte profecia “Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência” (Jr 3.15).
Mas também chama à atenção aos maus pastores, dizendo: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto! — diz o SENHOR.
Portanto, assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, a respeito dos pastores que apascentam o meu povo: “Vocês dispersaram as minhas ovelhas e as afugentaram, e não cuidaram delas. Mas eu tratarei de castigar vocês por causa das maldades que praticaram, diz o SENHOR.
Eu mesmo recolherei o remanescente das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver dispersado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão.
Porei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais terão medo, nem ficarão assustadas; nem uma delas faltará, diz o SENHOR.”
No Novo Testamento, vemos a qualificação dos pastores, registrado em 1Timóteo 3.1-7 e Tito 1.5-9. Também nos é dito no livro de Hebreus a nossa postura em relação a eles que devemos ter, conforme está registrado nos versículos, Hebreus 13.7, que diz o seguinte: “Lembrai-vos dos vossos pastores, os quais vos pregaram a palavra de Deus, e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram”. Também no versículo 17, diz: “Obedecei aos vossos pastores e sede submissos para com eles; pois velam por por vossa lama, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros.
Portanto, não faltam instruções para que haja um bom relacionamento entre pastor e ovelha.

Segundo, o aniversário de 76 anos da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), comemorado no dia 10 de junho, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, SP.
Congresso da Bíblia e Culto de Ação de Graças – 76 anos de trabalho pela Causa da Bíblia!
Com sentimento de gratidão a Deus, a Sociedade Bíblica do Brasil convida você, sua família e sua igreja para as celebrações de aniversário.
Celebre conosco esses 76 anos de trabalho pela Causa da Bíblia!
Programação
Dia 15 de junho
Local: Auditório Ruy Barbosa – Mackenzie.
Esse foi o convite expedido pela SBB quanto ao aniversário.
O pregador, na ocasião, foi o pastor Paschoal Piragine, da PIB de Niterói, RJ, que é o 2º vice-presidente do Conselho Deliberativo da SBB.
Também tivemos das 14h às 16h30: Congresso da Bíblia 2024, com a

1ª Palestra
O Cultivo da Semente da Palavra de Deus, com o Rev. Dr. Erní Walter Seibert, Diretor-executivo da Sociedade Bíblica do Brasil

2ª Palestra
A Bíblia na Evangelização, com o Dr. Antonio Cabrera Mano Filho, Membro titular do Conselho Deliberativo da SBB.
Mais informações sobre a SBB você encontra no site: sbb.org.br

A terceira data que entendo como oportuna lembrar é o Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil.
O auge das comemorações será no dia 25 de julho, pois os alemães aportaram nessa data, no ano de 1824, na cidade de São Leopoldo, RS.
Nesse dia, também é comemorado o Dia do Colono, pois muitos imigrantes se dedicaram à agricultura.
Falando sobre a data, publiquei um artigo sobre a imigração alemã, escrito por um pastor luterano, que se encontra na página 08, que conta as dificuldades que os alemães tiveram que enfrentar na Alemanha e depois, no Brasil.
Quando os alemães vieram para o Brasil, ganharam apenas algumas ferramentas e uma área de terras: geralmente uma colônia (25 hectares).
No início, tiveram muitas dificuldades, pois tinham que construir suas casas no meio do mato, fazer suas estradas, cavar seus poços, construir suas escolas. As igrejas não poderiam ter aparência de templos porque o catolicismo romano era a religião oficial.
Lembro que grande parte dos imigrantes eram luteranos, entre os quais muitos pastores que vieram tanto da Alemanha como dos Estados Unidos da América, pois muitos líderes religiosos e seus membros emigraram para os Estados Unidos da América, para fugirem da perseguição que havia na Alemanha.
Os alemães, além da dificuldade com a proibição de construírem templos, também não podiam enterrar seus mortos nos cemitérios, pois eram de domínio católico. As cerimônias de casamento também não tinham validade. Mas tudo isso foi superado.
Os alemães também sofreram no início, pois logo em seguida, ou seja, em 1835, irrompeu a Guerra dos Farrapos, que ceifou a vida de muita gente, sendo que boa parte dos alemães lutou ao lado das tropas imperiais.
Outra dificuldade que enfrentaram, foi na década de 1940, com a Segunda Guerra Mundial, pois nem alemão poderiam falar, levando-os à prisão. Inclusive, pastores foram presos, livros foram confiscados e atividades religiosas não poderiam mais ser celebradas em alemão.
Acho importante destacar que nas primeiras décadas os imigrantes alemães, praticamente, não depederam do governo brasileiro, pois construíram suas escolas, depois, igrejas com o advento da República. Tinham até um editora que produzia material didático para as escolas e igrejas.
Por fim, cabe destacar que os alemães, que tiveram dificuldades no início, superaram grande parte das mesmas e deram uma considerável contribuição social e econômica ao Brasil, com o lema Arbeiten und Sparen (trabalhar e economizar).

Pr. Carlos Trapp

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