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11 de outubro de 2021 / carlostrapp

Ecos do contexto

Já passamos a primeira quinzena do mês de setembro.
Já tivemos as manifestações gigantes do Dia da Independência, onde o povo manifestou o seu desejo de liberdade, contra as arbitrariedades praticadas por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), entre as quais a ingerência no Poder Legislativo e no Executivo.
Há pessoas presas por “crime de opinião”; houve reuniões de integrantes do STF com representantes políticos, quanto à questão do voto impresso e contagem pública de votos, o que é interferência nos poderes; o STF já tomou decisões que eram de competência do Congresso, como foi o caso da equiparação da tal “homofobia” em relação ao crime de racismo, que são coisas bem distintas.
Então, nada mais plausível do que o povo reagir e mostrar a sua contrariedade em relação a esses fatos, se manifestando pacificamente, como aconteceu.

Datas importantes: Os presbiterianos comemo-raram no dia 12 de agosto a chegada do primeiro missionário ao Brasil. Trata-se do Rev. Ashbel Green Simonton. Embora já em 1558 um grupo de cristãos huguenotes havia chegado ao Brasil, mas que foram martirizados à época, fato que ficou conhecido como A tragédia da Guanabara.
Mas a vinda de Simonton, embora tenha falecido precocemente, teve a felicidade de ver seu trabalho frutificando, tendo hoje cerca de 650 mil membros, em mais de 6 mil igrejas e congregações, distribuídos em 362 presbitérios, agrupados em 87 sínodos.

Já os batistas tiveram duas datas importantes: A primeira foi no dia 20 de agosto, quando foram lembrados os 110 anos desde a organização da primeira igreja batista em solo mato-grossense (Estado indiviso).
No início, o trabalho foi dificil por causa das perseguições que os primeiros cristãos sofreram, mas a persistência fez com que chegassem a todos os municípios de nosso Estado.
Hoje, temos em todo o Estado, 296 igrejas e congregações, divididas em seis associações, com 37 mil membros, e cerca de 400 pastores.
Há, inclusive, igrejas que tem atividades religiosas fora da Brasil, levando o evangelho além-mar.
Que Deus abençoe o tra-balho evangelístico e missio-nário de todos os cristãos, para que todos sejam alcançados pelo evangelho (Mc 16.15,16).
Já no dia 10 de setembro, comemoraram 150 anos da organização primeira igreja batista em solo brasileiro, mais precisamente em Santa Bárbara do Oeste, SP.
Hoje, os batistas estão em todos os estados brasileiros, divididos em 33 convenções estaduais, com 13 mil igrejas e congregações, com cerca de 15 mil pastores, e contando com cerca de três milhões e meio de membros.
Possuem três seminários institucionais, fora os que pertencem a convenções estaduais, associações e igrejas. Além disso, possuem duas juntas missionárias: Uma que abrange o país e outra que visa alcançar o mundo, cujos endereços eletrônicos são os seguintes: missoesnacionais.org.com e missoesmundiais.com.br

Quanto à pandemia, temos visto, graças a Deus, um arrefecimento da incidência, e amanhã, dia 20, devem ser liberadas mais atividades.
Espero em Deus que em breve estejamos totalmente livre desse incômodo.

Ligado à pandemia temos o passaporte sanitário que visa exigir o uso da cartei-rinha de vacinação para a entrada em certos recintos.
Entendo que isso é algo inconstitucional, pois obriga a pessoa a se deixar vacinar.
Lembro que ninguém deve ser obrigado a se vacinar. Com isso não estou estimulando a pessoa a fugir da vacina, apenas lembrando da não obrigatoriedade, até porque existem formas de a pessoa se proteger contra o vírus. Por exemplo, eu tomo dois antivirais, procuro observar o distanciamento, lavar as mãos, uso de máscara em ambientes fechados, observar Provérbios 18.14, e assim por diante.
Acabei de ver num grupo de WhatsApp, a seguinte mensagem:
Cada ser humano escolhe o que deseja, não é? Ao menos é que o almejamos num País Democrático.
O cidadão decide, mesmo com todas as propagandas advertindo o mal que causa a saúde:
• Fumar cigarro ou maconha ou não fumar!
• Injetar drogas em seu próprio corpo ou não injetar!
• Ingerir bebidas alcoólicas ou não ingerir!
Quanto as prevenções de saúde, cada cidadão decide:
• Vacinar contra H1N1 ou não vacinar!
• Vacinar contra Pneumonia ou não vacinar! (Neste dois casos acima, as vacinas encontram-se disponíveis gratuitamente para pequenos “grupos de risco” da sociedade).
Não pode ser diferente com essa pandemia – Covid 19.
Cada cidadão deve ter a livre escolha de:
• Fazer uso de medicamento precoce ou não fazer.
• Vacinar com vacinas experimentais ou não vacinar.
É preciso garantir o direito de escolha, assim como se escolhe um candidato a um cargo público, o futuro cônjuge, e assim por diante!
Nota: O foco não é o certo ou errado, mas a liberdade de escolha. Você não deve obrigar alguém a ser cristão, por exemplo: Se não for cristão não entra aqui!

Pr. Carlos Trapp

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